Representantes da Hebron vêm a Sergipe para conhecer processo de pesquisa do Ziclague(R)

Redação, 31 de Agosto , 2021

Representantes comerciais da Hebron, indústria farmacêutica responsável pela confecção e venda do Ziclague, primeiro medicamento fitoterápico genuinamente nordestino, estiveram em Aracaju com o objetivo de conhecer o Instituto de Tecnologia e Pesquisa-ITP e o estudo desenvolvido pela pesquisadora Dra. Edna Aragão.

“A intenção é conhecer o processo de pesquisa para compreender a dimensão do medicamento que estamos vendendo. Particularmente escolhi trabalhar com o Ziclague porque é um produto que traz qualidade de vida, não só para o paciente, mas também para a família desse paciente. Isso traz um propósito de trabalho”, revela Marcelo Litrico, gerente de vendas nacional da Hebron.

Para o gerente distrital de vendas do laboratório, Jader Danilo Costa Silveira, experienciar a história do Ziclague e perceber os valores do produto sendo defendidos pela inventora, trouxe um outro olhar e novas perspectivas de negócios para a equipe.

“A nossa expectativa por conhecer a Dra. Edna, a mãe desse produto, já era alta. Depois de conhecer toda estrutura do local onde o Ziclague foi criado saímos com um ar de satisfação ainda maior. Esse produto é mais do que um medicamento. É a oferta de mudança do prognóstico de vida para o paciente e para a família. Saímos daqui realmente renovados”.

De acordo com o consultor João Davi de Moraes Cardoso, o compartilhamento de informações possibilitará traçar novas estratégias de venda do produto. “Acreditamos que quando não conhecemos a nossa história tendemos a andar em espiral. Conhecer a origem, verificar a dedicação, a estrutura do Instituto para o desenvolvimento deste trabalho, ouvir da própria pesquisadora sobre as suas expectativas quanto a aplicação, só aumenta a nossa motivação e nos oferta novas perspectivas de comercialização”.  

O Ziclague, fitomedicamento patenteado no Brasil e no exterior, que está no mercado desde 2017, inaugurou um novo capítulo no tratamento de comprometimentos decorrentes de lesões do Sistema Nervoso Central.

“O reconhecimento do produto mostra o quanto a equipe de representantes está empenhada. Essa reunião trará bons frutos para além das questões comerciais. Vai possibilitar que mais pacientes e profissionais de saúde conheçam a proposta do Ziclague e tenham mais acesso ao medicamento”, expressou a Dra. Edna Aragão.

 O encontro reuniu, além dos representantes comerciais da farmacêutica e a pesquisadora Profa.Dra. Edna Aragão, a analista de Inovação da Agência de Gestão da Inovação e Transferência do ITP, Ila Natielle Neres e o presidente do Instituto de Tecnologia de Pesquisa, Dr. Diego Menezes.

 “O Ziclague que é empregado no tratamento da espasticidade, doença que compromete o sistema neuromotor, é uma tecnologia que surgiu na academia, com grande potencial para o mercado nacional e internacional. Nessa busca por novas tecnologias e aperfeiçoamento de processos, estamos trabalhando no reposicionamento desse medicamento”, conclui Dr. Diego Menezes. 

Assessoria de Imprensa | ITP

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