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ELEIÇÕES 2026

Lula confirma candidatura e sela coligação ampla pela reeleição

Lula oficializa candidatura à reeleição em convenção do PT em SP, com investigações familiares em foco.

02/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h47
Lula confirma candidatura e sela coligação ampla pela reeleição

Em 2 de agosto de 2026, na zona norte de São Paulo, o PT oficializou Lula com uma coligação ampla (PSB, PDT, PV, PCdoB e PSOL/Rede). Ele permanece na frente das pesquisas, apesar de investigações envolvendo familiares.

No dia 2 de agosto de 2026, o Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou, em convenção na zona norte de São Paulo, a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sua segunda reeleição. Esta será a sétima vez que o petista disputará o cargo de presidente da República.

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Na busca por seu quarto mandato, Lula contará com o apoio da coligação que inclui a Federação PT/PV/PCdoB, além do PSB, PDT e a Federação PSOL/Rede. O presidente lidera as intenções de voto nas principais pesquisas para o primeiro turno, sendo seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL.

Lula adotou como um dos principais motes de sua campanha a defesa da soberania nacional, especialmente em meio ao aumento de tarifas por parte dos Estados Unidos. O entorno do presidente considera que respostas firmes ao governo Donald Trump têm contribuído para sua popularidade.

Com base em pesquisas internas, o PT pretende enfatizar que a família Bolsonaro foi responsável por incitar o aumento das tarifas. Um dos argumentos utilizados é a citação do ex-presidente Jair Bolsonaro na carta que Trump enviou, anunciando taxas contra o Brasil no ano anterior.

Nos últimos dias, Lula tem intensificado o discurso de que os Estados Unidos estariam tentando interferir nas eleições de 2026. Fatos recentes, como a tentativa do Departamento de Estado de enviar uma “missão eleitoral” ao Brasil, devem ser abordados no ato deste domingo.

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Entretanto, enquanto a campanha avança, o filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, se apresenta como um desafio para a candidatura. Na última quinta-feira, o Ministro da Justiça, Anderson Mendonça, autorizou a Polícia Federal a instaurar um inquérito para investigar Lulinha por supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.

A investigação visa esclarecer se Lulinha atuou para intermediar interesses junto ao Ministério da Saúde em negociações relacionadas à autorização para comercialização de cannabis medicinal. O pedido foi encaminhado ao STF em 24 de julho e está sob a relatoria de Mendonça, que também investiga desvios no INSS, onde Lulinha foi mencionado.

O filho do presidente foi citado por sua ligação com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, que é um dos alvos da operação. A defesa de Lulinha afirmou que a investigação é uma “fishing expedition”, argumentando que a Polícia Federal não possui evidências contra ele.

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Lula, que é um dos fundadores do PT e tem uma longa trajetória política, já disputou diversas eleições presidenciais. Após derrotas em 1989, 1994 e 1998, ele foi eleito presidente em 2002 e reeleito em 2006. Em 2010, apoiou a candidatura de Dilma Rousseff. Em 2018, sua candidatura foi indeferida pelo TSE, e ele foi substituído por Fernando Haddad. Em 2022, Lula venceu Jair Bolsonaro e assumiu seu terceiro mandato.

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Em 2 de agosto de 2026, na zona norte de São Paulo, o PT oficializou Lula com uma coligação ampla (PSB, PDT, PV, PCdoB e PSOL/Rede). Ele permanece na frente das pesquisas, apesar de investigações envolvendo familiares.

No dia 2 de agosto de 2026, o Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou, em convenção na zona norte de São Paulo, a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sua segunda reeleição. Esta será a sétima vez que o petista disputará o cargo de presidente da República.

Na busca por seu quarto mandato, Lula contará com o apoio da coligação que inclui a Federação PT/PV/PCdoB, além do PSB, PDT e a Federação PSOL/Rede. O presidente lidera as intenções de voto nas principais pesquisas para o primeiro turno, sendo seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL.

Lula adotou como um dos principais motes de sua campanha a defesa da soberania nacional, especialmente em meio ao aumento de tarifas por parte dos Estados Unidos. O entorno do presidente considera que respostas firmes ao governo Donald Trump têm contribuído para sua popularidade.

Com base em pesquisas internas, o PT pretende enfatizar que a família Bolsonaro foi responsável por incitar o aumento das tarifas. Um dos argumentos utilizados é a citação do ex-presidente Jair Bolsonaro na carta que Trump enviou, anunciando taxas contra o Brasil no ano anterior.

Nos últimos dias, Lula tem intensificado o discurso de que os Estados Unidos estariam tentando interferir nas eleições de 2026. Fatos recentes, como a tentativa do Departamento de Estado de enviar uma “missão eleitoral” ao Brasil, devem ser abordados no ato deste domingo.

Entretanto, enquanto a campanha avança, o filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, se apresenta como um desafio para a candidatura. Na última quinta-feira, o Ministro da Justiça, Anderson Mendonça, autorizou a Polícia Federal a instaurar um inquérito para investigar Lulinha por supostos crimes de tráfico de influência e corrupção.

A investigação visa esclarecer se Lulinha atuou para intermediar interesses junto ao Ministério da Saúde em negociações relacionadas à autorização para comercialização de cannabis medicinal. O pedido foi encaminhado ao STF em 24 de julho e está sob a relatoria de Mendonça, que também investiga desvios no INSS, onde Lulinha foi mencionado.

O filho do presidente foi citado por sua ligação com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, que é um dos alvos da operação. A defesa de Lulinha afirmou que a investigação é uma “fishing expedition”, argumentando que a Polícia Federal não possui evidências contra ele.

Lula, que é um dos fundadores do PT e tem uma longa trajetória política, já disputou diversas eleições presidenciais. Após derrotas em 1989, 1994 e 1998, ele foi eleito presidente em 2002 e reeleito em 2006. Em 2010, apoiou a candidatura de Dilma Rousseff. Em 2018, sua candidatura foi indeferida pelo TSE, e ele foi substituído por Fernando Haddad. Em 2022, Lula venceu Jair Bolsonaro e assumiu seu terceiro mandato.

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