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Aracaju, Terça-feira, 9 de junho de 2026
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Estudantes da USP encerram greve de quase dois meses após assembleia

Educação

Estudantes da USP encerram greve de quase dois meses após assembleia

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de São Paulo (USP) anunciou, na noite desta segunda-feira (8), o fim da greve estudantil que...

09/06/2026 · 12h54
Estudantes da USP encerram greve de quase dois meses após assembleia

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O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de São Paulo (USP) anunciou, na noite desta segunda-feira (8), o fim da greve estudantil que durou quase dois meses. A paralisação tinha como reivindicações melhorias na alimentação e na moradia estudantil, além de aumento nas bolsas.

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A decisão pelo término do movimento foi tomada em assembleia geral, na qual 323 participantes votaram a favor de acabar com a greve e 255 optaram por manter a paralisação. Conforme acordado na reunião, cada curso fica autorizado a decidir de modo independente sobre manter ou encerrar a mobilização em sua unidade.

Invasão

No mesmo dia em que foi anunciado o fim da greve, um grupo composto por seis jovens, com idades entre 18 e 22 anos, invadiu o prédio da Administração Central da USP e foi detido. A Polícia Militar afirmou que os manifestantes colocaram barricadas para bloquear o acesso ao edifício e que, durante o confronto, três seguranças foram feridos.

De acordo com a corporação, os seis detidos foram encontrados portando fogos de artifício, porretes, rádios comunicadores, um megafone, uma marreta e um estilingue. Também houve registro de danos a equipamentos e mobiliário da universidade.

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O DCE divulgou que não tem ligação com a invasão. Em uma manifestação publicada nas redes sociais, o grupo que ocupou o prédio se declarou independente e se posicionou contra o término da greve.

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Os seis jovens foram encaminhados ao 7º Distrito Policial, na Lapa, zona oeste de São Paulo, onde prestaram depoimento e foram liberados. A ocorrência foi registrada pela polícia como lesão corporal grave e dano ao patrimônio público.

A assembleia que decidiu pelo fim da paralisação e os acontecimentos envolvendo a invasão ocorreram na noite de segunda-feira (8), encerrando o episódio que mobilizou estudantes da USP por quase dois meses.

Com informações de Agência Brasil

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O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de São Paulo (USP) anunciou, na noite desta segunda-feira (8), o fim da greve estudantil que durou quase dois meses. A paralisação tinha como reivindicações melhorias na alimentação e na moradia estudantil, além de aumento nas bolsas.

A decisão pelo término do movimento foi tomada em assembleia geral, na qual 323 participantes votaram a favor de acabar com a greve e 255 optaram por manter a paralisação. Conforme acordado na reunião, cada curso fica autorizado a decidir de modo independente sobre manter ou encerrar a mobilização em sua unidade.

Invasão

No mesmo dia em que foi anunciado o fim da greve, um grupo composto por seis jovens, com idades entre 18 e 22 anos, invadiu o prédio da Administração Central da USP e foi detido. A Polícia Militar afirmou que os manifestantes colocaram barricadas para bloquear o acesso ao edifício e que, durante o confronto, três seguranças foram feridos.

De acordo com a corporação, os seis detidos foram encontrados portando fogos de artifício, porretes, rádios comunicadores, um megafone, uma marreta e um estilingue. Também houve registro de danos a equipamentos e mobiliário da universidade.

O DCE divulgou que não tem ligação com a invasão. Em uma manifestação publicada nas redes sociais, o grupo que ocupou o prédio se declarou independente e se posicionou contra o término da greve.

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Os seis jovens foram encaminhados ao 7º Distrito Policial, na Lapa, zona oeste de São Paulo, onde prestaram depoimento e foram liberados. A ocorrência foi registrada pela polícia como lesão corporal grave e dano ao patrimônio público.

A assembleia que decidiu pelo fim da paralisação e os acontecimentos envolvendo a invasão ocorreram na noite de segunda-feira (8), encerrando o episódio que mobilizou estudantes da USP por quase dois meses.

Com informações de Agência Brasil

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