Reserva, Lukaku precisou de apenas meio minuto para mudar o jogo. O atacante participou do gol que garantiu o empate belga no segundo tempo do amistoso contra o Egito.
A Bélgica enfrentou o Egito em um amistoso e, mesmo passando a maior parte do jogo atrás no placar, o cenário mudou rapidamente com a entrada do experiente atacante Romelu Lukaku. Apenas trinta segundos após sua substituição de Charles De Katelaere, Lukaku participou de uma dividida crucial que resultou no gol de empate da equipe belga no segundo tempo.
Após a partida, o técnico Rudi Garcia fez questão de destacar a importância de Lukaku em campo. Ele explicou que a decisão de não escalá-lo entre os 11 iniciais foi baseada em considerações físicas, uma vez que o jogador teria apenas cerca de 30 minutos de disponibilidade. No entanto, a entrada de Lukaku foi decisiva para a pressão que a equipe exerceu sobre a defesa adversária.
“Lukaku, bem, a gente sabe que ele teria uns 30 minutos de disponibilidade física, mas quando ele entra, já dá medo no adversário, ele pressiona a defesa, e a gente precisava da entrada”, afirmou Garcia.
O técnico também comentou sobre a necessidade de melhorar o desempenho da equipe, especialmente em termos de profundidade nas jogadas. “Depois, ele deu profundidade e foi servido pelo Thomas Meunier. Às vezes, vinha faltando um pouco de profundidade. A gente certamente deveria ter jogado mais nas costas deles para feri-los. Mas, bom, temos que melhorar, podemos melhorar”, ressaltou.
A partida foi uma oportunidade para a Bélgica avaliar sua formação e estratégias antes de compromissos mais importantes. O amistoso contra o Egito serviu como um teste para a equipe, que busca aprimorar seu jogo e se preparar para os desafios futuros na competição.
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