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JUSTIÇA FEDERAL REVOGA MANDADO DE PRISÃO CONTRA EX-CEO DAS AMERICANAS

Miguel Gutierrez, ex-CEO do Grupo Americanas, teve seu mandado de prisão revogado pela Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Atualmente, ele cumpre medidas cautelares em Madri, na Espanha, onde reside. A decisão foi confirmada nesta quinta-feira (22).

22/08/2024 · 15h42
JUSTIÇA FEDERAL REVOGA MANDADO DE PRISÃO CONTRA EX-CEO DAS AMERICANAS

Miguel Gutierrez, ex-CEO do Grupo Americanas, teve seu mandado de prisão revogado pela Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Atualmente, ele cumpre medidas cautelares em Madri, na Espanha, onde reside. A decisão foi confirmada nesta quinta-feira (22).

Gutierrez foi preso em junho em Madri, após um pedido das autoridades brasileiras no âmbito da Operação Disclosure, que investiga uma fraude contábil bilionária na Americanas. O Ministério Público Federal (MPF) acusa o executivo de inflar números contábeis para obter altos bônus e ganhos na venda de ações da empresa, com fraudes estimadas em mais de R$ 25 bilhões. A defesa nega as acusações.

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Apesar de reconhecer indícios da participação de Gutierrez na fraude, o relator do caso, desembargador Flávio Lucas, acatou o argumento da defesa de que não havia intenção de fuga, já que o executivo havia deixado o Brasil quase um ano antes de qualquer medida judicial contra ele.

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Miguel Gutierrez, ex-CEO do Grupo Americanas, teve seu mandado de prisão revogado pela Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Atualmente, ele cumpre medidas cautelares em Madri, na Espanha, onde reside. A decisão foi confirmada nesta quinta-feira (22).

Gutierrez foi preso em junho em Madri, após um pedido das autoridades brasileiras no âmbito da Operação Disclosure, que investiga uma fraude contábil bilionária na Americanas. O Ministério Público Federal (MPF) acusa o executivo de inflar números contábeis para obter altos bônus e ganhos na venda de ações da empresa, com fraudes estimadas em mais de R$ 25 bilhões. A defesa nega as acusações.

Apesar de reconhecer indícios da participação de Gutierrez na fraude, o relator do caso, desembargador Flávio Lucas, acatou o argumento da defesa de que não havia intenção de fuga, já que o executivo havia deixado o Brasil quase um ano antes de qualquer medida judicial contra ele.

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