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MEDUZA une trio e transforma DJ set em show ao vivo no Rock in Rio

O trio MEDUZA falou sobre estreia no Rock in Rio, shows sob chuva e fez um papo sobre faixas como "Lose Control", "Bad Memories" e "Seven Days".

10/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h34
MEDUZA une trio e transforma DJ set em show ao vivo no Rock in Rio

No domingo (6), o trio italiano encerrou a madrugada do New Dance Order com piano, teclados, controladores MIDI e rearranjos ao vivo. Foi a única apresentação completa dos três no Brasil, apesar da chuva.

No domingo (6), o trio italiano MEDUZA encerrou a madrugada do New Dance Order, o palco eletrônico do Rock in Rio, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Diferente dos DJ sets em que costuma haver apenas um integrante em cena, o MEDUZA³ reuniu Luca De Gregorio, Mattia Vitale e Simone Giani juntos, misturando discotecagem, piano, teclados e controladores MIDI, além de rearranjos ao vivo do repertório do grupo.

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Segundo o trio, essa foi a única apresentação completa dos três no país nesta passagem pelo Brasil. Pouco antes de subir ao palco e já sob chuva, o MEDUZA conversou nos bastidores do New Dance Order para um bate-papo na data que esgotou os ingressos com antecedência nesta edição do festival.

A conversa começou relembrando um encontro anterior, no Tomorrowland, na Bélgica, quando o grupo já apontava o Rock in Rio como um momento importante da carreira. Na avaliação do trio, a apresentação representou um dos pontos altos do ano e da trajetória do projeto.

“Foi um dos pontos altos deste ano e, claro, da nossa carreira. A gente cresceu vendo as maiores bandas de rock e os maiores nomes do pop tocarem aqui”

Para o grupo, estar no line-up significou ter alcançado algo especial com o projeto, e havia a expectativa de dividir esse momento com o público brasileiro, ainda que os integrantes tenham demonstrado frustração pela chuva.

“só um pouco chateados com a chuva, mas sei que o público brasileiro consegue lidar com isso sem problema nenhum”

Quando questionados se o tempo ruim mudaria algo na apresentação, o trio foi direto ao afirmar que a proposta do show seria mantida e que a chuva representava mais um desafio para o público aproveitar o momento especial.

“Vai ser o mesmo show. Acho que é mais um desafio para o público, aproveitar esse momento especial em meio a uma dificuldade”

O grupo também refletiu sobre o papel da música em unir as pessoas, independentemente das circunstâncias.

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“A música consegue unir todo mundo em qualquer clima, em qualquer situação que a gente esteja vivendo no mundo. Então vai ser especial por isso”, disse MEDUZA, “principalmente aqui no Brasil”.

No segmento de perguntas rápidas sobre a discografia, os integrantes brincaram e responderam sobre temas ligados a faixas conhecidas do repertório. Ao ser provocado sobre qual integrante seria o mais propenso a “perder o controle” em referência à faixa “Lose Control”, o grupo apontou, entre risos e vozes sobrepostas, o nome de Simone.

“Hum… Simone”

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“É, acho que é ele mesmo”

Sobre a pior lembrança de viagem, em paralelo à faixa “Bad Memories”, o trio adotou tom mais sério ao dizer que as experiências ruins também fazem parte da jornada, destacando o cancelamento de shows como a pior situação pela perda da conexão com os fãs.

“Toda vez que a gente não consegue ver os fãs e criar aquela conexão com eles, é um desperdício da energia que a gente tem. Então essa é a pior experiência da jornada”

Ao tratar da hipótese de sete dias livres, sem shows nem estúdio, em alusão à faixa “Seven Days”, os integrantes disseram que tentariam não fazer nada, mas que acabariam, em regra, voltando a produzir. Entre risos, Matt resumiu a rotina como “dormir, dormir e repetir”, enquanto Simone imaginou o tempo livre “relaxando com o meu cachorro e ouvindo música dos anos 80. Bem envolvente”.

Para encerrar o jogo de referências à carreira e ao hit “Piece of Your Heart”, o trio avaliou que a melhor escolha seria continuar fazendo o trabalho que desenvolvem diariamente, reconhecendo o sentimento de gratidão pelo ofício.

