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Educação

Estudantes da USP fazem protesto por melhoria em moradia, alimentação e bolsas

Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizaram nesta quinta-feira (23) um ato exigindo políticas mais eficazes de permanência estudantil,...

24/04/2026 · 09h24 · Atualizado às 19h18
Estudantes da USP fazem protesto por melhoria em moradia, alimentação e bolsas

Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizaram nesta quinta-feira (23) um ato exigindo políticas mais eficazes de permanência estudantil, como melhores condições de moradia, alimentação e o aumento das bolsas.

A mobilização, organizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP, percorreu vias nas proximidades do campus Butantã. Segundo os organizadores, a paralisação faz parte de uma greve iniciada em 15 de abril, motivada por cortes no programa de bolsas, falta de vagas em moradia estudantil e interrupções no fornecimento de água.

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Os estudantes afirmam que a adesão atinge mais de 120 cursos distribuídos em pelo menos cinco dos dez campi da universidade. Além da mobilização estudantil, funcionários da USP também estão em greve, reivindicando reposição de perdas salariais e se manifestando contra práticas de terceirização e a precarização do atendimento nos restaurantes universitários, apontando ainda problemas nas condições sanitárias desses locais.

Júlia Urioste, coordenadora-geral do DCE Livre da USP e estudante de Artes Cênicas, disse que a administração da universidade alega falta de recursos para justificar os cortes, o mesmo argumento usado pelos servidores em sua paralisação. Ela ressaltou a existência de verbas para itens considerados discutíveis e enfatizou a necessidade de investimento para garantir a permanência dos alunos no campus.

Entre as pautas apresentadas pelos manifestantes está a instalação de uma mesa de negociação com a reitoria para tratar das reivindicações relacionadas a bolsas, moradia e serviços essenciais dentro da universidade.

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Os organizadores informaram que há previsão de nova mobilização na manhã desta sexta-feira (24), no interior do campus Butantã, com protestos previstos nas proximidades da reitoria.

A atividade deste 23 de abril integra uma sequência de ações que reúnem demandas tanto de estudantes quanto de trabalhadores da instituição, focadas em condições de permanência, infraestrutura básica e financiamento das políticas internas.

Com informações de Agência Brasil

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Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizaram nesta quinta-feira (23) um ato exigindo políticas mais eficazes de permanência estudantil, como melhores condições de moradia, alimentação e o aumento das bolsas.

A mobilização, organizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP, percorreu vias nas proximidades do campus Butantã. Segundo os organizadores, a paralisação faz parte de uma greve iniciada em 15 de abril, motivada por cortes no programa de bolsas, falta de vagas em moradia estudantil e interrupções no fornecimento de água.

Os estudantes afirmam que a adesão atinge mais de 120 cursos distribuídos em pelo menos cinco dos dez campi da universidade. Além da mobilização estudantil, funcionários da USP também estão em greve, reivindicando reposição de perdas salariais e se manifestando contra práticas de terceirização e a precarização do atendimento nos restaurantes universitários, apontando ainda problemas nas condições sanitárias desses locais.

Júlia Urioste, coordenadora-geral do DCE Livre da USP e estudante de Artes Cênicas, disse que a administração da universidade alega falta de recursos para justificar os cortes, o mesmo argumento usado pelos servidores em sua paralisação. Ela ressaltou a existência de verbas para itens considerados discutíveis e enfatizou a necessidade de investimento para garantir a permanência dos alunos no campus.

Entre as pautas apresentadas pelos manifestantes está a instalação de uma mesa de negociação com a reitoria para tratar das reivindicações relacionadas a bolsas, moradia e serviços essenciais dentro da universidade.

Os organizadores informaram que há previsão de nova mobilização na manhã desta sexta-feira (24), no interior do campus Butantã, com protestos previstos nas proximidades da reitoria.

A atividade deste 23 de abril integra uma sequência de ações que reúnem demandas tanto de estudantes quanto de trabalhadores da instituição, focadas em condições de permanência, infraestrutura básica e financiamento das políticas internas.

Com informações de Agência Brasil

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