Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Entretenimento

Katy Perry estreia ‘The Lifetimes Tour’ nos cinemas com shows filmados em Paris

O filme-concerto "The Lifetimes Tour" estreia nesta quarta (2), registra shows na Bercy Arena e traz reflexões da cantora sobre carreira e repertório.

02/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h17
Katy Perry estreia ‘The Lifetimes Tour’ nos cinemas com shows filmados em Paris

O filme-concerto estreia nesta quarta (2) e traz imagens dos shows gravados na Bercy Arena em 24/10 e 4 e 5/11 de 2025. Katy revisita sucessos e fala dos desafios para transformar o espetáculo em cinema.

A produção cinematográfica da turnê “The Lifetimes Tour” chega às salas nesta quarta-feira (2). O filme-concerto registra as apresentações da cantora na capital francesa e será exibido nas telonas de diversos países, incluindo o Brasil.

Publicidade

As imagens foram captadas durante os shows na Bercy Arena, nos dias 24 de outubro e 4 e 5 de novembro de 2025. O registro transforma em filme um espetáculo que nasceu em escala monumental e foi pensado para grandes plateias.

Em entrevista, a cantora revisitou os bastidores da produção e comentou os desafios de levar ao palco um espetáculo marcado por coreografias, cenários, iluminação e uma série de elementos técnicos que precisam funcionar em sincronia.

“Passei por cinco continentes diferentes, foram 91 shows”

Ela disse que a dimensão da turnê exigiu precisão nos bastidores: marcações, comandos de iluminação e posicionamento são determinantes para o funcionamento do espetáculo.

“É muito técnico e preciso estar sempre concentrada. Não posso cometer nenhum passo em falso e preciso acertar determinadas marcações, comandos, iluminação e posicionamento. É tudo um efeito dominó.”

Mesmo com essa exigência técnica, a cantora afirmou que procura conservar a sensação de espontaneidade diante do público. Segundo ela, a impressão que fica é de que se diverte muito nos shows, embora mantenha foco constante para que tudo saia conforme o planejado.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“Algumas pessoas dizem que sou eu quem mais se diverte nos meus shows, porque é essa a impressão que passa e é verdade. Eu realmente me divirto muito, mas preciso manter o foco o tempo todo. Tento não demonstrar tanto e passar uma imagem mais tranquila, relaxada.”

No repertório, a produção equilibra sucessos antigos e músicas mais recentes. Ao revisitar faixas que marcaram sua carreira, a cantora refletiu sobre o impacto de “Teenage Dream”, lançado há 16 anos, e também apresentou canções como “Watch It Burn” e “Bandaids”.

“‘Teenage Dream’ foi tipo um Monte Everest, eu escalei ele, vi a vista, mas tem tantas outras montanhas com tantas outras vistas. Eu não preciso escalar o Everest duas vezes pra poder dizer: ‘escalei o Everest duas vezes’. Beleza, uma vez já foi suficiente, então eu só fiquei grata por ter tido aquilo. Muita gente nunca teve isso. Eu seria grata por ter tido nem que fosse um único hit, imagina todos aqueles.”

Publicidade

A cantora também falou sobre a homenagem a Dolly Parton e descreveu a artista como uma presença iluminada, lembrando o trabalho filantrópico e o legado deixado.

“Ela era uma luz tão especial. A luz dela ecoa e vai continuar ecoando para sempre, e agora vai brilhar ainda mais forte. E todo o trabalho filantrópico que ela fazia, todo o trabalho de alfabetização com crianças… eu não sei se todo mundo entende o quanto isso é gigantesco. Eu tive a chance de passar um tempo com ela, e ela era demais, super engraçada. Foi incrível. Parecia que nunca tinha um dia ruim, e se tivesse, ela simplesmente fazia uma piadinha sobre isso. Ela era um anjo na terra. O legado dela é um exemplo a ser seguido para sempre.”

