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Aracaju, Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Matu Miranda lança APUAMA, álbum sobre movimento e pertencimento

Matu Miranda lança APUAMA, segundo álbum autoral de 13 faixas, com participações de Elisa Lucinda, Josyara, Chico Chico e Carlos Malta.

05/11/2026 · 10h06 · Atualizado às 11h06
Matu Miranda lança APUAMA, álbum sobre movimento e pertencimento

Matu Miranda transformou experiências pessoais em matéria-prima para APUAMA, seu segundo álbum autoral, que chega às plataformas digitais nesta quarta-feira (4). Com 13 faixas e participações de Elisa Lucinda, Josyara, Chico Chico e Carlos Malta, o disco constrói uma narrativa sobre movimento, saudade e pertencimento a partir de rupturas e mudanças vividas pelo artista.

Cantor, compositor, produtor e violonista sul-mato-grossense radicado no Rio de Janeiro, Matu Miranda integra a nova geração da música brasileira e transita entre MPB, jazz, música instrumental e o cancioneiro de Mato Grosso do Sul. O título do trabalho sintetiza a ideia central do projeto e se conecta à trajetória pessoal do artista.

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“Apuama é uma palavra tupi-guarani para aquilo que não tem morada fixa. É correnteza, movimento”

No repertório, as participações ampliam as camadas sonoras e poéticas do álbum. A abertura traz a voz e a poesia de Elisa Lucinda em “Oração ao sol de amanhã”. Josyara integra “Céu azulzin”, composição de Wilson Bebel, enquanto Chico Chico divide os vocais com Matu em “Estética da fome”. Carlos Malta participa da faixa-título “Apuama”, com sopros que expandem as possibilidades tímbricas da canção.

“Apuama revela uma vida inteira de impermanência, mudanças, saudades e encontros preciosos… E a minha maturidade e consciência para navegar esses sentimentos. Apuama sintetiza a dor e a beleza de tudo isso.”

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Sobre as escolhas de convidados e arranjos, Matu explicou que as parcerias surgiram a partir do que cada música pedia, respeitando a intuição que orientou o projeto. A gravação incluiu instrumentos pouco usuais no cancioneiro brasileiro, com arranjo de Bansuri, clarinete baixo, flauta baixo, clarinete e uma flauta transversal de 1876 na faixa-título.

“As participações não sou eu que decido. É a música! Eu convidei Josyara porque ‘Céu azulzin’, solar e suingada, ganhou um arranjo de samba chula que é a cara dela! ‘Estética da fome’ chamou Chico Chico pela visceralidade rock and roll de um baião contundente e de verbo quente. ‘Apuama’ chama Carlos Malta pelo vento, que gravou um arranjo de Bansuri, Clarinete baixo, Flauta baixo, Clarinete e uma flauta transversal de 1876. É isso, eu só respeitei a minha intuição e o que as músicas pediram.”

O disco também conta com contribuições instrumentais de Frederico Heliodoro, Matheus Donato e Giuliano Eriston, entre outros músicos. A capa do álbum traz imagem assinada por Isabella Moriconi. Ao longo das 13 faixas, Matu Miranda transforma a experiência individual em narrativa musical sem perder de vista a força coletiva dos encontros que deram forma ao trabalho.

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Entre o que se deixa para trás e aquilo que permanece em movimento, APUAMA propõe uma reflexão sobre a possibilidade de criar raízes mesmo quando a vida não oferece morada fixa. Acompanhe o lançamento de “Apuama”, de Matu Miranda.

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Matu Miranda transformou experiências pessoais em matéria-prima para APUAMA, seu segundo álbum autoral, que chega às plataformas digitais nesta quarta-feira (4). Com 13 faixas e participações de Elisa Lucinda, Josyara, Chico Chico e Carlos Malta, o disco constrói uma narrativa sobre movimento, saudade e pertencimento a partir de rupturas e mudanças vividas pelo artista.

Cantor, compositor, produtor e violonista sul-mato-grossense radicado no Rio de Janeiro, Matu Miranda integra a nova geração da música brasileira e transita entre MPB, jazz, música instrumental e o cancioneiro de Mato Grosso do Sul. O título do trabalho sintetiza a ideia central do projeto e se conecta à trajetória pessoal do artista.

“Apuama é uma palavra tupi-guarani para aquilo que não tem morada fixa. É correnteza, movimento”

No repertório, as participações ampliam as camadas sonoras e poéticas do álbum. A abertura traz a voz e a poesia de Elisa Lucinda em “Oração ao sol de amanhã”. Josyara integra “Céu azulzin”, composição de Wilson Bebel, enquanto Chico Chico divide os vocais com Matu em “Estética da fome”. Carlos Malta participa da faixa-título “Apuama”, com sopros que expandem as possibilidades tímbricas da canção.

“Apuama revela uma vida inteira de impermanência, mudanças, saudades e encontros preciosos… E a minha maturidade e consciência para navegar esses sentimentos. Apuama sintetiza a dor e a beleza de tudo isso.”

Sobre as escolhas de convidados e arranjos, Matu explicou que as parcerias surgiram a partir do que cada música pedia, respeitando a intuição que orientou o projeto. A gravação incluiu instrumentos pouco usuais no cancioneiro brasileiro, com arranjo de Bansuri, clarinete baixo, flauta baixo, clarinete e uma flauta transversal de 1876 na faixa-título.

“As participações não sou eu que decido. É a música! Eu convidei Josyara porque ‘Céu azulzin’, solar e suingada, ganhou um arranjo de samba chula que é a cara dela! ‘Estética da fome’ chamou Chico Chico pela visceralidade rock and roll de um baião contundente e de verbo quente. ‘Apuama’ chama Carlos Malta pelo vento, que gravou um arranjo de Bansuri, Clarinete baixo, Flauta baixo, Clarinete e uma flauta transversal de 1876. É isso, eu só respeitei a minha intuição e o que as músicas pediram.”

O disco também conta com contribuições instrumentais de Frederico Heliodoro, Matheus Donato e Giuliano Eriston, entre outros músicos. A capa do álbum traz imagem assinada por Isabella Moriconi. Ao longo das 13 faixas, Matu Miranda transforma a experiência individual em narrativa musical sem perder de vista a força coletiva dos encontros que deram forma ao trabalho.

Entre o que se deixa para trás e aquilo que permanece em movimento, APUAMA propõe uma reflexão sobre a possibilidade de criar raízes mesmo quando a vida não oferece morada fixa. Acompanhe o lançamento de “Apuama”, de Matu Miranda.

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