Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Notícias

Mecânico italiano entra no Guinness com carro de 50,2 cm de largura

Mecânico italiano transformou um Fiat Panda 1993 no carro dirigível mais estreito do mundo: 50,2 cm de largura e motor elétrico de 12 V.

16/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h59
Mecânico italiano entra no Guinness com carro de 50,2 cm de largura

Andrea Marazzi transformou um Fiat Panda 1993 e registrou no Guinness como o carro dirigível mais estreito do mundo. O projeto em Bagnolo Cremasco levou um ano, manteve 3,4 m de comprimento e reutilizou quase 90% das peças.

O mecânico italiano Andrea Marazzi registrou no Guinness World Records o carro dirigível mais estreito do mundo após transformar um Fiat Panda de 1993. O veículo modificado ficou com apenas 50,2 cm de largura, tornando-se mais fino que uma Honda CG 160 em comparação direta.

Publicidade

A homologação do feito ocorreu em Bagnolo Cremasco, na Itália, depois de um ano de modificações estruturais para reduzir a largura do automóvel. Apesar dos cortes e adaptações, o modelo manteve o comprimento original de 3,4 m e reaproveitou quase 90% dos componentes do carro de base.

O projeto exigiu reconstrução artesanal da carroceria, do assoalho e da suspensão. Colunas, rodas, lanternas e partes dos faróis foram readaptadas para preservar ao máximo a identidade visual tradicional do Panda, mesmo com as alterações drásticas na largura.

A falta de espaço para manutenção do motor a combustão original levou à instalação de um propulsor elétrico alimentado por bateria de 12 volts. Com essa configuração, o veículo, que pesa 246 kg, alcançou velocidade máxima de 15 km/h e autonomia de até 25 km, conforme os dados registrados na homologação.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A cabine foi dimensionada sob medida e comporta apenas o motorista em posição central. Por conta da estabilidade lateral reduzida, o modelo não obteve homologação para circulação em vias públicas e foi destinado exclusivamente a exibições.

O Fiat Panda é um modelo tradicional na história da montadora italiana. O carro foi desenhado por Giorgetto Giugiaro e sua primeira geração chegou na década de 1980, servindo como base para o que viria a ser o projeto do Uno — razão pela qual o Panda passou a ser conhecido como o “primo europeu” do Uno.

O caso se soma a outras experiências de customização e recordes automotivos que atraem atenção por soluções técnicas e criatividade na adaptação de veículos clássicos. No caso do Panda de Marazzi, o equilíbrio entre reaproveitamento de peças originais e intervenções artesanais foi determinante para alcançar a marca de menor largura registrada oficialmente.

Publicidade

O carro permanece como peça de exibição e exemplo de intervenção mecânica e de design sobre um modelo histórico, reforçando o interesse por restauros e projetos que reinventam veículos antigos com tecnologias alternativas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Andrea Marazzi transformou um Fiat Panda 1993 e registrou no Guinness como o carro dirigível mais estreito do mundo. O projeto em Bagnolo Cremasco levou um ano, manteve 3,4 m de comprimento e reutilizou quase 90% das peças.

O mecânico italiano Andrea Marazzi registrou no Guinness World Records o carro dirigível mais estreito do mundo após transformar um Fiat Panda de 1993. O veículo modificado ficou com apenas 50,2 cm de largura, tornando-se mais fino que uma Honda CG 160 em comparação direta.

A homologação do feito ocorreu em Bagnolo Cremasco, na Itália, depois de um ano de modificações estruturais para reduzir a largura do automóvel. Apesar dos cortes e adaptações, o modelo manteve o comprimento original de 3,4 m e reaproveitou quase 90% dos componentes do carro de base.

O projeto exigiu reconstrução artesanal da carroceria, do assoalho e da suspensão. Colunas, rodas, lanternas e partes dos faróis foram readaptadas para preservar ao máximo a identidade visual tradicional do Panda, mesmo com as alterações drásticas na largura.

A falta de espaço para manutenção do motor a combustão original levou à instalação de um propulsor elétrico alimentado por bateria de 12 volts. Com essa configuração, o veículo, que pesa 246 kg, alcançou velocidade máxima de 15 km/h e autonomia de até 25 km, conforme os dados registrados na homologação.

A cabine foi dimensionada sob medida e comporta apenas o motorista em posição central. Por conta da estabilidade lateral reduzida, o modelo não obteve homologação para circulação em vias públicas e foi destinado exclusivamente a exibições.

O Fiat Panda é um modelo tradicional na história da montadora italiana. O carro foi desenhado por Giorgetto Giugiaro e sua primeira geração chegou na década de 1980, servindo como base para o que viria a ser o projeto do Uno — razão pela qual o Panda passou a ser conhecido como o “primo europeu” do Uno.

O caso se soma a outras experiências de customização e recordes automotivos que atraem atenção por soluções técnicas e criatividade na adaptação de veículos clássicos. No caso do Panda de Marazzi, o equilíbrio entre reaproveitamento de peças originais e intervenções artesanais foi determinante para alcançar a marca de menor largura registrada oficialmente.

O carro permanece como peça de exibição e exemplo de intervenção mecânica e de design sobre um modelo histórico, reforçando o interesse por restauros e projetos que reinventam veículos antigos com tecnologias alternativas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA