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Aracaju, Quinta-feira, 25 de junho de 2026
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Maduro pede união após terremotos que deixam 32 mortos na Venezuela

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Maduro pede união após terremotos que deixam 32 mortos na Venezuela

Maduro, detido nos EUA, pede união após terremotos que deixaram 32 mortos na Venezuela.

25/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h24
Maduro pede união após terremotos que deixam 32 mortos na Venezuela

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O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos, publicou uma mensagem de solidariedade às vítimas dos terremotos que atingiram o país, resultando na morte de pelo menos 32 pessoas. O comunicado, divulgado na quarta-feira (24/06/2026), foi assinado por ele e por Cilia Flores, e intitulado “Mensagem de solidariedade à população da Venezuela”.

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Na mensagem, Maduro expressou suas orações pelas famílias afetadas, pelos feridos e por toda a nação venezuelana. Ele enfatizou a importância da união e solidariedade neste momento crítico: “Hoje a palavra é uma só: máxima união, máxima solidariedade e máxima ação”, declarou.

O ex-presidente fez um apelo para que as comunidades cuidem de crianças, idosos e pessoas doentes, além de destacar a necessidade de apoio ao trabalho das equipes de resgate, da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), da proteção civil, médicos, bombeiros, trabalhadores e voluntários.

“Nesta hora difícil, chamamos à união nacional, à serenidade e ao amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, levantar e reconstruir”, afirmou Maduro.

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Ele também mencionou que a Venezuela já enfrentou “grandes provas” no passado e que, com fé, disciplina e solidariedade, superará essa crise atual.

Maduro e Cilia Flores foram detidos por forças norte-americanas em 3 de janeiro de 2026, durante uma operação em Caracas, e levados para Nova York. Desde então, Delcy Rodríguez, também do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), assumiu interinamente o governo do país.

Os terremotos que abalaram a Venezuela deixaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos, conforme o balanço divulgado por Delcy Rodríguez. O número de vítimas ainda não inclui possíveis mortes na região de La Guaira, que fica ao lado de Caracas e foi identificada como a área mais atingida pelos tremores.

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Rodríguez classificou La Guaira como uma “zona de desastre”, relatando “dezenas de edifícios colapsados”. O governo venezuelano anunciou a suspensão das aulas e de atividades não essenciais do serviço público, além de disponibilizar hotéis e abrigos para pessoas que perderam suas casas ou tiveram os imóveis danificados pelos tremores.

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Na mensagem, Maduro expressou suas orações pelas famílias afetadas, pelos feridos e por toda a nação venezuelana. Ele enfatizou a importância da união e solidariedade neste momento crítico: “Hoje a palavra é uma só: máxima união, máxima solidariedade e máxima ação”, declarou.

O ex-presidente fez um apelo para que as comunidades cuidem de crianças, idosos e pessoas doentes, além de destacar a necessidade de apoio ao trabalho das equipes de resgate, da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), da proteção civil, médicos, bombeiros, trabalhadores e voluntários.

“Nesta hora difícil, chamamos à união nacional, à serenidade e ao amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, levantar e reconstruir”, afirmou Maduro.

Ele também mencionou que a Venezuela já enfrentou “grandes provas” no passado e que, com fé, disciplina e solidariedade, superará essa crise atual.

Maduro e Cilia Flores foram detidos por forças norte-americanas em 3 de janeiro de 2026, durante uma operação em Caracas, e levados para Nova York. Desde então, Delcy Rodríguez, também do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), assumiu interinamente o governo do país.

Os terremotos que abalaram a Venezuela deixaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos, conforme o balanço divulgado por Delcy Rodríguez. O número de vítimas ainda não inclui possíveis mortes na região de La Guaira, que fica ao lado de Caracas e foi identificada como a área mais atingida pelos tremores.

Rodríguez classificou La Guaira como uma “zona de desastre”, relatando “dezenas de edifícios colapsados”. O governo venezuelano anunciou a suspensão das aulas e de atividades não essenciais do serviço público, além de disponibilizar hotéis e abrigos para pessoas que perderam suas casas ou tiveram os imóveis danificados pelos tremores.

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