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Aracaju, Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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MPT investiga dona de loja em Itabaiana após vídeo com ameaças e assédio moral a funcionárias

O Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE) instaurou um inquérito para investigar graves denúncias contra uma empresária, proprietária de uma loja de joias localizada no município de Itabaiana, no Agreste sergipano. A investigação foi motivada por relatos de constrangimento e ameaças trabalhistas direcionadas às funcionárias do estabelecimento.

21/10/2026 · 12h07
MPT investiga dona de loja em Itabaiana após vídeo com ameaças e assédio moral a funcionárias

Empresária teria ameaçado reduzir salários em meio a discussões sobre a escala 5×2; inquérito apura abuso de poder e coerção.

O Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE) instaurou um inquérito para investigar graves denúncias contra uma empresária, proprietária de uma loja de joias localizada no município de Itabaiana, no Agreste sergipano. A investigação foi motivada por relatos de constrangimento e ameaças trabalhistas direcionadas às funcionárias do estabelecimento.

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O caso ganhou ampla repercussão após a circulação de um vídeo nas redes sociais. As imagens registradas mostram uma reunião conduzida pela empresária com sua equipe de vendas. Durante o encontro, a proprietária realiza questionamentos de cunho pessoal e invasivo sobre os salários, as condições financeiras e a rotina profissional de cada funcionária de forma individualizada.

Além do constrangimento público, o MPT aponta que houve ameaças diretas de redução salarial caso o estabelecimento fosse obrigado a adotar a escala de trabalho 5×2 (cinco dias de trabalho para dois de descanso), uma pauta que vem ganhando força nas discussões sobre direitos trabalhistas em todo o país.

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Investigação e próximos passos

Diante da gravidade das imagens e dos relatos, as denúncias foram formalmente encaminhadas à Procuradoria do Trabalho no Município de Itabaiana. O órgão apura se a conduta da empresária configura práticas ilegais, como assédio moral organizacional, abuso do poder diretivo e coerção contra as trabalhadoras.

O MPT informou que a empresária será notificada oficialmente sobre o inquérito e que uma audiência para tratar do caso deve ser agendada para os próximos dias. A investigação segue em andamento para coletar depoimentos e provas, e, até o momento, não há uma conclusão definitiva sobre as sanções que poderão ser aplicadas ao estabelecimento.

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Empresária teria ameaçado reduzir salários em meio a discussões sobre a escala 5×2; inquérito apura abuso de poder e coerção.

O Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE) instaurou um inquérito para investigar graves denúncias contra uma empresária, proprietária de uma loja de joias localizada no município de Itabaiana, no Agreste sergipano. A investigação foi motivada por relatos de constrangimento e ameaças trabalhistas direcionadas às funcionárias do estabelecimento.

O caso ganhou ampla repercussão após a circulação de um vídeo nas redes sociais. As imagens registradas mostram uma reunião conduzida pela empresária com sua equipe de vendas. Durante o encontro, a proprietária realiza questionamentos de cunho pessoal e invasivo sobre os salários, as condições financeiras e a rotina profissional de cada funcionária de forma individualizada.

Além do constrangimento público, o MPT aponta que houve ameaças diretas de redução salarial caso o estabelecimento fosse obrigado a adotar a escala de trabalho 5×2 (cinco dias de trabalho para dois de descanso), uma pauta que vem ganhando força nas discussões sobre direitos trabalhistas em todo o país.

Investigação e próximos passos

Diante da gravidade das imagens e dos relatos, as denúncias foram formalmente encaminhadas à Procuradoria do Trabalho no Município de Itabaiana. O órgão apura se a conduta da empresária configura práticas ilegais, como assédio moral organizacional, abuso do poder diretivo e coerção contra as trabalhadoras.

O MPT informou que a empresária será notificada oficialmente sobre o inquérito e que uma audiência para tratar do caso deve ser agendada para os próximos dias. A investigação segue em andamento para coletar depoimentos e provas, e, até o momento, não há uma conclusão definitiva sobre as sanções que poderão ser aplicadas ao estabelecimento.

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