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04 de maio de 2026

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Publicado em 24 de junho de 2025

Natanzinho Lima revela origem do chapéu que virou sua marca registrada

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chapeu natanxinho

Cantor sergipano conta como o acessório inspirado nos caminhoneiros se tornou símbolo de sua identidade artística e febre entre os fãs

O cantor sergipano Natanzinho Lima revelou, em entrevista recente, a origem do famoso chapéu preto, que se transformou em sua marca registrada e tendência nos festejos juninos. O artista contou que o uso do acessório surgiu de forma casual e está ligado à sua relação afetiva com os caminhoneiros e à sua cidade natal, Itabaiana, conhecida como a capital do caminhão.

“Meu sonho era ser caminhoneiro. Minha família é caminhoneira, e eu sempre levantei essa bandeira. Acabei entrando na música por acaso, depois que um vídeo meu viralizou na escola”, contou Natanzinho.

Segundo o artista, a ideia de usar um chapéu surgiu durante a gravação de um projeto chamado Baimba. “Meu empresário sugeriu que eu usasse um chapéu de palha. Como eu não tinha, acabei pegando um da minha irmã. Ela tinha postado usando esse chapéu típico de caminhoneiro e me incentivou a levar”, relatou.

Apesar de inicialmente ter ficado envergonhado com a nova aparência, o cantor percebeu uma aceitação imediata do público. “No primeiro show que usei, já tinham três pessoas com o mesmo chapéu. A partir daí virou minha marca”, destacou.

O sucesso do acessório cresceu junto com a popularidade do cantor. Durante seus shows, é comum ver multidões usando o famoso chapéu, desde crianças até idosos, tornando o item um verdadeiro símbolo de identidade entre os fãs.

O fenômeno também movimenta a economia informal. O vendedor ambulante Bruno Pereira contou que acompanha a agenda de shows de Natanzinho e lucra com a venda do acessório. “Onde ele vai, eu vou atrás. Vendo o chapéu por R$ 50 a R$ 60. Às vezes as vendas são baixas, depende do lugar e do público, mas sempre vale a pena”, afirmou.

Com carisma e autenticidade, Natanzinho Lima transformou um simples objeto em ícone cultural e reforça sua conexão com as origens e com o público que o acompanha por todo o Nordeste.

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