O macaco-prego Alcebíades foi levado ao Centro de Triagem (Cetas) após entrar em residências do condomínio em Salvador. A morte foi comunicada por Marcell Moraes e confirmada pelo Inema.
O macaco-prego Alcebíades, que entrou em residências do condomínio de alto padrão Alphaville 2, em Salvador, na segunda-feira (5/10), morreu horas depois de ser resgatado por agentes da Companhia de Policiamento e Proteção Ambiental (Coppa). A morte foi comunicada pelo ex-deputado estadual Marcell Moraes (PSDB) e confirmada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
De acordo com as informações divulgadas, Alcebíades foi contido por agentes da Coppa, vinculada à Polícia Militar, e encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde passou por avaliação veterinária. Mesmo com os cuidados médicos realizados no Cetas, o primata não resistiu e veio a óbito horas depois do resgate.
O tutor do animal, identificado como o ex-deputado estadual Marcell Moraes (PSDB), levantou a suspeita de envenenamento e pediu a realização de uma investigação para apurar as circunstâncias da morte. Segundo o ex-parlamentar, ele pretende buscar a responsabilização de eventuais envolvidos.
O caso mobilizou agentes de proteção ambiental após relatos de que o macaco-prego havia invadido imóveis dentro do condomínio Alphaville 2. Não houve informações oficiais no material sobre a ocorrência de ferimentos em moradores ou danos materiais associados às entradas do animal nas residências.
O Inema confirmou a morte do primata, mas não foram divulgados detalhes sobre possíveis exames toxicológicos ou laudos que indiquem a causa definitiva do óbito. Também não há, no material original, menção explícita a prazos para a conclusão de eventuais perícias ou à abertura formal de inquéritos pela polícia ambiental.
O episódio reacende debate sobre a presença de animais silvestres em áreas urbanas e sobre as medidas de manejo e proteção necessárias para evitar conflitos entre fauna e população humana. Especialistas e órgãos ambientais costumam defender que situações envolvendo animais silvestres sejam tratadas por equipes técnicas para reduzir riscos tanto para pessoas quanto para os próprios animais.
Até a publicação desta nota, não foram informadas outras providências oficiais além do encaminhamento do animal ao Cetas e das manifestações do tutor e do Inema sobre a confirmação da morte.

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