Saiba como trabalhar nos EUA e ganhar em dólar

Redação, 24 de Outubro , 2021


Nos últimos meses, muitos brasileiros optaram por investir as verbas rescisórias impostas pelas demissões da pandemia em programas de intercâmbio, seja para aprimorar a fluência em outro idioma ou como porta de entrada para um emprego, em dólar. Afinal, essa busca pelo “sonho americano”, que inclui bons salários e melhor qualidade de vida nunca esteve tão em alta.

 

Mas, cada opção requer uma autorização diferente e o brasileiro precisa estar atento a elas para não se tornar um ilegal. “O visto de trabalho temporário é o H, para consegui-lo é preciso uma petição de trabalho (Form I- 129) submetida pelo empregador dos EUA, que deve ser aprovado pelo serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos. E além do visto H, existem outros, como o visto H-1B (ocupação de especialista); visto H-2B (trabalho qualificado e não qualificado) e visto H-3 (estagiários)”, explica Arleth Bandera, especialista em processos imigratórios. 

 

Recentemente o Ministério das Relações Exteriores levantou dados mostrando que há 4,2 milhões de brasileiros vivendo longe do país, se comparado com 2018, houve um aumento de quase 20%. Os dados ficam ainda mais impressionantes se considerarmos que a pesquisa não computa, com exatidão, quem saiu do país e se encontra de forma ilegal. Estimativas falam em até 50% a mais de pessoas nessa condição, dessa forma, o número chegaria a 6 milhões.

 

“Chega a ser um problema de perspectiva, a conta simplesmente não fecha! Senti essa diferença quando me mudei para os Estados Unidos. O salário no Brasil acaba sendo mais baixo e o custo de vida, muito alto. E por isso, como eu, há vários brasileiros buscando outras oportunidades”, explica a CEO da Eagle que se mudou para os EUA em 2016.

 

É cada vez maior o número de famílias com integrantes com pelo menos um integrante com diploma superior indo embora, e sem intenção de voltar. Os problemas econômicos do país, a qualidade de vida e o quesito “ganhar em dólar” são os principais motivos dessa “diáspora”.

 

Enquanto o brasil registra 14,4 milhões de desempregos e uma taxa de desemprego de 14,1%, no segundo trimestre. Nos Estados Unidos, esse nível era de 7,8% há um ano, e agora está em 5,2%, em julho, o país tinha quase 11 milhões de vagas abertas, de acordo com a secretária de estatísticas de trabalho do país.

 

” Aqui na Eagle, somos uma agência de intercâmbio com cursos de idiomas e cursos em universidade e também, especialistas em processos migratórios( alteração do status do visto, Green Card), contamos com uma equipe super competência que cuida desses casos. E nos últimos meses sentimos um grande aumento na procura por esses processos. As pessoas estão atrás do “sonho americano”, e posso dizer que com o aumento da vacinação, retorno da economia, está sobrando emprego aqui. Profissionais da área de saúde, aviação, tecnologia e logística estão em alta.”, explica Arleth.

 

Se você quiser saber mais sobre intercâmbio, programas/ cursos, alteração de visto, Green Card, acesse: www.eagleintercambio.com

 

Sobre: A Eagle intercâmbio é uma startup localizada no Vale do Silício (Califórnia), sendo a primeira agência de intercâmbio feita totalmente por brasileiros na região. Com clientes oriundos de diferentes localidades, a presença física da equipe da Eagle nos Estados Unidos, único destino atendido pela agência, permite com que a empresa dê suporte em tempo real, aos seus alunos, entendendo e identificando as necessidades de cada um deles. Dessa forma, a startup faz parte de um seleto grupo de agências, com um dos maiores índices de aprovação de vistos para alunos brasileiros, carregando em sua trajetória até hoje mais de 1000 alunos brasileiros formados pela Eagle. Para saber mais acesse: www.eagleintercambio.com

 

 

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