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Governo negocia acordo para alterar MP do Frete e barrar anistia a caminhoneiros

Governo acerta mudanças na MP do Frete para evitar anistia a caminhoneiros.

14/07/2026 · 20h58
Governo negocia acordo para alterar MP do Frete e barrar anistia a caminhoneiros

O líder do Governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), anunciou nesta segunda-feira (13 de julho de 2026) que o Palácio do Planalto estabeleceu um acordo para modificar trechos da Medida Provisória 1.343 de 2026, conhecida como MP do Frete. O intuito é viabilizar a votação da proposta no Senado, marcada para amanhã, 14 de julho.

A declaração foi feita após uma reunião entre representantes do governo e da oposição, motivada pela greve dos caminhoneiros que teve início no domingo, 12 de julho. Randolfe expressou sua expectativa de que a medida seja apreciada. “Vou comunicar sobre esse acordo agora ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e nossa expectativa é colocar a MP em apreciação amanhã”, disse o senador.

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Para evitar que o texto sofra alterações significativas e precise retornar à Câmara dos Deputados, o que dificultaria a aprovação, o governo decidiu dividir as modificações em duas frentes: emendas de redação e vetos que serão aplicados posteriormente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até cinco dispositivos serão alterados, segundo informações do governo.

As principais mudanças incluem: quanto ao piso salarial, o texto original, relatado pelo deputado Zé Trovão (PL-SP), estipulava um piso de R$ 5.000 para motoristas de longa distância. O acordo prevê a manutenção do piso, mas sem a definição de um valor específico na legislação. “Há um acordo, inclusive com os caminhoneiros, em relação a isso”, afirmou Randolfe.

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Além disso, o governo vetará o artigo 4º da medida provisória, que previa a anistia para caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias federais após as eleições presidenciais de 2022. Randolfe comentou que outras demandas da oposição também serão atendidas através de vetos acordados e ajustes de redação. “Muitas preocupações foram colocadas, mas não há conflito com os caminhoneiros e as questões podem ser ajustadas por emenda de redação”, declarou.

O senador também destacou que a Secretaria Geral da Presidência da República mantém um diálogo aberto com os manifestantes para apresentar os resultados do acordo e, assim, conter a paralisação nacional. “Creio que não subsistirá mais razão para qualquer tipo de paralisação, porque tivemos uma reunião produtiva”, concluiu Randolfe.

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O líder do Governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), anunciou nesta segunda-feira (13 de julho de 2026) que o Palácio do Planalto estabeleceu um acordo para modificar trechos da Medida Provisória 1.343 de 2026, conhecida como MP do Frete. O intuito é viabilizar a votação da proposta no Senado, marcada para amanhã, 14 de julho.

A declaração foi feita após uma reunião entre representantes do governo e da oposição, motivada pela greve dos caminhoneiros que teve início no domingo, 12 de julho. Randolfe expressou sua expectativa de que a medida seja apreciada. “Vou comunicar sobre esse acordo agora ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e nossa expectativa é colocar a MP em apreciação amanhã”, disse o senador.

Para evitar que o texto sofra alterações significativas e precise retornar à Câmara dos Deputados, o que dificultaria a aprovação, o governo decidiu dividir as modificações em duas frentes: emendas de redação e vetos que serão aplicados posteriormente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até cinco dispositivos serão alterados, segundo informações do governo.

As principais mudanças incluem: quanto ao piso salarial, o texto original, relatado pelo deputado Zé Trovão (PL-SP), estipulava um piso de R$ 5.000 para motoristas de longa distância. O acordo prevê a manutenção do piso, mas sem a definição de um valor específico na legislação. “Há um acordo, inclusive com os caminhoneiros, em relação a isso”, afirmou Randolfe.

Além disso, o governo vetará o artigo 4º da medida provisória, que previa a anistia para caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias federais após as eleições presidenciais de 2022. Randolfe comentou que outras demandas da oposição também serão atendidas através de vetos acordados e ajustes de redação. “Muitas preocupações foram colocadas, mas não há conflito com os caminhoneiros e as questões podem ser ajustadas por emenda de redação”, declarou.

O senador também destacou que a Secretaria Geral da Presidência da República mantém um diálogo aberto com os manifestantes para apresentar os resultados do acordo e, assim, conter a paralisação nacional. “Creio que não subsistirá mais razão para qualquer tipo de paralisação, porque tivemos uma reunião produtiva”, concluiu Randolfe.

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