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Educação

Governo amplia Rede Nacional de Cursinhos Populares e anuncia nova escola de hip-hop

O governo federal anunciou, nesta terça-feira, 31 de março de 2026, a ampliação da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), que oferece apoio...

01/04/2026 · 14h33 · Atualizado às 18h36
Governo amplia Rede Nacional de Cursinhos Populares e anuncia nova escola de hip-hop
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O governo federal anunciou, nesta terça-feira, 31 de março de 2026, a ampliação da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), que oferece apoio técnico e financeiro a iniciativas voltadas à preparação de estudantes de baixa renda para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O anúncio foi feito durante o evento “Universidade com a Cara do Povo Brasileiro”, realizado no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo.

Transmissão: Record

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Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, o número de cursinhos atendidos pelo programa deve subir de 384, em 2025, para 1,2 mil neste ano. O investimento destinado à rede também será ampliado, passando de R$ 74,4 milhões, em 2025, para R$ 290 milhões, em 2026, conforme informou o ministério.

Escola Nacional de Hip-Hop

No mesmo evento, o governo lançou a Escola Nacional de Hip-Hop (H2E), iniciativa do Ministério da Educação que pretende incorporar elementos da cultura hip-hop ao currículo escolar. A portaria que cria o programa foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro Camilo Santana durante a solenidade. O governo destinará R$ 50 milhões ao projeto nos anos de 2026 e 2027.

O ministro afirmou que a iniciativa visa fortalecer o engajamento de jovens por meio da cultura e contribuir para a implementação da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas.

Institutos federais e discurso do presidente

Durante o ato, o presidente Lula destacou a prioridade do governo em ampliar investimentos em educação e anunciou a intenção de elevar o número de Institutos Federais de Educação de 140 para 800 até o final de 2026. Em seu discurso, o presidente defendeu a educação como investimento essencial ao desenvolvimento do país e ressaltou a importância do diploma, especialmente para a independência econômica das mulheres.

Estiveram presentes, além de Lula e do ministro Camilo Santana, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; o vice-presidente Geraldo Alckmin; e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad. Organizados pelo evento, cerca de 15 mil pessoas participaram, entre estudantes cotistas, alunos de cursinhos populares, jovens e representantes de movimentos sociais.

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Prouni e Lei de Cotas

O Ministério da Educação informou que o Programa Universidade para Todos (Prouni) atingiu recorde neste primeiro semestre de 2026, com 594,5 mil bolsas ofertadas em instituições privadas, e que mais de 65% dos beneficiários se autodeclararam pretos, pardos ou indígenas. Entre 2023 e 2026, o Prouni teria criado 2,3 milhões de bolsas.

Em balanço histórico, o ministério apontou que, desde 2005, o Prouni acumulou 27,1 milhões de inscrições em 21 anos, ofertou 7,7 milhões de bolsas, teve 3,6 milhões de vagas ocupadas e, até 2025, registrou 1,5 milhão de formados.

Sobre a Lei de Cotas, implementada em 2012, o ministério informou que ela resultou em aproximadamente 2 milhões de cotistas matriculados nas redes universitárias públicas e privadas ao longo de 14 anos. Destes, 790 mil ingressaram pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), 1,1 milhão pelo Prouni e 29,6 mil pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A nova Lei de Cotas de 2023 incluiu estudantes quilombolas entre os beneficiários, e entre 2024 e 2026 cerca de 95 mil cotistas ingressaram no ensino superior.

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O ato também marcou as comemorações dos 21 anos do Prouni, dos 14 anos da Lei de Cotas na rede federal e dos dez anos da formatura da primeira turma de cotistas.

Com informações de Agência Brasil

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O governo federal anunciou, nesta terça-feira, 31 de março de 2026, a ampliação da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), que oferece apoio técnico e financeiro a iniciativas voltadas à preparação de estudantes de baixa renda para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O anúncio foi feito durante o evento “Universidade com a Cara do Povo Brasileiro”, realizado no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo.

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Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, o número de cursinhos atendidos pelo programa deve subir de 384, em 2025, para 1,2 mil neste ano. O investimento destinado à rede também será ampliado, passando de R$ 74,4 milhões, em 2025, para R$ 290 milhões, em 2026, conforme informou o ministério.

Escola Nacional de Hip-Hop

No mesmo evento, o governo lançou a Escola Nacional de Hip-Hop (H2E), iniciativa do Ministério da Educação que pretende incorporar elementos da cultura hip-hop ao currículo escolar. A portaria que cria o programa foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro Camilo Santana durante a solenidade. O governo destinará R$ 50 milhões ao projeto nos anos de 2026 e 2027.

O ministro afirmou que a iniciativa visa fortalecer o engajamento de jovens por meio da cultura e contribuir para a implementação da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas.

Institutos federais e discurso do presidente

Durante o ato, o presidente Lula destacou a prioridade do governo em ampliar investimentos em educação e anunciou a intenção de elevar o número de Institutos Federais de Educação de 140 para 800 até o final de 2026. Em seu discurso, o presidente defendeu a educação como investimento essencial ao desenvolvimento do país e ressaltou a importância do diploma, especialmente para a independência econômica das mulheres.

Estiveram presentes, além de Lula e do ministro Camilo Santana, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; o vice-presidente Geraldo Alckmin; e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad. Organizados pelo evento, cerca de 15 mil pessoas participaram, entre estudantes cotistas, alunos de cursinhos populares, jovens e representantes de movimentos sociais.

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Prouni e Lei de Cotas

O Ministério da Educação informou que o Programa Universidade para Todos (Prouni) atingiu recorde neste primeiro semestre de 2026, com 594,5 mil bolsas ofertadas em instituições privadas, e que mais de 65% dos beneficiários se autodeclararam pretos, pardos ou indígenas. Entre 2023 e 2026, o Prouni teria criado 2,3 milhões de bolsas.

Em balanço histórico, o ministério apontou que, desde 2005, o Prouni acumulou 27,1 milhões de inscrições em 21 anos, ofertou 7,7 milhões de bolsas, teve 3,6 milhões de vagas ocupadas e, até 2025, registrou 1,5 milhão de formados.

Sobre a Lei de Cotas, implementada em 2012, o ministério informou que ela resultou em aproximadamente 2 milhões de cotistas matriculados nas redes universitárias públicas e privadas ao longo de 14 anos. Destes, 790 mil ingressaram pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), 1,1 milhão pelo Prouni e 29,6 mil pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A nova Lei de Cotas de 2023 incluiu estudantes quilombolas entre os beneficiários, e entre 2024 e 2026 cerca de 95 mil cotistas ingressaram no ensino superior.

O ato também marcou as comemorações dos 21 anos do Prouni, dos 14 anos da Lei de Cotas na rede federal e dos dez anos da formatura da primeira turma de cotistas.

Com informações de Agência Brasil

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