Mulher tenta entregar drogas no Copemcan com Identidade falsa

Além da tentativa de entrega do entorpecente, ela também responderá pela prática de falsidade ideológica

Redação, 30 de Abril , 2021 - Atualizado em 30 de Abril, 2021

Com o trabalho de verificação de documentos do Instituto de Identificação Dr. Carlos Menezes, os papiloscopistas identificaram o nome falso de uma mulher que foi presa em flagrante por tentar entregar drogas a um interno do Complexo Penitenciário Dr. Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão. No momento do flagrante, Miriam Cleide Gomes dos Santos apresentou um documento falso. Além da tentativa de entrega do entorpecente, ela também responderá pela prática de falsidade ideológica.

De acordo com o diretor do IICM, Jenilson Gomes, o instituto atua na verificação das identificações apresentadas às autoridades policiais no momento das ações de segurança pública. “É um trabalho diário do IICM, em forma de plantão, onde um papiloscopista fica à disposição da unidades policiais para identificação criminal. Quando o papiloscopista foi acionado para fazer a validação do documento, que apresenta rasuras, durante entrevista e coleta das impressões digitais, foi possível constatar que ela não era quem dizia ser”, citou.

Com atuação rápida dos papiloscopistas do IICM, chegou-se à verdadeira identidade dela. “Começou-se um trabalho de investigação e, de forma bem rápida, o papiloscopista já tinha a informação precisa de quem se tratava. Ela estava se passando por uma outra cidadã. O documento é totalmente falso pois não foi expedido pelo Instituto de Identificação. Na nossa base de dados não constava nenhuma emissão do documento que ela apresentou à autoridade policial”, narrou.

Jenilson Gomes também ressaltou que, graças ao trabalho dos servidores do IICM, a suspeita será indiciada sem danos à pessoa que teve o nome utilizado por ela no momento do flagrante. “A principal implicação é que a pessoa que estava tendo os dados utilizados indevidamente passaria a responder um processo criminal e, posteriormente, passaria a responder por um crime que não cometeu”, finalizou Jenilson Gomes reiterando o serviço de identificação do IICM.

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