Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Tecnologia

Guterres pede ação global contra guerras, ataques a civis e IA perigosa

António Guterres, na 81ª Assembleia-Geral da ONU, alertou para avanço de conflitos, ataques a civis e riscos da inteligência artificial.

25/09/2026 · 08h27 · Atualizado às 16h55
Guterres pede ação global contra guerras, ataques a civis e IA perigosa

Na abertura da 81ª Assembleia-Geral, Guterres alertou para o aumento de conflitos e ataques a civis e a trabalhadores humanitários. Ele pediu ação coordenada contra crises militares, sociais e riscos tecnológicos.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, abriu a 81ª Assembleia-Geral da entidade nesta terça-feira (22) e fez um alerta sobre o avanço de conflitos, ataques contra civis e trabalhadores humanitários e o aprofundamento de divisões geopolíticas.

Publicidade

Ao expor os temas centrais que, segundo ele, vão moldar o futuro, Guterres listou quatro grandes testes de poder que exigirão respostas internacionais coordenadas. Ele afirmou que esses desafios envolvem tanto crises militares quanto problemas sociais e tecnológicos.

“Nosso futuro será moldado pela forma como enfrentarmos quatro grandes testes de poder”,

Na sequência, o secretário-geral citou especificamente conflitos em regiões como o Oriente Médio, a Ucrânia, o Sudão e Mianmar para ilustrar um cenário em que, na avaliação dele, o poder sai do controle, a força se sobrepõe à diplomacia e a responsabilização não acontece.

“Não estamos diante de crises separadas. Estamos diante de capítulos de uma mesma história: a história do poder — como ele é usado e como está mudando”,

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Guterres fez esse pronunciamento em seu último discurso como secretário-geral da ONU, já que seu segundo mandato de cinco anos à frente da entidade se encerraria em dezembro. No tom de balanço, chamou atenção para o conjunto de desafios que, segundo ele, se reforçam mutuamente e ampliam o impacto sobre populações civis.

Entre os riscos destacados no discurso, o avanço rápido da inteligência artificial foi apresentado como um dos que mais preocupam. Guterres avaliou que o desenvolvimento dessa tecnologia pode estar ocorrendo em ritmo superior à capacidade humana de avaliar suas consequências e sublinhou a necessidade de responsabilidade no seu uso.

“Mesmo aqueles que criaram a inteligência artificial dizem que estão ficando cegos diante dela”,

Publicidade

“O perigo não é a tecnologia. O perigo é a tecnologia sem responsabilidade”,

Ao final do discurso, o secretário-geral conclamou os governos a fortalecerem o diálogo, a transparência, a confiança e a cooperação para enfrentar os desafios globais apontados. A mensagem central foi a necessidade de articulação multilateral para prevenir a escalada de conflitos, proteger civis e estabelecer normas e controles efetivos sobre tecnologias emergentes.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Na abertura da 81ª Assembleia-Geral, Guterres alertou para o aumento de conflitos e ataques a civis e a trabalhadores humanitários. Ele pediu ação coordenada contra crises militares, sociais e riscos tecnológicos.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, abriu a 81ª Assembleia-Geral da entidade nesta terça-feira (22) e fez um alerta sobre o avanço de conflitos, ataques contra civis e trabalhadores humanitários e o aprofundamento de divisões geopolíticas.

Ao expor os temas centrais que, segundo ele, vão moldar o futuro, Guterres listou quatro grandes testes de poder que exigirão respostas internacionais coordenadas. Ele afirmou que esses desafios envolvem tanto crises militares quanto problemas sociais e tecnológicos.

“Nosso futuro será moldado pela forma como enfrentarmos quatro grandes testes de poder”,

Na sequência, o secretário-geral citou especificamente conflitos em regiões como o Oriente Médio, a Ucrânia, o Sudão e Mianmar para ilustrar um cenário em que, na avaliação dele, o poder sai do controle, a força se sobrepõe à diplomacia e a responsabilização não acontece.

“Não estamos diante de crises separadas. Estamos diante de capítulos de uma mesma história: a história do poder — como ele é usado e como está mudando”,

Guterres fez esse pronunciamento em seu último discurso como secretário-geral da ONU, já que seu segundo mandato de cinco anos à frente da entidade se encerraria em dezembro. No tom de balanço, chamou atenção para o conjunto de desafios que, segundo ele, se reforçam mutuamente e ampliam o impacto sobre populações civis.

Entre os riscos destacados no discurso, o avanço rápido da inteligência artificial foi apresentado como um dos que mais preocupam. Guterres avaliou que o desenvolvimento dessa tecnologia pode estar ocorrendo em ritmo superior à capacidade humana de avaliar suas consequências e sublinhou a necessidade de responsabilidade no seu uso.

“Mesmo aqueles que criaram a inteligência artificial dizem que estão ficando cegos diante dela”,

“O perigo não é a tecnologia. O perigo é a tecnologia sem responsabilidade”,

Ao final do discurso, o secretário-geral conclamou os governos a fortalecerem o diálogo, a transparência, a confiança e a cooperação para enfrentar os desafios globais apontados. A mensagem central foi a necessidade de articulação multilateral para prevenir a escalada de conflitos, proteger civis e estabelecer normas e controles efetivos sobre tecnologias emergentes.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA