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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Marvel’s Wolverine no PS5: 8 acertos e erros que revelam o jogo da Insomniac

Lista aponta oito pontos entre acertos e falhas de Marvel's Wolverine no PS5, do visual aos combates, passando por linearidade e possibilidade dos X‑Men.

21/09/2026 · 09h05 · Atualizado às 10h20
Marvel’s Wolverine no PS5: 8 acertos e erros que revelam o jogo da Insomniac

Insomniac mistura combates brutais e decisões questionáveis que dividem fãs. Wolverine brilha em cenas e gameplay, mas problemas de ritmo e direção narrativa impedem que o jogo alcance o mesmo impacto de Spider-Man.

O lançamento de Marvel’s Wolverine para PlayStation 5 trouxe à tona uma mistura de elogios e críticas sobre o trabalho da Insomniac Games. O estúdio abriu as portas para o carcaju, mas também permitiu que pontos questionáveis saíssem junto com as novidades.

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Após o estrondoso sucesso da linha Marvel’s Spider-Man, era aguardada uma experiência equivalente com o mutante. Contudo, muita gente discorda que ele se tornará memorável como seu parceiro das HQs. Isso não significa que Marvel’s Wolverine é um jogo ruim: o título acerta em aspectos que o personagem merecia, mas também repete erros e escolhas que dividem a opinião.

8 erros e acertos de Marvel’s Wolverine

  • 8. Acerto: o carcaju merecia um jogo novo. Para se ter em mente, o último game solo de um dos X-Men mais populares foi lançado em 2009. Na prática, se passaram 17 anos sem uma campanha única de Wolverine nos videogames. Apesar de participações pontuais em outros títulos, o mutante precisava desta renovação.
  • 7. Erro: excesso de clichês. A aventura replica padrões do gênero — perseguições, combate no estilo Batman Arkham e outras fórmulas muito vistas em jogos de super‑heróis. A história é original, mas o uso repetido de determinadas mecânicas pode provocar cansaço em quem já conhece bem essas receitas.
  • 6. Acerto: combates com dificuldade elevada. Wolverine tem sentidos aguçados e fator de cura que ajudam, mas as memórias do herói guardam desafios considerados dos mais difíceis que a Insomniac concebeu. Hordas de inimigos exigem combinações perigosas, e atingir pontuações acima de 20 mil ou 40 mil é intenso para quem busca extrair o máximo do personagem.
  • 5. Erro: linear até demais. Não ser mundo aberto não é problema em si, mas a forte linearidade do jogo limita opções de rota e exploração. O jogador segue caminhos retos, cumpre objetivos e chega ao fim sem grandes variações na forma de jogar.
  • 4. Acerto: gráficos de ponta ressaltam Wolverine. O jogo acerta em trajes, cenários e efeitos visuais durante batalhas. Embora alguns personagens não estejam tão bem caracterizados, o nível gráfico mantém compatibilidade com os maiores sucessos do estúdio.
  • 3. Erro: Logan “bonzinho” incomoda. O personagem é violento e letal em combate, mas em cenas com Jean Grey surge uma faceta mais sensível. Ver o herói adotar expressões de vítima após matar centenas de adversários gera desconforto para parte do público.
  • 2. Acerto: abre as portas para os X‑Men. Mesmo sem reunir a equipe dos mutantes, a história aparece como oportunidade para trazer os X‑Men aos videogames em um projeto AAA, ampliando o universo já explorado com Vingadores e Guardiões da Galáxia.
  • 1. Erro: elementos visuais criaram polêmica. A tradução dos sentidos aguçados do herói sofreu interferências visuais exageradas: trilhas, caixas pulsantes e rastros longínquos de aliados geram estímulos que, para muitos, atrapalham mais do que ajudam a jogabilidade.

Em suma, Marvel’s Wolverine se apresenta como um passo importante para levar o personagem a um jogo solo de grande porte, mas também revela decisões que podem impedir que a obra alcance o mesmo apreço conquistado por outros títulos do estúdio. Há nuances: acertos técnicos e conceituais convivem com escolhas narrativas e de design que geraram debates entre jogadores e críticos.

“cabeludos”

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“cão sem dono, na chuva”

“coitado”

O balanço final ainda deve variar conforme o gosto de cada jogador. Para quem espera que Wolverine se transforme em nova referência da casa, as falhas podem pesar; para outros, os momentos de combate, visuais e a própria possibilidade de reintroduzir os X‑Men nos games serão motivos para prestigiar a produção.

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Insomniac mistura combates brutais e decisões questionáveis que dividem fãs. Wolverine brilha em cenas e gameplay, mas problemas de ritmo e direção narrativa impedem que o jogo alcance o mesmo impacto de Spider-Man.

O lançamento de Marvel’s Wolverine para PlayStation 5 trouxe à tona uma mistura de elogios e críticas sobre o trabalho da Insomniac Games. O estúdio abriu as portas para o carcaju, mas também permitiu que pontos questionáveis saíssem junto com as novidades.

Após o estrondoso sucesso da linha Marvel’s Spider-Man, era aguardada uma experiência equivalente com o mutante. Contudo, muita gente discorda que ele se tornará memorável como seu parceiro das HQs. Isso não significa que Marvel’s Wolverine é um jogo ruim: o título acerta em aspectos que o personagem merecia, mas também repete erros e escolhas que dividem a opinião.

8 erros e acertos de Marvel’s Wolverine

  • 8. Acerto: o carcaju merecia um jogo novo. Para se ter em mente, o último game solo de um dos X-Men mais populares foi lançado em 2009. Na prática, se passaram 17 anos sem uma campanha única de Wolverine nos videogames. Apesar de participações pontuais em outros títulos, o mutante precisava desta renovação.
  • 7. Erro: excesso de clichês. A aventura replica padrões do gênero — perseguições, combate no estilo Batman Arkham e outras fórmulas muito vistas em jogos de super‑heróis. A história é original, mas o uso repetido de determinadas mecânicas pode provocar cansaço em quem já conhece bem essas receitas.
  • 6. Acerto: combates com dificuldade elevada. Wolverine tem sentidos aguçados e fator de cura que ajudam, mas as memórias do herói guardam desafios considerados dos mais difíceis que a Insomniac concebeu. Hordas de inimigos exigem combinações perigosas, e atingir pontuações acima de 20 mil ou 40 mil é intenso para quem busca extrair o máximo do personagem.
  • 5. Erro: linear até demais. Não ser mundo aberto não é problema em si, mas a forte linearidade do jogo limita opções de rota e exploração. O jogador segue caminhos retos, cumpre objetivos e chega ao fim sem grandes variações na forma de jogar.
  • 4. Acerto: gráficos de ponta ressaltam Wolverine. O jogo acerta em trajes, cenários e efeitos visuais durante batalhas. Embora alguns personagens não estejam tão bem caracterizados, o nível gráfico mantém compatibilidade com os maiores sucessos do estúdio.
  • 3. Erro: Logan “bonzinho” incomoda. O personagem é violento e letal em combate, mas em cenas com Jean Grey surge uma faceta mais sensível. Ver o herói adotar expressões de vítima após matar centenas de adversários gera desconforto para parte do público.
  • 2. Acerto: abre as portas para os X‑Men. Mesmo sem reunir a equipe dos mutantes, a história aparece como oportunidade para trazer os X‑Men aos videogames em um projeto AAA, ampliando o universo já explorado com Vingadores e Guardiões da Galáxia.
  • 1. Erro: elementos visuais criaram polêmica. A tradução dos sentidos aguçados do herói sofreu interferências visuais exageradas: trilhas, caixas pulsantes e rastros longínquos de aliados geram estímulos que, para muitos, atrapalham mais do que ajudam a jogabilidade.

Em suma, Marvel’s Wolverine se apresenta como um passo importante para levar o personagem a um jogo solo de grande porte, mas também revela decisões que podem impedir que a obra alcance o mesmo apreço conquistado por outros títulos do estúdio. Há nuances: acertos técnicos e conceituais convivem com escolhas narrativas e de design que geraram debates entre jogadores e críticos.

“cabeludos”

“cão sem dono, na chuva”

“coitado”

O balanço final ainda deve variar conforme o gosto de cada jogador. Para quem espera que Wolverine se transforme em nova referência da casa, as falhas podem pesar; para outros, os momentos de combate, visuais e a própria possibilidade de reintroduzir os X‑Men nos games serão motivos para prestigiar a produção.

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