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Inmet prevê menos chuvas e temperaturas acima da média no Nordeste até setembro

Inmet prevê menos chuvas e temperaturas acima da média no Nordeste até setembro.

11/07/2026 · 12h26
Inmet prevê menos chuvas e temperaturas acima da média no Nordeste até setembro

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou hoje, 11 de julho, o Boletim Agroclimatológico referente ao mês de julho, trazendo previsões para o trimestre que abrange julho, agosto e setembro de 2026. O documento aponta para um cenário de temperaturas elevadas em grande parte do Brasil, com chuvas abaixo do normal nas regiões Norte e Nordeste, enquanto a Região Sul deverá apresentar maior disponibilidade de água no solo.

A previsão foi elaborada a partir do modelo multimodelo do Inmet, do Centro de Previsão de Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). É importante destacar que os dados apresentam tendências para o trimestre e não substituem as previsões de curto prazo.

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No mês de junho, ocorreu uma distribuição irregular das chuvas. No Nordeste, os maiores volumes de precipitação foram registrados na faixa litorânea, especialmente em Salvador, que contabilizou 229,6 milímetros. Em contrapartida, áreas do oeste da Bahia, sul do Maranhão, Piauí e Vale do São Francisco em Pernambuco tiveram menos de 40 milímetros de chuva, resultando em baixo armazenamento de água no solo.

Para a Região Norte, a previsão é de chuvas abaixo da média em diversos estados, especialmente no norte do Amazonas, onde os desvios podem alcançar até 100 milímetros. As temperaturas na região devem permanecer acima da média, com anomalias de até 2°C em estados como Amazonas, Acre e Pará. No entanto, no norte do Amazonas e Roraima, o armazenamento de água no solo deve superar 70% da capacidade em julho e agosto, o que poderá beneficiar as lavouras de milho segunda safra.

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No Nordeste, a previsão é de chuvas abaixo da média, com desvios de até 50 milímetros. As temperaturas também devem se manter elevadas, com aumentos entre 0,5°C e 1°C na maioria das áreas. Os maiores desvios são esperados no Maranhão e no Piauí. A faixa litorânea, entre o Rio Grande do Norte e a Bahia, deve apresentar condições mais favoráveis, com armazenamento de água no solo acima de 60%.

No entanto, o interior da região enfrenta uma previsão de restrição hídrica, com déficits significativos esperados em julho e agosto. A combinação de menos chuvas e temperaturas elevadas exige atenção especial para lavouras de milho e feijão em sistema de sequeiro. Por outro lado, o clima mais seco pode beneficiar a colheita do algodão no oeste do Matopiba.

No Centro-Oeste, as chuvas devem se manter dentro da média, mas a seca pode avançar, afetando o armazenamento de água no solo. As temperaturas devem ficar acima da média, especialmente em Goiás e no Distrito Federal. No Sudeste, a previsão é de chuvas dentro da média em algumas áreas, enquanto outras podem registrar volumes abaixo do esperado, com atenção especial para lavouras de café e trigo.

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou hoje, 11 de julho, o Boletim Agroclimatológico referente ao mês de julho, trazendo previsões para o trimestre que abrange julho, agosto e setembro de 2026. O documento aponta para um cenário de temperaturas elevadas em grande parte do Brasil, com chuvas abaixo do normal nas regiões Norte e Nordeste, enquanto a Região Sul deverá apresentar maior disponibilidade de água no solo.

A previsão foi elaborada a partir do modelo multimodelo do Inmet, do Centro de Previsão de Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). É importante destacar que os dados apresentam tendências para o trimestre e não substituem as previsões de curto prazo.

No mês de junho, ocorreu uma distribuição irregular das chuvas. No Nordeste, os maiores volumes de precipitação foram registrados na faixa litorânea, especialmente em Salvador, que contabilizou 229,6 milímetros. Em contrapartida, áreas do oeste da Bahia, sul do Maranhão, Piauí e Vale do São Francisco em Pernambuco tiveram menos de 40 milímetros de chuva, resultando em baixo armazenamento de água no solo.

Para a Região Norte, a previsão é de chuvas abaixo da média em diversos estados, especialmente no norte do Amazonas, onde os desvios podem alcançar até 100 milímetros. As temperaturas na região devem permanecer acima da média, com anomalias de até 2°C em estados como Amazonas, Acre e Pará. No entanto, no norte do Amazonas e Roraima, o armazenamento de água no solo deve superar 70% da capacidade em julho e agosto, o que poderá beneficiar as lavouras de milho segunda safra.

No Nordeste, a previsão é de chuvas abaixo da média, com desvios de até 50 milímetros. As temperaturas também devem se manter elevadas, com aumentos entre 0,5°C e 1°C na maioria das áreas. Os maiores desvios são esperados no Maranhão e no Piauí. A faixa litorânea, entre o Rio Grande do Norte e a Bahia, deve apresentar condições mais favoráveis, com armazenamento de água no solo acima de 60%.

No entanto, o interior da região enfrenta uma previsão de restrição hídrica, com déficits significativos esperados em julho e agosto. A combinação de menos chuvas e temperaturas elevadas exige atenção especial para lavouras de milho e feijão em sistema de sequeiro. Por outro lado, o clima mais seco pode beneficiar a colheita do algodão no oeste do Matopiba.

No Centro-Oeste, as chuvas devem se manter dentro da média, mas a seca pode avançar, afetando o armazenamento de água no solo. As temperaturas devem ficar acima da média, especialmente em Goiás e no Distrito Federal. No Sudeste, a previsão é de chuvas dentro da média em algumas áreas, enquanto outras podem registrar volumes abaixo do esperado, com atenção especial para lavouras de café e trigo.

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