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Globo busca sucessora de ‘Avenida Brasil 2’ em disputa por audiência

A Globo encara desafio decisivo ao escolher a substituta de 'Avenida Brasil 2', com estreia marcada para janeiro de 2027 e gravações em setembro.

09/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h39
Globo busca sucessora de ‘Avenida Brasil 2’ em disputa por audiência

A emissora precisa escolher com precisão a novela que substituirá a continuação de João Emanuel Carneiro. Se a sequência for sucesso, a sucessora herda público; se não, terá de reconquistar audiência e evitar comparações.

Antes mesmo de “Avenida Brasil 2” estrear, a TV Globo já enfrenta uma questão estratégica: qual novela irá ocupar o horário logo após a continuação da trama de João Emanuel Carneiro. A escolha exigirá precisão quase cirúrgica, diante do risco de comparações e da pressão por audiência.

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Se “Avenida Brasil 2” repetir o sucesso alcançado pela primeira versão em 2012, a novela sucessora receberá um horário aquecido, mas também carregará o peso inevitável da comparação. Caso a continuação não atenda às expectativas, a produção seguinte terá a missão ainda mais complexa de recuperar o público e restabelecer o ritmo de audiência do bloco.

O tamanho do desafio está diretamente ligado ao risco que a própria “Avenida Brasil 2” representa. Com estreia oficialmente marcada para janeiro de 2027 e as gravações prestes a começar ainda neste mês de setembro, a continuação é apresentada como uma aposta de “8 ou 80”. A aposta pode se transformar em um estrondoso sucesso, nos moldes do remake de “Pantanal” (2022), ou enfrentar uma tempestade de críticas, como ocorreu com o recente remake de “Vale Tudo”.

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Em paralelo às avaliações artísticas e de recepção, existe a dimensão logística e comercial: programação, escolha de elenco e enquadramento da trama no horário nobre precisarão ser calibrados para minimizar riscos. A decisão pelo título que ocupará a vaga depois de “Avenida Brasil 2” terá impacto direto na grade e nas estratégias de público e anunciantes.

Além disso, a emissora tem recorrido aos números de audiência para rebater reações negativas a adaptações recentes, o que coloca o desempenho em audiência como parâmetro de avaliação — e também como fator de pressão sobre as produções futuras. O equilíbrio entre renovação criativa e garantia de público será determinante para a próxima fase da teledramaturgia no horário.

Num cenário em que sucessos recentes elevam a expectativa e adaptações geram polêmica, a escolha da substituta aparece como uma decisão-chave. Em qualquer um dos cenários possíveis, a emissora não pode errar: a sucessão de “Avenida Brasil 2” terá efeitos imediatos na grade e na recepção do público.

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A emissora precisa escolher com precisão a novela que substituirá a continuação de João Emanuel Carneiro. Se a sequência for sucesso, a sucessora herda público; se não, terá de reconquistar audiência e evitar comparações.

Antes mesmo de “Avenida Brasil 2” estrear, a TV Globo já enfrenta uma questão estratégica: qual novela irá ocupar o horário logo após a continuação da trama de João Emanuel Carneiro. A escolha exigirá precisão quase cirúrgica, diante do risco de comparações e da pressão por audiência.

Se “Avenida Brasil 2” repetir o sucesso alcançado pela primeira versão em 2012, a novela sucessora receberá um horário aquecido, mas também carregará o peso inevitável da comparação. Caso a continuação não atenda às expectativas, a produção seguinte terá a missão ainda mais complexa de recuperar o público e restabelecer o ritmo de audiência do bloco.

O tamanho do desafio está diretamente ligado ao risco que a própria “Avenida Brasil 2” representa. Com estreia oficialmente marcada para janeiro de 2027 e as gravações prestes a começar ainda neste mês de setembro, a continuação é apresentada como uma aposta de “8 ou 80”. A aposta pode se transformar em um estrondoso sucesso, nos moldes do remake de “Pantanal” (2022), ou enfrentar uma tempestade de críticas, como ocorreu com o recente remake de “Vale Tudo”.

Em paralelo às avaliações artísticas e de recepção, existe a dimensão logística e comercial: programação, escolha de elenco e enquadramento da trama no horário nobre precisarão ser calibrados para minimizar riscos. A decisão pelo título que ocupará a vaga depois de “Avenida Brasil 2” terá impacto direto na grade e nas estratégias de público e anunciantes.

Além disso, a emissora tem recorrido aos números de audiência para rebater reações negativas a adaptações recentes, o que coloca o desempenho em audiência como parâmetro de avaliação — e também como fator de pressão sobre as produções futuras. O equilíbrio entre renovação criativa e garantia de público será determinante para a próxima fase da teledramaturgia no horário.

Num cenário em que sucessos recentes elevam a expectativa e adaptações geram polêmica, a escolha da substituta aparece como uma decisão-chave. Em qualquer um dos cenários possíveis, a emissora não pode errar: a sucessão de “Avenida Brasil 2” terá efeitos imediatos na grade e na recepção do público.

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