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Governo de Sergipe leva programa Cuidar-SE a mais municípios e reforça combate à pobreza menstrual

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Durante o mês da mulher, o Governo de Sergipe, por meio das secretarias de Políticas para as Mulheres (SPM), de Assistência Social e Cidadania (Seasic) e da Educação (Seed), ampliou o alcance do Programa Estadual de Promoção, Proteção e Prevenção da Saúde Menstrual nas Escolas (Cuidar-SE). Foram realizadas entregas nos municípios de Lagarto, Riachuelo, Estância, Nossa Senhora do Socorro e Nossa Senhora das Dores.

Este ano, além de assegurar dignidade menstrual e promoção da educação em saúde para milhares de pessoas de nove a 21 anos de idade que menstruam e que estão matriculadas na rede pública estadual de ensino, com a disponibilidade de absorventes íntimos higiênicos, o programa foi ampliado e passou a beneficiar mulheres sergipanas em situação de vulnerabilidade e que estão sendo acompanhadas pelos Centros de Referência de Atendimento à Mulher (Crams).

A ampliação do programa reforça o compromisso do Governo de Sergipe em fortalecer as políticas públicas voltadas para as mulheres. “Especialmente em relação à saúde da mulher, a ampliação do Cuidar-SE é mais uma iniciativa nesse sentido, garantindo que mais sergipanas recebam os absorventes e orientações para que elas tenham dignidade menstrual”, ressaltou a secretária de Políticas para as Mulheres, Danielle Garcia.

Representantes dos municípios destacaram a importância do programa para as pessoas em situação de vulnerabilidade. “Garante mais dignidade e cuidado com a saúde menstrual. Agradeço ao Governo do Estado por contemplar nosso município com essa iniciativa essencial. Seguimos trabalhando cada vez mais em busca de políticas públicas que transformam vidas”, afirmou a prefeita de Nossa Senhora das Dores, Ianna de Dr. Thiago.

A secretária de Políticas para a Mulher de Estância, Claudia Trindade, também ressaltou o impacto da iniciativa do Governo do Estado na vida das beneficiadas. “Para quem nunca passou por isso, um absorvente pode parecer algo simples, mas, para quem vive a realidade da pobreza menstrual, a falta dele significa deixar de ir à escola, faltar ao trabalho e enfrentar situações de extrema vulnerabilidade. Com o ‘Cuidar-SE’, estamos garantindo mais dignidade e respeito às mulheres estancianas”, enfatizou.

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