Ele passou mal e morreu na manhã desta segunda (28/9) no Terminal Margaridas, em Irajá. A Liesa confirmou o falecimento, lamentou a perda e ressaltou sua atuação na cobertura do Carnaval e como embaixador de 2025.
O repórter Arilson Cantanhede, conhecido pela atuação na cobertura do Carnaval carioca, faleceu aos 43 anos na manhã desta segunda-feira (28/9), após passar mal e chegar a óbito no Terminal Margaridas, em Irajá.
A morte foi confirmada em nota pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa). No comunicado, a entidade manifestou pesar pela perda e lembrou a atuação de Arilson no Carnaval.
“A diretoria da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa) lamenta profundamente o falecimento de Arilson Cantanhede, embaixador (2025) e repórter do Rio Carnaval. Aos amigos e familiares de Arilson, os nossos mais sinceros sentimentos”
Arilson trabalhava para o Rio Carnaval e já teve passagem pela Band Folia. Era reconhecido pela cobertura dos desfiles e eventos ligados ao Carnaval carioca.
Ainda não se sabe a causa da morte, nem a data do sepultamento. As informações oficiais sobre o enterro e sobre a investigação sobre as circunstâncias do óbito ainda não foram divulgadas.
Segundo informações do relato publicado inicialmente, Arilson teria sofrido um infarto ainda pela manhã. A expressão “teria sofrido” foi mantida nos relatos, sem confirmação definitiva divulgada até o momento.
O falecimento de um profissional atuante na cobertura do Carnaval costuma gerar repercussão no meio artístico e jornalístico, sobretudo entre colegas de cobertura e representantes de escolas de samba. Neste caso, a Liesa externou condolências e destacou o vínculo de Arilson com a festa, citando-o como embaixador de 2025.
Familiares, colegas de profissão e integrantes do setor carnavalesco ainda não tiveram detalhes adicionais divulgados oficialmente sobre as causas do óbito ou sobre a programação de despedida. A confirmação da morte pela Liesa e as informações sobre a carreira de Arilson constam nas primeiras comunicações publicadas sobre o caso.
O episódio interrompe a trajetória de um repórter ligado ao universo do Carnaval carioca e abre expectativa por esclarecimentos posteriores das autoridades competentes sobre as circunstâncias do ocorrido.

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