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Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos

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Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos

Keiko Fujimori é a virtual presidente eleita do Peru com 50,13% dos votos.

29/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h07
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos

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Keiko Fujimori, candidata do partido Força Popular, é a virtual presidente eleita do Peru, após receber 50,135% dos votos válidos nas eleições realizadas. Com 100% das atas contabilizadas pela ONPE (Oficina Nacional de Processos Eleitorais) nesta segunda-feira, 29 de junho de 2026, Keiko obteve 9.223.396 votos, enquanto seu adversário, Roberto Sánchez, do Juntos por el Perú, recebeu 9.173.755 votos, resultando em uma diferença de apenas 49.641 votos.

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Embora o resultado tenha sido amplamente divulgado, ele ainda precisa ser oficializado pelo JNE (Jurado Nacional de Eleições). O presidente do JNE, Roberto Burneo, anunciou que a proclamação dos resultados finais ocorrerá até o dia 3 de julho, e a cerimônia de entrega das credenciais à chapa vencedora está prevista para o dia 15 de julho.

A vantagem de Keiko já era considerada irreversível desde 24 de junho, quando, com 99,859% das atas apuradas, ela contava com 9.206.241 votos, superando os 9.162.855 votos de Sánchez, com uma diferença de 43.386 votos e cerca de 40.000 votos ainda a serem contabilizados.

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A eleição foi marcada por reviravoltas significativas. Keiko iniciou a contagem na frente em 8 de junho, mas foi ultrapassada por Sánchez durante o processo, retornando à liderança na madrugada de 11 de junho. Essa disputa acirrada gerou uma tensão política considerável no país, com Sánchez contestando a apuração e solicitando a anulação de votos de peruanos que residem no exterior.

Esta vitória representa uma virada na trajetória política de Keiko Fujimori, que havia enfrentado três derrotas consecutivas em eleições presidenciais anteriores. Essa foi a quarta candidatura dela ao cargo. Keiko, de 51 anos, é filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que teve um papel central e controverso na política peruana, sendo lembrado por suas ações de estabilização econômica e combate a grupos insurgentes, embora também tenha sido criticado por violações de direitos humanos e práticas autoritárias.

O ex-presidente Fujimori é conhecido por ter realizado um “autogolpe” em 5 de abril de 1992, quando fechou o Congresso Nacional, suspendeu a Constituição e assumiu poderes ditatoriais. Keiko, por sua vez, começou a ganhar destaque nacional ao se tornar primeira-dama em 1994, após a separação de seus pais. Formada em administração de empresas pela Universidade de Boston e mestre pela Universidade Columbia, foi eleita deputada em 2006 e fundou o Força Popular em 2009, presidindo a sigla desde 2013.

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Keiko Fujimori, candidata do partido Força Popular, é a virtual presidente eleita do Peru, após receber 50,135% dos votos válidos nas eleições realizadas. Com 100% das atas contabilizadas pela ONPE (Oficina Nacional de Processos Eleitorais) nesta segunda-feira, 29 de junho de 2026, Keiko obteve 9.223.396 votos, enquanto seu adversário, Roberto Sánchez, do Juntos por el Perú, recebeu 9.173.755 votos, resultando em uma diferença de apenas 49.641 votos.

Embora o resultado tenha sido amplamente divulgado, ele ainda precisa ser oficializado pelo JNE (Jurado Nacional de Eleições). O presidente do JNE, Roberto Burneo, anunciou que a proclamação dos resultados finais ocorrerá até o dia 3 de julho, e a cerimônia de entrega das credenciais à chapa vencedora está prevista para o dia 15 de julho.

A vantagem de Keiko já era considerada irreversível desde 24 de junho, quando, com 99,859% das atas apuradas, ela contava com 9.206.241 votos, superando os 9.162.855 votos de Sánchez, com uma diferença de 43.386 votos e cerca de 40.000 votos ainda a serem contabilizados.

A eleição foi marcada por reviravoltas significativas. Keiko iniciou a contagem na frente em 8 de junho, mas foi ultrapassada por Sánchez durante o processo, retornando à liderança na madrugada de 11 de junho. Essa disputa acirrada gerou uma tensão política considerável no país, com Sánchez contestando a apuração e solicitando a anulação de votos de peruanos que residem no exterior.

Esta vitória representa uma virada na trajetória política de Keiko Fujimori, que havia enfrentado três derrotas consecutivas em eleições presidenciais anteriores. Essa foi a quarta candidatura dela ao cargo. Keiko, de 51 anos, é filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que teve um papel central e controverso na política peruana, sendo lembrado por suas ações de estabilização econômica e combate a grupos insurgentes, embora também tenha sido criticado por violações de direitos humanos e práticas autoritárias.

O ex-presidente Fujimori é conhecido por ter realizado um “autogolpe” em 5 de abril de 1992, quando fechou o Congresso Nacional, suspendeu a Constituição e assumiu poderes ditatoriais. Keiko, por sua vez, começou a ganhar destaque nacional ao se tornar primeira-dama em 1994, após a separação de seus pais. Formada em administração de empresas pela Universidade de Boston e mestre pela Universidade Columbia, foi eleita deputada em 2006 e fundou o Força Popular em 2009, presidindo a sigla desde 2013.

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