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Tecnologia

Microsoft promete reduzir consumo de RAM do Windows 11 com atualização do WinUI

Microsoft admite alto consumo de RAM no Windows 11 e promete correções.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h50
Microsoft promete reduzir consumo de RAM do Windows 11 com atualização do WinUI

Microsoft confirmou que apps nativos do Windows 11 usam RAM em excesso e promete correção. A empresa vai migrar o WinUI para o compositor do sistema e otimizar o uso de memória, diz engenheiro.

A Microsoft reconheceu que os aplicativos nativos do Windows 11 consomem RAM em excesso e prometeu corrigir essa questão com mudanças no WinUI, o framework utilizado para construir o menu Iniciar, partes do shell e diversos aplicativos do sistema. A informação foi divulgada pelo site especializado Windows Latest e confirmada por um engenheiro da equipe de UI do Windows.

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O engenheiro afirmou que a empresa já está investindo na redução do uso de memória e também está migrando o WinUI para o compositor de sistema do Windows. Essa mudança deve resultar em ganhos adicionais de desempenho. As declarações foram feitas durante a Build 2026, uma conferência para desenvolvedores que ocorreu em junho, e foram reportadas pelo Windows Latest nesta semana.

A otimização do sistema vem antes do lançamento de um novo menu Iniciar. A Microsoft está trabalhando em uma versão renovada desse menu, que será construída em WinUI, além de desenvolver uma nova visão para a Central de Notificações. No entanto, antes de lançar essas novidades, a empresa deseja garantir que o framework utilize menos memória e apresente maior estabilidade.

A lógica por trás dessa otimização é que, quanto mais componentes do shell dependem do WinUI, maior será o impacto de qualquer ineficiência do framework sobre a experiência geral do sistema. Um aplicativo isolado que trava ou consome memória em excesso pode incomodar o usuário, mas não altera significativamente a percepção dele sobre o Windows como um todo. Por outro lado, um menu Iniciar lento, que é aberto dezenas de vezes ao dia, expõe o problema com mais frequência.

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O engenheiro também mencionou que as mudanças já estão disponíveis publicamente no repositório Git da equipe, embora a Microsoft não tenha divulgado números concretos sobre a redução do consumo de RAM. Portanto, não há garantia sobre quantos megabytes cada aplicativo economizará após a atualização.

Para os usuários do Windows 11, não se deve esperar mudanças visuais significativas no menu Iniciar quando a versão baseada em WinUI for lançada. O ganho prático deverá ser percebido em menos travamentos e menor consumo de memória, especialmente em computadores com hardware modesto, como notebooks de entrada ou máquinas mais antigas.

Em PCs com bastante RAM, o impacto adicional do framework pode passar despercebido. No entanto, em dispositivos com 4 GB ou 8 GB de memória, que executam navegador, antivírus, ferramentas de sincronização e o próprio shell, a diferença pode ser notada no dia a dia.

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A Microsoft ainda não informou um cronograma para o lançamento das mudanças nem confirmou quais outros componentes do sistema serão migrados para o WinUI após o menu Iniciar e a Central de Notificações.

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Microsoft confirmou que apps nativos do Windows 11 usam RAM em excesso e promete correção. A empresa vai migrar o WinUI para o compositor do sistema e otimizar o uso de memória, diz engenheiro.

A Microsoft reconheceu que os aplicativos nativos do Windows 11 consomem RAM em excesso e prometeu corrigir essa questão com mudanças no WinUI, o framework utilizado para construir o menu Iniciar, partes do shell e diversos aplicativos do sistema. A informação foi divulgada pelo site especializado Windows Latest e confirmada por um engenheiro da equipe de UI do Windows.

O engenheiro afirmou que a empresa já está investindo na redução do uso de memória e também está migrando o WinUI para o compositor de sistema do Windows. Essa mudança deve resultar em ganhos adicionais de desempenho. As declarações foram feitas durante a Build 2026, uma conferência para desenvolvedores que ocorreu em junho, e foram reportadas pelo Windows Latest nesta semana.

A otimização do sistema vem antes do lançamento de um novo menu Iniciar. A Microsoft está trabalhando em uma versão renovada desse menu, que será construída em WinUI, além de desenvolver uma nova visão para a Central de Notificações. No entanto, antes de lançar essas novidades, a empresa deseja garantir que o framework utilize menos memória e apresente maior estabilidade.

A lógica por trás dessa otimização é que, quanto mais componentes do shell dependem do WinUI, maior será o impacto de qualquer ineficiência do framework sobre a experiência geral do sistema. Um aplicativo isolado que trava ou consome memória em excesso pode incomodar o usuário, mas não altera significativamente a percepção dele sobre o Windows como um todo. Por outro lado, um menu Iniciar lento, que é aberto dezenas de vezes ao dia, expõe o problema com mais frequência.

O engenheiro também mencionou que as mudanças já estão disponíveis publicamente no repositório Git da equipe, embora a Microsoft não tenha divulgado números concretos sobre a redução do consumo de RAM. Portanto, não há garantia sobre quantos megabytes cada aplicativo economizará após a atualização.

Para os usuários do Windows 11, não se deve esperar mudanças visuais significativas no menu Iniciar quando a versão baseada em WinUI for lançada. O ganho prático deverá ser percebido em menos travamentos e menor consumo de memória, especialmente em computadores com hardware modesto, como notebooks de entrada ou máquinas mais antigas.

Em PCs com bastante RAM, o impacto adicional do framework pode passar despercebido. No entanto, em dispositivos com 4 GB ou 8 GB de memória, que executam navegador, antivírus, ferramentas de sincronização e o próprio shell, a diferença pode ser notada no dia a dia.

A Microsoft ainda não informou um cronograma para o lançamento das mudanças nem confirmou quais outros componentes do sistema serão migrados para o WinUI após o menu Iniciar e a Central de Notificações.

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