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ELEIÇÕES 2026

Candidatura de Romeu Zema à presidência é formalizada pelo Novo

Romeu Zema tem candidatura à presidência oficializada pelo Novo em convenção nesta segunda.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h32
Candidatura de Romeu Zema à presidência é formalizada pelo Novo

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, terá sua candidatura à presidência da República oficializada na convenção nacional do partido Novo, marcada para esta segunda-feira, 27, em Brasília. Zema, que já atuou por dois mandatos consecutivos no governo de Minas, se prepara para sua primeira tentativa de assumir o Palácio do Planalto.

Natural de Araxá (MG), Zema, de 61 anos, é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e é bisneto do fundador do Grupo Zema, um conglomerado que atua em diversos setores, como varejo, combustíveis e serviços financeiros. Ele geriu as empresas do grupo familiar por muitos anos antes de ingressar na política.

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Desde sua filiação ao Novo em 2018, Zema chamou a atenção ao ser eleito governador de Minas Gerais, superando adversários tradicionais e estabelecidos. Durante sua administração, impulsionou uma gestão focada em ajustar as contas públicas, cortar gastos e promover privatizações.

Reeleito em 2022, ele tem se posicionado como uma alternativa ao panorama político atual, que muitas vezes se apresenta polarizado entre PT e PL. Zema, que anteriormente apoiou Jair Bolsonaro nas eleições, tem buscado distanciar-se do senador Flávio Bolsonaro, especialmente após polêmicas ligadas a questões financeiras.

“Esse episódio se tratou de um tapa na cara do brasileiro”, afirmou Zema, referindo-se a investigações recentes envolvendo Flávio Bolsonaro.

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Além disso, o ex-governador tem realizado críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), propondo mudanças significativas na estrutura da corte, incluindo novas regras para a indicação de ministros e a responsabilização de integrantes do tribunal.

No campo econômico, Zema defende uma agenda liberal com foco na redução do tamanho do Estado e na implementação de reformas estruturais. Ele já expressou intenção de privatizar a Petrobras, argumentando que isso diminuiria a influência política sobre a companhia e beneficiaria a população.

A escolha do candidato a vice-presidente na chapa do Novo permanece indefinida. Recentemente, Zema mencionou a possibilidade de convidar o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, para compor sua chapa, destacando seu trabalho no combate à corrupção.

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O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, terá sua candidatura à presidência da República oficializada na convenção nacional do partido Novo, marcada para esta segunda-feira, 27, em Brasília. Zema, que já atuou por dois mandatos consecutivos no governo de Minas, se prepara para sua primeira tentativa de assumir o Palácio do Planalto.

Natural de Araxá (MG), Zema, de 61 anos, é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e é bisneto do fundador do Grupo Zema, um conglomerado que atua em diversos setores, como varejo, combustíveis e serviços financeiros. Ele geriu as empresas do grupo familiar por muitos anos antes de ingressar na política.

Desde sua filiação ao Novo em 2018, Zema chamou a atenção ao ser eleito governador de Minas Gerais, superando adversários tradicionais e estabelecidos. Durante sua administração, impulsionou uma gestão focada em ajustar as contas públicas, cortar gastos e promover privatizações.

Reeleito em 2022, ele tem se posicionado como uma alternativa ao panorama político atual, que muitas vezes se apresenta polarizado entre PT e PL. Zema, que anteriormente apoiou Jair Bolsonaro nas eleições, tem buscado distanciar-se do senador Flávio Bolsonaro, especialmente após polêmicas ligadas a questões financeiras.

“Esse episódio se tratou de um tapa na cara do brasileiro”, afirmou Zema, referindo-se a investigações recentes envolvendo Flávio Bolsonaro.

Além disso, o ex-governador tem realizado críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), propondo mudanças significativas na estrutura da corte, incluindo novas regras para a indicação de ministros e a responsabilização de integrantes do tribunal.

No campo econômico, Zema defende uma agenda liberal com foco na redução do tamanho do Estado e na implementação de reformas estruturais. Ele já expressou intenção de privatizar a Petrobras, argumentando que isso diminuiria a influência política sobre a companhia e beneficiaria a população.

A escolha do candidato a vice-presidente na chapa do Novo permanece indefinida. Recentemente, Zema mencionou a possibilidade de convidar o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, para compor sua chapa, destacando seu trabalho no combate à corrupção.

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