Alunos da Unit coletam dados para pesquisa sobre coordenação motora com atletas paralímpicos

Redação, 07 de Dezembro , 2021

Durante o Meeting Paralímpico Loterias Caixa, realizado no último sábado, 4, no Complexo Esportivo Tiradentes, o Laboratório de Biociências da Motricidade Humana – LABIMH, do Programa de Saúde e Ambiente (PSA), coordenou uma equipe formada por doutorandos e mestrandos, bem como acadêmicos dos cursos de Educação Física, Fisioterapia, Medicina e Odontologia.

No local, foi realizada uma pesquisa sobre as condições de saúde dos paratletas, onde a coleta de dados recolheu subsídios e informações chaves para as dissertações de mestrado de acadêmicos do PSA da Unit. De acordo com Estélio Dantas, professor da Unit, aproximadamente 16 alunos participaram da atividade que ocorreu no complexo esportivo da Universidade.

“Vamos fazer uma coleta pelo Google Forms, depois uma anamnese, que é uma verificação de condições gerais do paciente e iremos aplicar um questionário sobre estresse, resiliência, rendimento esportivo e qualidade de vida. Também iremos aplicar uma bateria de testes em relação a coordenação motora para atletas cadeirantes e vamos verificar a saúde bucal dos atletas”, explica. 

Cássio Murilo, mestrando no Programa de Saúde e Ambiente, é formado em Educação Física relata que o Meeting Paralímpico é de fundamental importância para a validação do seu projeto de mestrado. “O teste que iremos aplicar tem cinco etapas e avalia desde a coordenação motora fina até a coordenação motora grossa. Esperamos encontrar um grupo homogêneo e iremos utilizar o nosso critério de avaliação para embasar a pesquisa. Nossa expectativa é ajudar na qualidade de vida das pessoas que utilizam cadeira de rodas. Já que a motricidade tem um papel importante na locomoção, individualidade e na prática esportiva desses atletas”, disse.

A aluna do quinto período de Medicina, Gabrielle dos Santos Moreira, participou da atividade de forma prática, ajudando na aplicação de questionários. “A vivência com pessoas com deficiência é algo muito importante e infelizmente na prática clínica é difícil ter contato com PCDs por causa da falta de acessibilidade de alguns locais e ter esse contato maior é fundamental para a minha formação como médica”. 


Assessoria de Imprensa | Unit

 

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