Andrea Marazzi transformou um Fiat Panda 1993 e registrou no Guinness como o carro dirigível mais estreito do mundo. O projeto em Bagnolo Cremasco levou um ano, manteve 3,4 m de comprimento e reutilizou quase 90% das peças.
O mecânico italiano Andrea Marazzi registrou no Guinness World Records o carro dirigível mais estreito do mundo após transformar um Fiat Panda de 1993. O veículo modificado ficou com apenas 50,2 cm de largura, tornando-se mais fino que uma Honda CG 160 em comparação direta.
A homologação do feito ocorreu em Bagnolo Cremasco, na Itália, depois de um ano de modificações estruturais para reduzir a largura do automóvel. Apesar dos cortes e adaptações, o modelo manteve o comprimento original de 3,4 m e reaproveitou quase 90% dos componentes do carro de base.
O projeto exigiu reconstrução artesanal da carroceria, do assoalho e da suspensão. Colunas, rodas, lanternas e partes dos faróis foram readaptadas para preservar ao máximo a identidade visual tradicional do Panda, mesmo com as alterações drásticas na largura.
A falta de espaço para manutenção do motor a combustão original levou à instalação de um propulsor elétrico alimentado por bateria de 12 volts. Com essa configuração, o veículo, que pesa 246 kg, alcançou velocidade máxima de 15 km/h e autonomia de até 25 km, conforme os dados registrados na homologação.
A cabine foi dimensionada sob medida e comporta apenas o motorista em posição central. Por conta da estabilidade lateral reduzida, o modelo não obteve homologação para circulação em vias públicas e foi destinado exclusivamente a exibições.
O Fiat Panda é um modelo tradicional na história da montadora italiana. O carro foi desenhado por Giorgetto Giugiaro e sua primeira geração chegou na década de 1980, servindo como base para o que viria a ser o projeto do Uno — razão pela qual o Panda passou a ser conhecido como o “primo europeu” do Uno.
O caso se soma a outras experiências de customização e recordes automotivos que atraem atenção por soluções técnicas e criatividade na adaptação de veículos clássicos. No caso do Panda de Marazzi, o equilíbrio entre reaproveitamento de peças originais e intervenções artesanais foi determinante para alcançar a marca de menor largura registrada oficialmente.
O carro permanece como peça de exibição e exemplo de intervenção mecânica e de design sobre um modelo histórico, reforçando o interesse por restauros e projetos que reinventam veículos antigos com tecnologias alternativas.
LEIA TAMBÉM
Susto no Campo: Operador fica ferido após colheitadeira capotar três vezes em Cedro de São João
16 de setSemana do Cliente: veja direitos de quem recebe energia elétrica
16 de setQueima irregular de lixo provoca incêndio em área de vegetação no Marcos Freire II, em Socorro
16 de setReceba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

