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Aracaju, Domingo, 21 de junho de 2026
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Jovem morta em rope jump: 6 presos após salto sem corda em SP

Policial

Jovem morta em rope jump: 6 presos após salto sem corda em SP

Três homens foram presos por envolvimento na morte de jovem em salto de rope jump em SP.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h17
Jovem morta em rope jump: 6 presos após salto sem corda em SP

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Maria Eduarda, 21 anos, foi lançada sem equipamento de segurança de uma ponte em Limeira. Ao todo, seis homens foram presos pelo crime que chocou o país.

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Três homens foram presos neste sábado (20) por envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Farias, de 21 anos. A jovem faleceu após ser lançada sem corda de segurança durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada em Limeira, interior de São Paulo. A informação sobre as prisões foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Inicialmente, outros três homens já haviam sido detidos um dia após o trágico incidente, que ocorreu em 14 de junho. Segundo as investigações, Maria Eduarda havia contratado a empresa para realizar a atividade esportiva, mas foi lançada por funcionários de uma altura de aproximadamente 40 metros, sem estar presa aos equipamentos de segurança.

Em depoimento à polícia, os primeiros três presos não conseguiram explicar como ocorreu a falha nos equipamentos. A Justiça de São Paulo classificou o caso como negligência e decidiu converter as prisões deles em preventivas.

“Não lembro o que aconteceu”, disse um dos instrutores envolvidos no salto, em depoimento.

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No momento do acidente, testemunhas gravaram a cena e relataram que era possível ouvir gritos de pessoas ao perceberem que Maria Eduarda não estava devidamente presa ao sistema de segurança. Após a queda, manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) foram realizadas por pessoas que estavam no local até a chegada das equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas, infelizmente, a jovem faleceu no local devido a politraumatismo.

O velório de Maria Eduarda ocorreu no dia seguinte ao acidente, no Cemitério Municipal de Jandira, na Grande São Paulo. Durante a perícia, a polícia constatou que a jovem não estava mais com a câmera utilizada para registrar a atividade, o que, segundo o juiz responsável pelo caso, pode indicar uma tentativa de ocultação de provas.

Adicionalmente, quando um dos policiais se afastou para prestar apoio ao resgate, os três funcionários da empresa fugiram em direção a uma área de vegetação próxima. O magistrado destacou que a fuga dos suspeitos após o acidente demonstra risco de obstrução das investigações.

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A Justiça também considerou que os investigados exerciam a atividade de forma habitual, o que poderia representar risco de novos casos se permanecessem em liberdade. A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) informou que a empresa responsável pela atividade não possuía autorização para realizar operações esportivas na Ponte do Esqueleto.

Após a tragédia, o Governo Federal começou a estudar a possibilidade de demolir a estrutura. Em reunião com representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a prefeita de Cordeirópolis e o prefeito de Limeira manifestaram apoio à demolição da ponte e afirmaram que já estão adotando medidas para restringir o acesso ao local.

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Maria Eduarda, 21 anos, foi lançada sem equipamento de segurança de uma ponte em Limeira. Ao todo, seis homens foram presos pelo crime que chocou o país.

Três homens foram presos neste sábado (20) por envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Farias, de 21 anos. A jovem faleceu após ser lançada sem corda de segurança durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada em Limeira, interior de São Paulo. A informação sobre as prisões foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Inicialmente, outros três homens já haviam sido detidos um dia após o trágico incidente, que ocorreu em 14 de junho. Segundo as investigações, Maria Eduarda havia contratado a empresa para realizar a atividade esportiva, mas foi lançada por funcionários de uma altura de aproximadamente 40 metros, sem estar presa aos equipamentos de segurança.

Em depoimento à polícia, os primeiros três presos não conseguiram explicar como ocorreu a falha nos equipamentos. A Justiça de São Paulo classificou o caso como negligência e decidiu converter as prisões deles em preventivas.

“Não lembro o que aconteceu”, disse um dos instrutores envolvidos no salto, em depoimento.

No momento do acidente, testemunhas gravaram a cena e relataram que era possível ouvir gritos de pessoas ao perceberem que Maria Eduarda não estava devidamente presa ao sistema de segurança. Após a queda, manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) foram realizadas por pessoas que estavam no local até a chegada das equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas, infelizmente, a jovem faleceu no local devido a politraumatismo.

O velório de Maria Eduarda ocorreu no dia seguinte ao acidente, no Cemitério Municipal de Jandira, na Grande São Paulo. Durante a perícia, a polícia constatou que a jovem não estava mais com a câmera utilizada para registrar a atividade, o que, segundo o juiz responsável pelo caso, pode indicar uma tentativa de ocultação de provas.

Adicionalmente, quando um dos policiais se afastou para prestar apoio ao resgate, os três funcionários da empresa fugiram em direção a uma área de vegetação próxima. O magistrado destacou que a fuga dos suspeitos após o acidente demonstra risco de obstrução das investigações.

A Justiça também considerou que os investigados exerciam a atividade de forma habitual, o que poderia representar risco de novos casos se permanecessem em liberdade. A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) informou que a empresa responsável pela atividade não possuía autorização para realizar operações esportivas na Ponte do Esqueleto.

Após a tragédia, o Governo Federal começou a estudar a possibilidade de demolir a estrutura. Em reunião com representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a prefeita de Cordeirópolis e o prefeito de Limeira manifestaram apoio à demolição da ponte e afirmaram que já estão adotando medidas para restringir o acesso ao local.

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