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MPE defende punição a Lula por propaganda antecipada em favor de candidatas

MPE defende punição a Lula por propaganda antecipada em favor de candidatas ao Senado.

09/07/2026 · 19h03
MPE defende punição a Lula por propaganda antecipada em favor de candidatas

O Ministério Público Eleitoral (MPE) defende que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu propaganda antecipada ao mencionar as ex-ministras Marina Silva e Simone Tebet em um evento realizado em 19 de maio. O parecer foi emitido pela Procuradoria Eleitoral Regional de São Paulo.

A denúncia contra Lula foi feita pelo partido Missão, que tem como pré-candidato à Presidência da República o coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Renan Santos. Santos comemorou a decisão do MPE, destacando a importância da punição. Em um vídeo publicado no X, ele declarou: “Se a Justiça não punir o Lula por isso, o tom que vai dar é o seguinte: ele pode fazer mais coisas que os demais não podem fazer. Estamos de olho.”

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Durante o evento que gerou a controvérsia, Lula se referiu nominalmente a Marina e Simone, ressaltando que “só não mexam com a Janja” ao mencionar a primeira-dama. Ele afirmava que as pessoas poderiam dar voto às duas candidatas, que, com o apoio do presidente e do PT, estão se preparando para concorrer ao Senado Federal por São Paulo. Marina Silva é filiada à Rede Sustentabilidade, enquanto Simone Tebet integra o PSB.

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A legislação brasileira considera crime eleitoral o pedido de votos fora do período oficial de campanha. A procuradora regional eleitoral auxiliar do MPE, Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva, destacou que a postura de Lula teve um “nítido caráter eleitoral”. Em suas palavras, ela enfatizou: “A fala do presidente da República tem nítido caráter eleitoral, uma vez que exalta as qualidades das duas pré-candidatas ao Senado, com pedido explícito de voto, em evento oficial do governo federal.”

A questão da propaganda antecipada é um tema relevante no contexto político brasileiro, onde a legislação busca garantir a equidade entre os candidatos. O desdobramento dessa situação pode influenciar o cenário eleitoral, especialmente para as pré-candidatas apoiadas por Lula.

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) defende que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu propaganda antecipada ao mencionar as ex-ministras Marina Silva e Simone Tebet em um evento realizado em 19 de maio. O parecer foi emitido pela Procuradoria Eleitoral Regional de São Paulo.

A denúncia contra Lula foi feita pelo partido Missão, que tem como pré-candidato à Presidência da República o coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Renan Santos. Santos comemorou a decisão do MPE, destacando a importância da punição. Em um vídeo publicado no X, ele declarou: “Se a Justiça não punir o Lula por isso, o tom que vai dar é o seguinte: ele pode fazer mais coisas que os demais não podem fazer. Estamos de olho.”

Durante o evento que gerou a controvérsia, Lula se referiu nominalmente a Marina e Simone, ressaltando que “só não mexam com a Janja” ao mencionar a primeira-dama. Ele afirmava que as pessoas poderiam dar voto às duas candidatas, que, com o apoio do presidente e do PT, estão se preparando para concorrer ao Senado Federal por São Paulo. Marina Silva é filiada à Rede Sustentabilidade, enquanto Simone Tebet integra o PSB.

A legislação brasileira considera crime eleitoral o pedido de votos fora do período oficial de campanha. A procuradora regional eleitoral auxiliar do MPE, Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva, destacou que a postura de Lula teve um “nítido caráter eleitoral”. Em suas palavras, ela enfatizou: “A fala do presidente da República tem nítido caráter eleitoral, uma vez que exalta as qualidades das duas pré-candidatas ao Senado, com pedido explícito de voto, em evento oficial do governo federal.”

A questão da propaganda antecipada é um tema relevante no contexto político brasileiro, onde a legislação busca garantir a equidade entre os candidatos. O desdobramento dessa situação pode influenciar o cenário eleitoral, especialmente para as pré-candidatas apoiadas por Lula.

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