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Aracaju, Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Ocarina of Time Remake no Switch 2 oferece gráficos renovados e framerate estável

Sessão de demonstração em Cidade do México testou mecânicas, ajustes gráficos e confirmou dublagem em português para Ocarina of Time Remake no Switch 2.

23/10/2026 · 17h01
Ocarina of Time Remake no Switch 2 oferece gráficos renovados e framerate estável

Em demo de duas horas na Cidade do México, o apresentador Gabriel Rimi revelou desempenho e mudanças do remake para Switch 2. O jogo traz texturas em alta resolução, iluminação refeita e estabilidade na taxa de quadros.

A Nintendo realizou uma sessão de demonstração de duas horas de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake para o Nintendo Switch 2, na Cidade do México. Na ocasião, o apresentador Gabriel Rimi detalhou impressões sobre desempenho técnico do novo hardware, reconstrução gráfica dos cenários e alterações na jogabilidade em relação ao título original lançado para Nintendo 64.

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A reimaginação do jogo traz texturas em alta resolução, sistema remodelado de iluminação e estabilidade na taxa de quadros durante a exploração do reino de Hyrule. Na análise técnica de objetos e cenários, foram notados efeitos de transparência e sinais de desgaste físico em moedas, armas e equipamentos, além de ajustes na física que mudam o ritmo dos confrontos.

“Não é um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele”, afirmou Gabriel Rimi.

Entre as mudanças mecânicas mais relevantes está a inclusão de um comando específico de pulo para o protagonista Link. Esse novo comando altera a transição entre plataformas e impacta confrontos com mira travada. A interface de itens foi reformulada para o controle do novo console: a alocação anterior por botões direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos botões de ombro do aparelho.

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“Foi muito fácil selecionar os itens que eu precisei”, relatou Gabriel Rimi, ao descrever a dinâmica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.

A navegação na campanha recebeu o suporte de um sistema de tapeçaria, uma interface visual que registra em ilustrações os eventos já superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a exploração do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste mostrou modificações arquitetônicas pensadas para a usabilidade, como a adição de uma plataforma elevatória que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para trás.

A versão também confirmou a dublagem e os textos localizados em português do Brasil. O recurso de áudio localizado coexiste com a opção de alterar a linguagem para o inglês por meio do menu de configurações. Conforme avaliação apresentada, o trabalho de tradução dos diálogos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreensão da história, servindo de porta de entrada a novos públicos sem impedir o acesso à faixa original aos jogadores tradicionais.

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Os detalhes técnicos e as mudanças de design mostradas na demonstração apontam para uma reinterpretação cuidadosa do clássico, com adaptações de jogabilidade e interface pensadas para o controle e a capacidade do Switch 2, mantendo, ao mesmo tempo, elementos centrais da experiência original.

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Em demo de duas horas na Cidade do México, o apresentador Gabriel Rimi revelou desempenho e mudanças do remake para Switch 2. O jogo traz texturas em alta resolução, iluminação refeita e estabilidade na taxa de quadros.

A Nintendo realizou uma sessão de demonstração de duas horas de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake para o Nintendo Switch 2, na Cidade do México. Na ocasião, o apresentador Gabriel Rimi detalhou impressões sobre desempenho técnico do novo hardware, reconstrução gráfica dos cenários e alterações na jogabilidade em relação ao título original lançado para Nintendo 64.

A reimaginação do jogo traz texturas em alta resolução, sistema remodelado de iluminação e estabilidade na taxa de quadros durante a exploração do reino de Hyrule. Na análise técnica de objetos e cenários, foram notados efeitos de transparência e sinais de desgaste físico em moedas, armas e equipamentos, além de ajustes na física que mudam o ritmo dos confrontos.

“Não é um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele”, afirmou Gabriel Rimi.

Entre as mudanças mecânicas mais relevantes está a inclusão de um comando específico de pulo para o protagonista Link. Esse novo comando altera a transição entre plataformas e impacta confrontos com mira travada. A interface de itens foi reformulada para o controle do novo console: a alocação anterior por botões direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos botões de ombro do aparelho.

“Foi muito fácil selecionar os itens que eu precisei”, relatou Gabriel Rimi, ao descrever a dinâmica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.

A navegação na campanha recebeu o suporte de um sistema de tapeçaria, uma interface visual que registra em ilustrações os eventos já superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a exploração do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste mostrou modificações arquitetônicas pensadas para a usabilidade, como a adição de uma plataforma elevatória que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para trás.

A versão também confirmou a dublagem e os textos localizados em português do Brasil. O recurso de áudio localizado coexiste com a opção de alterar a linguagem para o inglês por meio do menu de configurações. Conforme avaliação apresentada, o trabalho de tradução dos diálogos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreensão da história, servindo de porta de entrada a novos públicos sem impedir o acesso à faixa original aos jogadores tradicionais.

Os detalhes técnicos e as mudanças de design mostradas na demonstração apontam para uma reinterpretação cuidadosa do clássico, com adaptações de jogabilidade e interface pensadas para o controle e a capacidade do Switch 2, mantendo, ao mesmo tempo, elementos centrais da experiência original.

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