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EUA devem ampliar exceções à tarifa, mas carne ficará de fora, diz Fiesp

EUA devem ampliar exceções à tarifa de 25%, mas carne ficará de fora, afirma Fiesp.

09/07/2026 · 19h01
EUA devem ampliar exceções à tarifa, mas carne ficará de fora, diz Fiesp

O USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) deve ampliar a lista de produtos que ficarão isentos da tarifa de 25% anteriormente proposta. A informação foi divulgada pelo diplomata e representante da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Roberto Azevêdo.

Segundo Azevêdo, a reversão ou redução significativa da tarifa parece ser uma possibilidade distante, sendo viável apenas através de negociações entre os dois países. Ele mencionou:

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“Os avanços são modestos e nós não estamos próximos de um desfecho”

.

Azevêdo participou das audiências públicas do USTR, realizadas na segunda-feira (6) e na terça-feira (7). Atualmente, ele preside o Coscex (Conselho Superior de Comércio Exterior) da Fiesp e, anteriormente, entre 2013 e 2020, foi diretor da OMC (Organização Mundial do Comércio).

Durante as audiências, o diplomata observou que, devido ao tom das perguntas feitas aos depoentes e às declarações das empresas e associações presentes, é razoável esperar uma ampliação da lista de exceções para incluir outros produtos que ficaram de fora.

“O que eu acho é que seria razoável pelo tom das perguntas que foram feitas aos depoentes e pela própria forma como os testemunhas, as empresas, associações que ali estavam, é que haja algum tipo de ampliação da lista de exceções para incorporar alguns outros produtos que ficaram de fora”

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.

No entanto, Azevêdo destacou que alguns produtos, como carne, etanol e madeira, enfrentam resistência e, por isso, será mais difícil para eles obterem exceções tarifárias. Durante a audiência, representantes de setores específicos nos EUA se manifestaram contra a isenção para esses itens. O representante da Fiesp afirmou:

“Teve casos em que o setor americano estava lá falando a favor da tarifa, dizendo que tinha que manter um outro setor. Mas, em alguns casos, o nosso pleito encontrou reforço do lado norte-americano. Eu acho que ali você tem mais chances”

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.

Assim, o cenário para a negociação de tarifas continua complexo, com alguns setores se posicionando contra qualquer mudança nas tarifas aplicadas.

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O USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) deve ampliar a lista de produtos que ficarão isentos da tarifa de 25% anteriormente proposta. A informação foi divulgada pelo diplomata e representante da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Roberto Azevêdo.

Segundo Azevêdo, a reversão ou redução significativa da tarifa parece ser uma possibilidade distante, sendo viável apenas através de negociações entre os dois países. Ele mencionou:

“Os avanços são modestos e nós não estamos próximos de um desfecho”

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Azevêdo participou das audiências públicas do USTR, realizadas na segunda-feira (6) e na terça-feira (7). Atualmente, ele preside o Coscex (Conselho Superior de Comércio Exterior) da Fiesp e, anteriormente, entre 2013 e 2020, foi diretor da OMC (Organização Mundial do Comércio).

Durante as audiências, o diplomata observou que, devido ao tom das perguntas feitas aos depoentes e às declarações das empresas e associações presentes, é razoável esperar uma ampliação da lista de exceções para incluir outros produtos que ficaram de fora.

“O que eu acho é que seria razoável pelo tom das perguntas que foram feitas aos depoentes e pela própria forma como os testemunhas, as empresas, associações que ali estavam, é que haja algum tipo de ampliação da lista de exceções para incorporar alguns outros produtos que ficaram de fora”

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No entanto, Azevêdo destacou que alguns produtos, como carne, etanol e madeira, enfrentam resistência e, por isso, será mais difícil para eles obterem exceções tarifárias. Durante a audiência, representantes de setores específicos nos EUA se manifestaram contra a isenção para esses itens. O representante da Fiesp afirmou:

“Teve casos em que o setor americano estava lá falando a favor da tarifa, dizendo que tinha que manter um outro setor. Mas, em alguns casos, o nosso pleito encontrou reforço do lado norte-americano. Eu acho que ali você tem mais chances”

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Assim, o cenário para a negociação de tarifas continua complexo, com alguns setores se posicionando contra qualquer mudança nas tarifas aplicadas.

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