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Cidades

Estudo revela que cinco posts podem formar opinião nas redes sociais

Estudo revela que apenas cinco posts em redes sociais formam a opinião dos usuários.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h09
Estudo revela que cinco posts podem formar opinião nas redes sociais

Uma nova pesquisa publicada recentemente pela revista Informs apontou que apenas cinco posts em uma rede social são suficientes para estabilizar a opinião de uma pessoa sobre determinado assunto.

O estudo levantou um alerta sobre a forma como o consumo de informações nas plataformas digitais está moldando percepções antes mesmo de qualquer verificação dos fatos. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores recrutaram 400 participantes e criaram perfis simulados em um ambiente semelhante ao Instagram. Os voluntários navegavam por publicações sobre temas que desconheciam, enquanto os especialistas mediam o tempo que cada pessoa permanecia em determinada postagem.

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A partir desses dados, foi possível identificar um padrão que, posteriormente, originou a análise final sobre o número mínimo de posts necessários para formar uma impressão estabilizada dentro de qualquer temática. O estudo também confirmou conceitos já discutidos por especialistas em psicologia e comportamento, como o chamado ponto de informação crítica. O fator em questão trata-se do momento a partir do qual tudo o que o usuário passa a interpretar algo como verdadeiro, legitimando e balizando sua opinião.

Esse mecanismo é especialmente preocupante quando a informação inicial é falsa: mesmo que correções e atualizações surjam posteriormente, a tendência é que o usuário as desconsidere e siga propagando notícias falsas.

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O fenômeno é agravado pela forma como as pessoas consomem conhecimento atualmente. Uma segunda investigação, que analisou 100 mil pessoas em 48 países, apontou que o consumo de notícias por redes sociais e plataformas de vídeo superou, pela primeira vez, o acesso a sites de noticiários, jornais e revistas. Entre os jovens, a maioria já declara se informar por essas plataformas e também por ferramentas de inteligência artificial.

Esse novo padrão de consumo é descrito como incidental: o internauta não busca ativamente por notícias, mas as recebe passivamente por meio de algoritmos enquanto navega nas mídias sociais. O novo cenário em questão acaba ocasionando ao usuário, de forma passiva, a falsa sensação de que ele está bem informado, o que representa mais um desafio crescente para a qualidade das informações que entram em circulação rápida no ambiente digital.

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Uma nova pesquisa publicada recentemente pela revista Informs apontou que apenas cinco posts em uma rede social são suficientes para estabilizar a opinião de uma pessoa sobre determinado assunto.

O estudo levantou um alerta sobre a forma como o consumo de informações nas plataformas digitais está moldando percepções antes mesmo de qualquer verificação dos fatos. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores recrutaram 400 participantes e criaram perfis simulados em um ambiente semelhante ao Instagram. Os voluntários navegavam por publicações sobre temas que desconheciam, enquanto os especialistas mediam o tempo que cada pessoa permanecia em determinada postagem.

A partir desses dados, foi possível identificar um padrão que, posteriormente, originou a análise final sobre o número mínimo de posts necessários para formar uma impressão estabilizada dentro de qualquer temática. O estudo também confirmou conceitos já discutidos por especialistas em psicologia e comportamento, como o chamado ponto de informação crítica. O fator em questão trata-se do momento a partir do qual tudo o que o usuário passa a interpretar algo como verdadeiro, legitimando e balizando sua opinião.

Esse mecanismo é especialmente preocupante quando a informação inicial é falsa: mesmo que correções e atualizações surjam posteriormente, a tendência é que o usuário as desconsidere e siga propagando notícias falsas.

O fenômeno é agravado pela forma como as pessoas consomem conhecimento atualmente. Uma segunda investigação, que analisou 100 mil pessoas em 48 países, apontou que o consumo de notícias por redes sociais e plataformas de vídeo superou, pela primeira vez, o acesso a sites de noticiários, jornais e revistas. Entre os jovens, a maioria já declara se informar por essas plataformas e também por ferramentas de inteligência artificial.

Esse novo padrão de consumo é descrito como incidental: o internauta não busca ativamente por notícias, mas as recebe passivamente por meio de algoritmos enquanto navega nas mídias sociais. O novo cenário em questão acaba ocasionando ao usuário, de forma passiva, a falsa sensação de que ele está bem informado, o que representa mais um desafio crescente para a qualidade das informações que entram em circulação rápida no ambiente digital.

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