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Cidades

Governo de Sergipe reforça fiscalização de 15 barragens para assegurar abastecimento de água

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), mantém a fiscalização de 15 barragens distribuídas pelo território sergipano. A ação, realizada em conjunto com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), envolve monitoramento diário dos níveis e volumes dos reservatórios a fim de […]

08/11/2025 · 12h55
Governo de Sergipe reforça fiscalização de 15 barragens para assegurar abastecimento de água

O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), mantém a fiscalização de 15 barragens distribuídas pelo território sergipano. A ação, realizada em conjunto com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), envolve monitoramento diário dos níveis e volumes dos reservatórios a fim de garantir segurança hídrica e planejamento do abastecimento.

As estruturas fiscalizadas pertencem à Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), à Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) e ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas em Sergipe (Dnocs/SE).

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Equipe técnica e plano de segurança

Segundo a secretária de Estado do Meio Ambiente, Deborah Dias, uma equipe multidisciplinar acompanha o volume armazenado e executa o Plano de Segurança de Barragens. “O monitoramento permite o planejamento das atividades e assegura a população”, ressaltou.

O gerente de Gestão e Segurança Hídrica da Semac, o geólogo João Carlos Santos da Rocha, explicou que barragens exigem alto investimento financeiro e ambiental. “O planejamento deve garantir que os benefícios superem os custos assumidos pelo poder público e pela sociedade”, afirmou.

Vazão, armazenamento e prevenção

As barragens regularizam a vazão dos rios, reservam água, melhoram a qualidade hídrica e influenciam o microclima local. O técnico da Semac José Venâncio Oliveira informou que o controle de nível evita riscos estruturais. Caso o reservatório ultrapasse o limite, inicia-se o vertimento normal; porém, se o volume for excessivo, a Defesa Civil é acionada conforme o Plano de Segurança.

Monitoramento manual e plataforma digital

Todas as barragens possuem réguas de medição. Os dados coletados manualmente são inseridos em plataforma digital compartilhada com a ANA, permitindo verificar variações de nível e adotar medidas preventivas em situações de seca ou cheia. A Semac também analisa a qualidade da água e o uso do entorno.

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As informações estão disponíveis ao público no portal SerHidro, que reúne gráficos, índices e mapas sobre recursos hídricos em Sergipe.

Barragem do Rio Poxim

A maior estrutura monitorada é a Barragem Sindicalista Jaime Umbelino de Souza, conhecida como Barragem do Rio Poxim, localizada no povoado Timbó, em São Cristóvão. Com capacidade entre 28 e 29 hectômetros cúbicos e 520 hectares de espelho d’água, o reservatório abastece toda a Grande Aracaju e apoia agricultores e indústrias.

As ações de fiscalização da Semac, aliadas ao acompanhamento da ANA e da Defesa Civil, buscam manter o fornecimento regular de água e reduzir riscos para a população sergipana.

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O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), mantém a fiscalização de 15 barragens distribuídas pelo território sergipano. A ação, realizada em conjunto com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), envolve monitoramento diário dos níveis e volumes dos reservatórios a fim de garantir segurança hídrica e planejamento do abastecimento.

As estruturas fiscalizadas pertencem à Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), à Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) e ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas em Sergipe (Dnocs/SE).

Equipe técnica e plano de segurança

Segundo a secretária de Estado do Meio Ambiente, Deborah Dias, uma equipe multidisciplinar acompanha o volume armazenado e executa o Plano de Segurança de Barragens. “O monitoramento permite o planejamento das atividades e assegura a população”, ressaltou.

O gerente de Gestão e Segurança Hídrica da Semac, o geólogo João Carlos Santos da Rocha, explicou que barragens exigem alto investimento financeiro e ambiental. “O planejamento deve garantir que os benefícios superem os custos assumidos pelo poder público e pela sociedade”, afirmou.

Vazão, armazenamento e prevenção

As barragens regularizam a vazão dos rios, reservam água, melhoram a qualidade hídrica e influenciam o microclima local. O técnico da Semac José Venâncio Oliveira informou que o controle de nível evita riscos estruturais. Caso o reservatório ultrapasse o limite, inicia-se o vertimento normal; porém, se o volume for excessivo, a Defesa Civil é acionada conforme o Plano de Segurança.

Monitoramento manual e plataforma digital

Todas as barragens possuem réguas de medição. Os dados coletados manualmente são inseridos em plataforma digital compartilhada com a ANA, permitindo verificar variações de nível e adotar medidas preventivas em situações de seca ou cheia. A Semac também analisa a qualidade da água e o uso do entorno.

As informações estão disponíveis ao público no portal SerHidro, que reúne gráficos, índices e mapas sobre recursos hídricos em Sergipe.

Barragem do Rio Poxim

A maior estrutura monitorada é a Barragem Sindicalista Jaime Umbelino de Souza, conhecida como Barragem do Rio Poxim, localizada no povoado Timbó, em São Cristóvão. Com capacidade entre 28 e 29 hectômetros cúbicos e 520 hectares de espelho d’água, o reservatório abastece toda a Grande Aracaju e apoia agricultores e indústrias.

As ações de fiscalização da Semac, aliadas ao acompanhamento da ANA e da Defesa Civil, buscam manter o fornecimento regular de água e reduzir riscos para a população sergipana.

 

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