Com “The Lifetimes Tour – Live From Paris”, parte da experiência que antes era exclusiva das arenas será levada para as salas de cinema, permitindo ao público revisitar a trajetória da artista a partir da perspectiva de quem esteve no palco.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
4 min de leitura

O filme-concerto estreia nesta quarta (2) e traz imagens dos shows gravados na Bercy Arena em 24/10 e 4 e 5/11 de 2025. Katy revisita sucessos e fala dos desafios para transformar o espetáculo em cinema.

A produção cinematográfica da turnê “The Lifetimes Tour” chega às salas nesta quarta-feira (2). O filme-concerto registra as apresentações da cantora na capital francesa e será exibido nas telonas de diversos países, incluindo o Brasil.

As imagens foram captadas durante os shows na Bercy Arena, nos dias 24 de outubro e 4 e 5 de novembro de 2025. O registro transforma em filme um espetáculo que nasceu em escala monumental e foi pensado para grandes plateias.

Em entrevista, a cantora revisitou os bastidores da produção e comentou os desafios de levar ao palco um espetáculo marcado por coreografias, cenários, iluminação e uma série de elementos técnicos que precisam funcionar em sincronia.

“Passei por cinco continentes diferentes, foram 91 shows”

Ela disse que a dimensão da turnê exigiu precisão nos bastidores: marcações, comandos de iluminação e posicionamento são determinantes para o funcionamento do espetáculo.

“É muito técnico e preciso estar sempre concentrada. Não posso cometer nenhum passo em falso e preciso acertar determinadas marcações, comandos, iluminação e posicionamento. É tudo um efeito dominó.”

Mesmo com essa exigência técnica, a cantora afirmou que procura conservar a sensação de espontaneidade diante do público. Segundo ela, a impressão que fica é de que se diverte muito nos shows, embora mantenha foco constante para que tudo saia conforme o planejado.

“Algumas pessoas dizem que sou eu quem mais se diverte nos meus shows, porque é essa a impressão que passa e é verdade. Eu realmente me divirto muito, mas preciso manter o foco o tempo todo. Tento não demonstrar tanto e passar uma imagem mais tranquila, relaxada.”

No repertório, a produção equilibra sucessos antigos e músicas mais recentes. Ao revisitar faixas que marcaram sua carreira, a cantora refletiu sobre o impacto de “Teenage Dream”, lançado há 16 anos, e também apresentou canções como “Watch It Burn” e “Bandaids”.

“‘Teenage Dream’ foi tipo um Monte Everest, eu escalei ele, vi a vista, mas tem tantas outras montanhas com tantas outras vistas. Eu não preciso escalar o Everest duas vezes pra poder dizer: ‘escalei o Everest duas vezes’. Beleza, uma vez já foi suficiente, então eu só fiquei grata por ter tido aquilo. Muita gente nunca teve isso. Eu seria grata por ter tido nem que fosse um único hit, imagina todos aqueles.”

A cantora também falou sobre a homenagem a Dolly Parton e descreveu a artista como uma presença iluminada, lembrando o trabalho filantrópico e o legado deixado.

“Ela era uma luz tão especial. A luz dela ecoa e vai continuar ecoando para sempre, e agora vai brilhar ainda mais forte. E todo o trabalho filantrópico que ela fazia, todo o trabalho de alfabetização com crianças… eu não sei se todo mundo entende o quanto isso é gigantesco. Eu tive a chance de passar um tempo com ela, e ela era demais, super engraçada. Foi incrível. Parecia que nunca tinha um dia ruim, e se tivesse, ela simplesmente fazia uma piadinha sobre isso. Ela era um anjo na terra. O legado dela é um exemplo a ser seguido para sempre.”

Com “The Lifetimes Tour – Live From Paris”, parte da experiência que antes era exclusiva das arenas será levada para as salas de cinema, permitindo ao público revisitar a trajetória da artista a partir da perspectiva de quem esteve no palco.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA