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Brasil

Novas regras do Pix buscam aumentar segurança e combater fraudes a partir de novembro

A partir de 1º de novembro, o sistema de pagamentos instantâneos, Pix, passará a contar com novas medidas de segurança para proteger os usuários e combater fraudes. Entre as principais mudanças, está a exigência de que transferências acima de R$ 200 só poderão ser realizadas a partir de dispositivos previamente cadastrados na instituição financeira. Para dispositivos não cadastrados, haverá um limite diário de R$ 1 mil.

18/10/2024 · 09h14 · Atualizado às 19h05
Novas regras do Pix buscam aumentar segurança e combater fraudes a partir de novembro

A partir de 1º de novembro, o sistema de pagamentos instantâneos, Pix, passará a contar com novas medidas de segurança para proteger os usuários e combater fraudes. Entre as principais mudanças, está a exigência de que transferências acima de R$ 200 só poderão ser realizadas a partir de dispositivos previamente cadastrados na instituição financeira. Para dispositivos não cadastrados, haverá um limite diário de R$ 1 mil.

Segundo o Banco Central (BC), a nova regra aplica-se apenas a celulares e computadores que ainda não tenham sido utilizados para realizar transações via Pix. Dispositivos já cadastrados anteriormente não serão afetados. Além disso, as instituições financeiras deverão adotar tecnologias avançadas de segurança para identificar transações atípicas e combater fraudes, utilizando dados fornecidos pelo próprio BC.

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Outro aspecto das novas diretrizes inclui a verificação semestral dos registros de fraude dos clientes, permitindo que as instituições financeiras possam tomar medidas cautelares, como aumentar o tempo para efetuar uma transação ou bloquear temporariamente transferências suspeitas. Em casos mais graves, até o encerramento do relacionamento com o cliente pode ser considerado.

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O Banco Central também anunciou uma nova funcionalidade prevista para 16 de junho de 2025, o Pix Automático, que permitirá autorizar cobranças recorrentes, como contas de água, luz e mensalidades, sem a necessidade de autenticação para cada transação.

Essas iniciativas reforçam o compromisso do BC em aumentar a segurança do Pix e proteger os consumidores contra fraudes.

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A partir de 1º de novembro, o sistema de pagamentos instantâneos, Pix, passará a contar com novas medidas de segurança para proteger os usuários e combater fraudes. Entre as principais mudanças, está a exigência de que transferências acima de R$ 200 só poderão ser realizadas a partir de dispositivos previamente cadastrados na instituição financeira. Para dispositivos não cadastrados, haverá um limite diário de R$ 1 mil.

Segundo o Banco Central (BC), a nova regra aplica-se apenas a celulares e computadores que ainda não tenham sido utilizados para realizar transações via Pix. Dispositivos já cadastrados anteriormente não serão afetados. Além disso, as instituições financeiras deverão adotar tecnologias avançadas de segurança para identificar transações atípicas e combater fraudes, utilizando dados fornecidos pelo próprio BC.

Outro aspecto das novas diretrizes inclui a verificação semestral dos registros de fraude dos clientes, permitindo que as instituições financeiras possam tomar medidas cautelares, como aumentar o tempo para efetuar uma transação ou bloquear temporariamente transferências suspeitas. Em casos mais graves, até o encerramento do relacionamento com o cliente pode ser considerado.

O Banco Central também anunciou uma nova funcionalidade prevista para 16 de junho de 2025, o Pix Automático, que permitirá autorizar cobranças recorrentes, como contas de água, luz e mensalidades, sem a necessidade de autenticação para cada transação.

Essas iniciativas reforçam o compromisso do BC em aumentar a segurança do Pix e proteger os consumidores contra fraudes.

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