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Metal líquido corrói PS5 antigos; entenda risco e soluções

PS5 antigos podem apresentar problemas de oxidação do metal líquido; entenda o caso.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h40
Metal líquido corrói PS5 antigos; entenda risco e soluções

Donos de PS5 de lançamento devem ficar atentos: há indícios de oxidação no dissipador causada pelo metal líquido aplicado pela Sony. O técnico polonês Modyfikator89 analisou o modelo CFI-1116 e alerta para risco de superaquecimento.

Quem comprou um PlayStation 5 no lançamento, há quase seis anos, deve ficar atento. Há indícios de que esses consoles podem apresentar problemas causados pelo metal líquido aplicado pela Sony — composto que, ao se degradar, pode danificar permanentemente o dissipador de calor e provocar superaquecimento.

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O alerta partiu da análise do técnico polonês conhecido como Modyfikator89, que examinou uma unidade do modelo CFI-1116, primeira grande revisão de hardware do console, marcada por um dissipador mais leve. O aparelho desligava com frequência por superaquecimento.

Ao abrir o console, o técnico encontrou o die da APU em bom estado após a limpeza, mas a área de contato do bloco de resfriamento apresentava forte oxidação, com perda da camada protetora de niquelagem e marcas permanentes na estrutura de cobre do dissipador.

Por que o metal líquido oxida

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O composto usado pela Sony contém liga de gálio, que oferece condutividade térmica superior à das pastas térmicas tradicionais — mas reage quimicamente com metais como o cobre caso a barreira protetora falhe. Com o uso prolongado, o material oxida, seca e se desloca, criando áreas sem contato entre o processador e o sistema de refrigeração.

Sem a transferência adequada de calor, o console passa a operar em limites térmicos elevados, o que ativa o thermal throttling e provoca desligamentos após poucos minutos de jogo.

O caso analisado é isolado e não comprova defeito crônico em toda a linha, mas relatos de usuários em plataformas como o Reddit apontam problemas semelhantes em aparelhos mais antigos.

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A própria Sony parece ter revisto o projeto térmico nos modelos mais recentes: o PS5 Slim e o PS5 Pro trazem microranhuras usinadas e barreiras reforçadas para evitar a fuga do líquido. Menos de três anos após o lançamento do PS5, já havia surgido controvérsia sobre o escorrimento do metal líquido quando o console era usado na posição vertical.

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Donos de PS5 de lançamento devem ficar atentos: há indícios de oxidação no dissipador causada pelo metal líquido aplicado pela Sony. O técnico polonês Modyfikator89 analisou o modelo CFI-1116 e alerta para risco de superaquecimento.

Quem comprou um PlayStation 5 no lançamento, há quase seis anos, deve ficar atento. Há indícios de que esses consoles podem apresentar problemas causados pelo metal líquido aplicado pela Sony — composto que, ao se degradar, pode danificar permanentemente o dissipador de calor e provocar superaquecimento.

O alerta partiu da análise do técnico polonês conhecido como Modyfikator89, que examinou uma unidade do modelo CFI-1116, primeira grande revisão de hardware do console, marcada por um dissipador mais leve. O aparelho desligava com frequência por superaquecimento.

Ao abrir o console, o técnico encontrou o die da APU em bom estado após a limpeza, mas a área de contato do bloco de resfriamento apresentava forte oxidação, com perda da camada protetora de niquelagem e marcas permanentes na estrutura de cobre do dissipador.

Por que o metal líquido oxida

O composto usado pela Sony contém liga de gálio, que oferece condutividade térmica superior à das pastas térmicas tradicionais — mas reage quimicamente com metais como o cobre caso a barreira protetora falhe. Com o uso prolongado, o material oxida, seca e se desloca, criando áreas sem contato entre o processador e o sistema de refrigeração.

Sem a transferência adequada de calor, o console passa a operar em limites térmicos elevados, o que ativa o thermal throttling e provoca desligamentos após poucos minutos de jogo.

O caso analisado é isolado e não comprova defeito crônico em toda a linha, mas relatos de usuários em plataformas como o Reddit apontam problemas semelhantes em aparelhos mais antigos.

A própria Sony parece ter revisto o projeto térmico nos modelos mais recentes: o PS5 Slim e o PS5 Pro trazem microranhuras usinadas e barreiras reforçadas para evitar a fuga do líquido. Menos de três anos após o lançamento do PS5, já havia surgido controvérsia sobre o escorrimento do metal líquido quando o console era usado na posição vertical.

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