Durante apresentação no festival, o DJ britânico elogiou a paixão e a energia dos fãs brasileiros. Ele afirmou que as noites por aqui deixaram de ser shows comuns e viraram experiências verdadeiramente especiais.
Em passagem pelo Rock in Rio 2026, o DJ britânico James Hype falou sobre a relação que construiu com o público do Brasil e ressaltou a intensidade das recepções que tem recebido nas apresentações no país. Segundo ele, a experiência ganhou um significado diferente ao longo dos últimos anos e não se trata de um show qualquer.
“Só quero agradecer aos fãs brasileiros por serem pessoas tão boas e terem tanta paixão. Parece uma ocasião especial. Não é apenas mais um show, é algo realmente mágico”
O artista relacionou parte dessa proximidade ao contato cedo com a cena da música eletrônica brasileira. Em 2021, James Hype lançou uma colaboração com o DJ e produtor Vintage Culture, e desde então, afirmou perceber com mais intensidade a recepção dos fãs em suas vindas ao país.
“O Brasil sempre foi um lugar incrível para mim. Fiz uma colaboração com Vintage Culture em 2021 e, desde então, toda vez que venho ao Brasil me sinto muito bem recebido. Acho que é porque consegui me integrar à música brasileira muito cedo na minha carreira”
Além da conexão histórica com nomes do cenário nacional, o DJ destacou trabalhos mais recentes que incluem parcerias com artistas brasileiros. A faixa “1, 2, 3”, em parceria com Volkoder, foi citada como exemplo dessa aproximação artística. James Hype mencionou que a admiração pelo parceiro vem de cerca de uma década e que a finalização da música envolveu um processo longo até a liberação do sample utilizado.
“Fizemos essa música juntos há dois anos e levamos todo esse tempo para conseguir a aprovação do sample”
Na entrevista, o DJ comentou ainda sobre a rotina de apresentações e a logística da agenda internacional. Ele explicou que chegou ao Brasil vindo diretamente de Ibiza e que precisará retornar à ilha espanhola apenas dois dias depois, o que mantém sua agenda bastante apertada entre shows.
A fala reforça a percepção de que a relação entre artistas internacionais e o público brasileiro segue sendo um dos pontos altos dos grandes festivais no país, com troca direta entre repertórios, colaborações e reconhecimento de influências mútuas. A passagem pelo Rock in Rio 2026 serviu para evidenciar essa dinâmica no palco e nos bastidores.
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