Hoje, 27 de Julho de 2025, enfim chegou ao fim mais uma edição da nossa mais querida manifestação culltural, os festejos juninos. Desta vez foram 60 dias de festança, que atraiu turistas de todo Brasil, que se surprenderam ao encontrar uma capital hospitaleira, tranquila, com diversas opções gatronomicas e hospedagem para todos os bolsos.
Na postagem anterior me referi a ascenção da sofrencia e outros ritmos que que não faziam juz a importancia de um evento deste porte. Ficou claro que nós sergipanos, mesmo acossados pela diversidade musical, temos uma identidade cultural estabelecida, que se consolida mesmo diante de adversidades.
O forró pé de serra nos proporciona esse sentimento de pertencimento. Ao som do zabumba da sanfona e o do triangulo enebria os casais que não resistem e partem para o arrasta pé, sem medo de ser feliz, independente de idade, credo ou conhecimento do ritmo. enfiim, ninguem resiste, e o prazer emana do corpo e do riso aberto na fronte dos brincantes.
Seremos sempre o país do forró, em todas as suas nuances. Essa é nossa identidade cultural, compartilhada com os barcos de fogo, os bacarmateiros, as empolgantes quadrilhas juninas e tantas outras tradiçoes que se espalham por todo estado.
A construção de identidades é um processo de duração secular que envolve oralidade, pertinencia, trocas culturais, interesses comerciais e renovação, entre outros elementos, Consolida-la e preserva-la é uma conquista e desconstru-la é a abdicação dos ensinamentos construidos e repassado pelos nossos ancestrais.
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