“Eu simplesmente continuaria fazendo esse trabalho. Só fazer esse trabalho já é como um sonho, e a gente se sente abençoado por isso. Então eu escolheria continuar fazendo isso todos os dias e acordar sabendo que a gente pode fazer o que ama todos os dias”

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No domingo (6), o trio italiano encerrou a madrugada do New Dance Order com piano, teclados, controladores MIDI e rearranjos ao vivo. Foi a única apresentação completa dos três no Brasil, apesar da chuva.

No domingo (6), o trio italiano MEDUZA encerrou a madrugada do New Dance Order, o palco eletrônico do Rock in Rio, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Diferente dos DJ sets em que costuma haver apenas um integrante em cena, o MEDUZA³ reuniu Luca De Gregorio, Mattia Vitale e Simone Giani juntos, misturando discotecagem, piano, teclados e controladores MIDI, além de rearranjos ao vivo do repertório do grupo.

Segundo o trio, essa foi a única apresentação completa dos três no país nesta passagem pelo Brasil. Pouco antes de subir ao palco e já sob chuva, o MEDUZA conversou nos bastidores do New Dance Order para um bate-papo na data que esgotou os ingressos com antecedência nesta edição do festival.

A conversa começou relembrando um encontro anterior, no Tomorrowland, na Bélgica, quando o grupo já apontava o Rock in Rio como um momento importante da carreira. Na avaliação do trio, a apresentação representou um dos pontos altos do ano e da trajetória do projeto.

“Foi um dos pontos altos deste ano e, claro, da nossa carreira. A gente cresceu vendo as maiores bandas de rock e os maiores nomes do pop tocarem aqui”

Para o grupo, estar no line-up significou ter alcançado algo especial com o projeto, e havia a expectativa de dividir esse momento com o público brasileiro, ainda que os integrantes tenham demonstrado frustração pela chuva.

“só um pouco chateados com a chuva, mas sei que o público brasileiro consegue lidar com isso sem problema nenhum”

Quando questionados se o tempo ruim mudaria algo na apresentação, o trio foi direto ao afirmar que a proposta do show seria mantida e que a chuva representava mais um desafio para o público aproveitar o momento especial.

“Vai ser o mesmo show. Acho que é mais um desafio para o público, aproveitar esse momento especial em meio a uma dificuldade”

O grupo também refletiu sobre o papel da música em unir as pessoas, independentemente das circunstâncias.

“A música consegue unir todo mundo em qualquer clima, em qualquer situação que a gente esteja vivendo no mundo. Então vai ser especial por isso”, disse MEDUZA, “principalmente aqui no Brasil”.

No segmento de perguntas rápidas sobre a discografia, os integrantes brincaram e responderam sobre temas ligados a faixas conhecidas do repertório. Ao ser provocado sobre qual integrante seria o mais propenso a “perder o controle” em referência à faixa “Lose Control”, o grupo apontou, entre risos e vozes sobrepostas, o nome de Simone.

“Hum… Simone”

“É, acho que é ele mesmo”

Sobre a pior lembrança de viagem, em paralelo à faixa “Bad Memories”, o trio adotou tom mais sério ao dizer que as experiências ruins também fazem parte da jornada, destacando o cancelamento de shows como a pior situação pela perda da conexão com os fãs.

“Toda vez que a gente não consegue ver os fãs e criar aquela conexão com eles, é um desperdício da energia que a gente tem. Então essa é a pior experiência da jornada”

Ao tratar da hipótese de sete dias livres, sem shows nem estúdio, em alusão à faixa “Seven Days”, os integrantes disseram que tentariam não fazer nada, mas que acabariam, em regra, voltando a produzir. Entre risos, Matt resumiu a rotina como “dormir, dormir e repetir”, enquanto Simone imaginou o tempo livre “relaxando com o meu cachorro e ouvindo música dos anos 80. Bem envolvente”.

Para encerrar o jogo de referências à carreira e ao hit “Piece of Your Heart”, o trio avaliou que a melhor escolha seria continuar fazendo o trabalho que desenvolvem diariamente, reconhecendo o sentimento de gratidão pelo ofício.

“Eu simplesmente continuaria fazendo esse trabalho. Só fazer esse trabalho já é como um sonho, e a gente se sente abençoado por isso. Então eu escolheria continuar fazendo isso todos os dias e acordar sabendo que a gente pode fazer o que ama todos os dias”

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