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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Policial

Ofensiva Nacional: Operação contra esquema de agiotagem e extorsão cumpre mandados em Sergipe

Alvos em Aracaju são investigados por cobrar juros abusivos mediante ameaças e violência; ação da FICCO/SE integra megaoperação deflagrada simultaneamente em 19 estados.

16/09/2026 · 11h43
Ofensiva Nacional: Operação contra esquema de agiotagem e extorsão cumpre mandados em Sergipe

Alvos em Aracaju são investigados por cobrar juros abusivos mediante ameaças e violência; ação da FICCO/SE integra megaoperação deflagrada simultaneamente em 19 estados.

A manhã desta quarta-feira (16) foi marcada por uma intensa mobilização policial no combate ao crime organizado em Sergipe. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/SE) deflagrou a “Operação Usurero”, cumprindo três mandados de busca e apreensão no estado, sendo dois deles em alvos localizados na capital, Aracaju. O objetivo central da missão é desarticular um grupo criminoso especializado em práticas de agiotagem, extorsão e ameaças sistemáticas.

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De acordo com os levantamentos conduzidos pelas forças de segurança, o esquema funcionava através da concessão de empréstimos financeiros com a imposição de juros exorbitantes, muito acima dos limites legais estabelecidos. Para garantir o recebimento das quantias abusivas, o grupo recorria a táticas criminosas, utilizando grave intimidação, ameaças psicológicas contínuas e até violência física contra as vítimas endividadas.

A ofensiva deflagrada visa não apenas interromper imediatamente as atividades e responsabilizar criminalmente os envolvidos, mas também asfixiar a estrutura da organização através da identificação e do bloqueio de bens e ativos financeiros de origem ilícita.

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Conexão Nacional e Força-Tarefa

A intervenção em Sergipe não é um fato isolado. A “Operação Usurero” atua como um braço da Operação Força Integrada IV, uma megaofensiva deflagrada de forma simultânea em 19 estados brasileiros. Em âmbito nacional, o esforço conjunto mira estruturas ligadas a facções criminosas de alcance e periculosidade nacional, focando em estrangular delitos como o tráfico de drogas, crimes violentos, agiotagem, extorsão e as violentas disputas por controle territorial.

A integração que compõe a FICCO/SE reflete a união de esforços e a inteligência do Estado contra a criminalidade. A força-tarefa atua de forma conjunta e reúne agentes da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

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Alvos em Aracaju são investigados por cobrar juros abusivos mediante ameaças e violência; ação da FICCO/SE integra megaoperação deflagrada simultaneamente em 19 estados.

A manhã desta quarta-feira (16) foi marcada por uma intensa mobilização policial no combate ao crime organizado em Sergipe. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/SE) deflagrou a “Operação Usurero”, cumprindo três mandados de busca e apreensão no estado, sendo dois deles em alvos localizados na capital, Aracaju. O objetivo central da missão é desarticular um grupo criminoso especializado em práticas de agiotagem, extorsão e ameaças sistemáticas.

De acordo com os levantamentos conduzidos pelas forças de segurança, o esquema funcionava através da concessão de empréstimos financeiros com a imposição de juros exorbitantes, muito acima dos limites legais estabelecidos. Para garantir o recebimento das quantias abusivas, o grupo recorria a táticas criminosas, utilizando grave intimidação, ameaças psicológicas contínuas e até violência física contra as vítimas endividadas.

A ofensiva deflagrada visa não apenas interromper imediatamente as atividades e responsabilizar criminalmente os envolvidos, mas também asfixiar a estrutura da organização através da identificação e do bloqueio de bens e ativos financeiros de origem ilícita.

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A intervenção em Sergipe não é um fato isolado. A “Operação Usurero” atua como um braço da Operação Força Integrada IV, uma megaofensiva deflagrada de forma simultânea em 19 estados brasileiros. Em âmbito nacional, o esforço conjunto mira estruturas ligadas a facções criminosas de alcance e periculosidade nacional, focando em estrangular delitos como o tráfico de drogas, crimes violentos, agiotagem, extorsão e as violentas disputas por controle territorial.

A integração que compõe a FICCO/SE reflete a união de esforços e a inteligência do Estado contra a criminalidade. A força-tarefa atua de forma conjunta e reúne agentes da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).

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