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Política

Haddad defende que investigações sobre Lulinha sejam esclarecidas

Haddad pede esclarecimento sobre investigações de Lulinha e critica gestão anterior.

10/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h10
Haddad defende que investigações sobre Lulinha sejam esclarecidas

Em entrevista, Haddad defendeu a necessidade de “passar a limpo” as investigações sobre Fábio Luís, o Lulinha. Segundo ele, Lula deixou as apurações correrem ao trocar ministros e a direção da PF, ao contrário de Bolsonaro.

O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defendeu nesta segunda-feira (10) a necessidade de “passar a limpo” as investigações relacionadas ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Ele destacou que o atual presidente teria adotado postura diferente da de seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), ao permitir a continuidade das apurações.

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“O apreço que eu tenho pelo presidente Lula é que ele, ao contrário de seu antecessor, mudou ministro da Justiça, mudou diretor-geral da PF, mudou superintendente da PF no Rio de Janeiro para proteger o filho, que é o Flávio Bolsonaro. O presidente não faz isso”, afirmou.

Além das investigações, o ex-ministro mencionou os áudios em que Flávio Bolsonaro teria solicitado R$ 130 milhões ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de um filme sobre o pai. Haddad também criticou a gestão anterior, apontando que problemas ligados ao Banco Master teriam início durante o governo Bolsonaro.

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“O Banco Master financiou a campanha do Tarcísio e do Bolsonaro em 2022. Você pode falar que naquela altura ninguém poderia imaginar que o cara fosse assim. Será que é verdade que aquele filme de segunda categoria custou R$ 134 milhões para ser feito? Essas perguntas cabem fazer. Estamos falando do candidato a presidente que tem 100 imóveis comprados com dinheiro vivo”, concluiu.

As declarações foram feitas em uma série de entrevistas com pré-candidatos aos governos estaduais, em que Haddad foi o primeiro a participar. Segundo a organização das sabatinas, o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também será entrevistado, na próxima quarta-feira (12).

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Em entrevista, Haddad defendeu a necessidade de “passar a limpo” as investigações sobre Fábio Luís, o Lulinha. Segundo ele, Lula deixou as apurações correrem ao trocar ministros e a direção da PF, ao contrário de Bolsonaro.

O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defendeu nesta segunda-feira (10) a necessidade de “passar a limpo” as investigações relacionadas ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Ele destacou que o atual presidente teria adotado postura diferente da de seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), ao permitir a continuidade das apurações.

“O apreço que eu tenho pelo presidente Lula é que ele, ao contrário de seu antecessor, mudou ministro da Justiça, mudou diretor-geral da PF, mudou superintendente da PF no Rio de Janeiro para proteger o filho, que é o Flávio Bolsonaro. O presidente não faz isso”, afirmou.

Além das investigações, o ex-ministro mencionou os áudios em que Flávio Bolsonaro teria solicitado R$ 130 milhões ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de um filme sobre o pai. Haddad também criticou a gestão anterior, apontando que problemas ligados ao Banco Master teriam início durante o governo Bolsonaro.

“O Banco Master financiou a campanha do Tarcísio e do Bolsonaro em 2022. Você pode falar que naquela altura ninguém poderia imaginar que o cara fosse assim. Será que é verdade que aquele filme de segunda categoria custou R$ 134 milhões para ser feito? Essas perguntas cabem fazer. Estamos falando do candidato a presidente que tem 100 imóveis comprados com dinheiro vivo”, concluiu.

As declarações foram feitas em uma série de entrevistas com pré-candidatos aos governos estaduais, em que Haddad foi o primeiro a participar. Segundo a organização das sabatinas, o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também será entrevistado, na próxima quarta-feira (12).

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