Mesmo sem o Brasil, veja razões para não perder a final da Copa do Mundo

Patrão dos protagonistas da decisão de domingo, país do Oriente Médio exibirá ao mundo duelo à parte entre os astros do Paris Saint-Germain Messi e Mbappé

Redação, 15 de Dezembro , 2022

A Copa do Mundo terá neste domingo, às 12h, no Estádio Icônico Lusail, a final que o emir do Qatar pediu aos deuses, ou melhor, aos alás da bola. Patrão de dois dos três craques mais badalados do Paris Saint-Germain, a Qatar Sports Investments colocará em cartaz na tigela dourada erguida no deserto um duelo entre Lionel Messi e Kylian Mbappé. Um encontro entre o quase passado e o futuro da Copa do Mundo. O camisa 10 argentino anunciou que a partida será a última dele em cinco participações no torneio. Depois do vice em 2014, ele terá, aos 35 anos, a chance de igualar os feitos dos ídolos Mário Kempes (1978) e Diego Maradona (1986) para levar o país ao tricampeonato.

Do outro lado, o atual campeão Mbappé desfrutará a oportunidade de ser bi da Copa do Mundo aos 23 anos. Só um tal de Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, conseguiu essa proeza mais jovem. Tinha 21, em 1962, quando o Brasil faturou duas edições seguidas no Chile. O camisa 10 sofreu lesão, perdeu o restante do Mundial, mas viu Mané Garrincha brindá-lo com a segunda taça. Ao contrário de Pelé, Mbappé disputou todas as partidas na impressionante campanha de superação da França. Mesmo sem o melhor do mundo Benzema e o par de volantes titular Kanté e Pogba, os atuais campeões acabam de quebrar um tabu ao eliminar o valente Marrocos, ontem, por 1 x 0, no Estádio Al Baytt. No domingo, a França será a primeira seleção a defender a taça desde o Brasil, em 1994 e 1998.

A seguir, o Correio aponta 10 motivos para não perder o banquete árabe de domingo.

Menu do banquete árabe
O último tango: Lionel Messi afirmou desde o início da Copa do Mundo que essa seria sua última participação no torneio. A despedida depois de cinco presenças consecutivas no torneio desde 2006, na Alemanha, aos 19 anos, até o Qatar, em 2022, com 35.

Combo: Depois bater Maradona e Batistuta e virar o maior artilheiro da Argentina em Copas (11); e de bater Cristiano Ronaldo em jogos como melhor emcampo (11), elepodepassar Pelé em gols (11 x 12), Matthaus em jogos (25 x 25) e Maldini em minutos na Copa (2.194 x 2.217).

Nenhum outro igual: Argentina e França se enfrentaram três vezes na história da Copa do Mundo, apenas uma vez em jogo eliminatório. Há quatro anos e meio, os gauleses tiraram Messi e companhia nas oitavas de final, por 4x3.Aseleção alviceleste venceu os duelos de 1930 e 1978.

Passagem de bastão: A decisão é simbólica. Pode significar uma troca de guarda no futebol. Com a saída de gênios como Messi e Cristiano Ronaldo de cena, o jovem Kylian Mbappé é candidatíssimo a modelo de excelência nas próximas edições da Copa do Mundo, principalmente em 202.

Quebra de tabu: A Copa do Mundo não tem um bicampeão em edições consecutivas desde há 60 anos. O Brasil foi o último a atingir o feito nas conquistas de 1958 e 1962. Além dos penta campeões, a Itália enfileirou dois títulos seguidos nas longínquas versões de 1934 e 1938.

Artilharia: Os ataques de Argentina e França brigam gol a gol pelo primeiro lugar. Messi e Mbappé lideram com cinco bolas na rede cada. Parceiros dos dois astros, os centroavantes Julian Álvares e Giroud estão na cola dos dois astros com quatro gols cada um.

Outro patamar: Depois de se igualar a Zagallo e Beckenbauer em 2018 como mais um campeão da Copa como jogador e técnico, Didier Deschamps pode ir além no domingo. É dele a chance de
se tornar o segundo treinador bicampeão da Copa, igualando o feito do italiano Vittorio Pozzo.

Vai faltar lugar: A decisão de domingo pode ter o segundo maior público desde a final entre Brasil e Itália, em 1994, nos Estados Unidos. A capacidade do Estádio Icônico Lusail é de 88.966 torcedores. Nenhuma final depois daquela superou a barreira de 88 m.

Admirável mundo novo: Você ouviu por muito tempo que o Brasil era o único a ter conquistado a Copa fora do continente, em 1958 e 2002. O campeão no domingo será o quarto! Depois da Espanha (África) e da Alemanha (América do Sul), Argentina ou França erguerão a taça na Ásia.

Fim de uma era: A decisão será a última da Copa com 32 países, em vigor desde 1998. Quando o juiz apitar o fim do jogo no Estádio Icônico Lusail, o torneio vai virar um coração de mãe e receberá 48 países em 2026. Anfitriões, Canadá, Estados Unidos e México estão classificados.

fonte: www.correiobraziliense.com.br

 


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