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Filme sobre o álbum ‘Alucinação’, de Belchior, estreia na Mostra de SP

Longa inspirado no álbum 'Alucinação' de Belchior estreia na Mostra Brasil da 50ª Mostra de SP, com sessões em 26/10 e 28/10.

22/10/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h11
Filme sobre o álbum ‘Alucinação’, de Belchior, estreia na Mostra de SP

O longa “Alucinação”, dirigido por Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano, estreia na Mostra Brasil da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. As sessões serão na segunda-feira, 26 de outubro, às 18h, no Cine Sesc, e na quarta-feira, 28 de outubro, às 13h, no Cinesystem Belas Artes – Frei Caneca 1.

Inspirado no álbum homônimo lançado por Belchior em 1976, que completa 50 anos em 2026, o filme revisita o Brasil da década de 1970 e provoca uma reflexão sobre os rumos do país desde então. Para realizar essa proposta, a obra adota um formato que combina a audição integral do disco com imagens que ampliam e coloram o significado das canções.

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A estreia também marca as comemorações dos 80 anos que Belchior faria em 26 de outubro de 2026, data que se soma às lembranças sobre a trajetória do cantor e compositor (1946-2017). A produção é assinada por Carolina Benevides e Marianna Brennand, da Inquietude, conhecidas pelo trabalho em “Manas”.

O filme propõe uma leitura do período em que a juventude, envolvida por ideias de transformação, encontrou limites impostos por regimes autoritários e pela entrada do dinheiro nas dinâmicas culturais. A narrativa visual busca ampliar as perguntas suscitadas pelas letras, em vez de oferecer respostas fechadas.

“Começamos a ouvir ‘Alucinação’ diariamente, de um jeito obsessivo, e percebemos que havia ali um roteiro pronto. Neste disco, Belchior fez uma crônica da geração que quis mudar o mundo e foi sufocada por ditaduras ou cooptada pelo dinheiro. A música, o cinema, as artes estavam impregnados de novas ideias. Ao colocar tudo isso em perspectiva, surgem mais perguntas do que respostas”

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Disseram os diretores Renato Terra, Leo Caetano e Marcos Caetano.

Sinopse

  • “Como Nossos Pais”
  • “Rapaz Latino-Americano”
  • “Sujeito de Sorte”
  • “Velha Roupa Colorida”

Segundo a sinopse, o filme parte dessas músicas antológicas para trazer as cores e os conflitos do Brasil da década de 1970. A proposta é oferecer uma viagem visual e sonora que revele o espírito da época, amplie o sentido das canções e faça ecoar questões que permanecem relevantes para o país atualmente.

Para o público que acompanha o calendário cultural, a presença do filme na Mostra Brasil representa uma oportunidade de revisitar um disco emblemático da música popular brasileira por meio de uma abordagem audiovisual inédita.

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O longa “Alucinação”, dirigido por Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano, estreia na Mostra Brasil da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. As sessões serão na segunda-feira, 26 de outubro, às 18h, no Cine Sesc, e na quarta-feira, 28 de outubro, às 13h, no Cinesystem Belas Artes – Frei Caneca 1.

Inspirado no álbum homônimo lançado por Belchior em 1976, que completa 50 anos em 2026, o filme revisita o Brasil da década de 1970 e provoca uma reflexão sobre os rumos do país desde então. Para realizar essa proposta, a obra adota um formato que combina a audição integral do disco com imagens que ampliam e coloram o significado das canções.

A estreia também marca as comemorações dos 80 anos que Belchior faria em 26 de outubro de 2026, data que se soma às lembranças sobre a trajetória do cantor e compositor (1946-2017). A produção é assinada por Carolina Benevides e Marianna Brennand, da Inquietude, conhecidas pelo trabalho em “Manas”.

O filme propõe uma leitura do período em que a juventude, envolvida por ideias de transformação, encontrou limites impostos por regimes autoritários e pela entrada do dinheiro nas dinâmicas culturais. A narrativa visual busca ampliar as perguntas suscitadas pelas letras, em vez de oferecer respostas fechadas.

“Começamos a ouvir ‘Alucinação’ diariamente, de um jeito obsessivo, e percebemos que havia ali um roteiro pronto. Neste disco, Belchior fez uma crônica da geração que quis mudar o mundo e foi sufocada por ditaduras ou cooptada pelo dinheiro. A música, o cinema, as artes estavam impregnados de novas ideias. Ao colocar tudo isso em perspectiva, surgem mais perguntas do que respostas”

Disseram os diretores Renato Terra, Leo Caetano e Marcos Caetano.

Sinopse

  • “Como Nossos Pais”
  • “Rapaz Latino-Americano”
  • “Sujeito de Sorte”
  • “Velha Roupa Colorida”

Segundo a sinopse, o filme parte dessas músicas antológicas para trazer as cores e os conflitos do Brasil da década de 1970. A proposta é oferecer uma viagem visual e sonora que revele o espírito da época, amplie o sentido das canções e faça ecoar questões que permanecem relevantes para o país atualmente.

Para o público que acompanha o calendário cultural, a presença do filme na Mostra Brasil representa uma oportunidade de revisitar um disco emblemático da música popular brasileira por meio de uma abordagem audiovisual inédita.

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