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Saúde

OMS eleva para “muito alto” risco de surto de ebola na República Democrática do Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou para “muito alto” a avaliação do risco provocado pelo atual surto de ebola na República...

23/05/2026 · 11h23 · Atualizado às 12h27
OMS eleva para “muito alto” risco de surto de ebola na República Democrática do Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou para “muito alto” a avaliação do risco provocado pelo atual surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). A mudança no nível de risco foi anunciada pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Segundo o diretor-geral, o surto está se propagando rapidamente. A OMS havia classificado anteriormente o risco como alto em níveis nacional e regional e como baixo em nível global. Após nova análise, a organização passou a considerar o risco como muito alto no âmbito nacional, alto no âmbito regional e ainda baixo em escala mundial.

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Dados fornecidos pela OMS indicam que, até o momento, foram confirmados 82 casos de ebola na RDC, com sete óbitos entre esses casos confirmados. No entanto, as autoridades sanitárias reconhecem que o episódio é mais amplo: há cerca de 750 casos suspeitos em investigação e 177 óbitos considerados suspeitos relacionados ao surto.

O diretor-geral informou também que, na última quinta-feira (21), ocorreu um “incidente de segurança” em um hospital da província de Ituri, onde tendas e suprimentos de saúde foram incendiados. O episódio prejudica as operações de resposta e evidencia desafios de segurança na região afetada.

Tedros ressaltou a importância de restabelecer e fortalecer a confiança das comunidades locais como ação crucial para o sucesso da resposta ao surto. Segundo ele, essa reconstrução de confiança está entre as prioridades da OMS na atuação frente ao ebola na RDC.

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A revisão do nível de risco reflete a avaliação mais recente sobre a dinâmica de transmissão e as dificuldades operacionais encontradas pelas equipes de saúde no terreno. As medidas de vigilância, detecção e resposta permanecem em curso, com foco na contenção dos casos confirmados e na investigação dos suspeitos.

As informações oficiais sobre números de casos e óbitos e sobre os eventos de segurança foram divulgadas pela OMS por meio de pronunciamentos do seu diretor-geral, que alertou para a necessidade de ações reforçadas junto às comunidades afetadas.

 

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou para “muito alto” a avaliação do risco provocado pelo atual surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). A mudança no nível de risco foi anunciada pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Segundo o diretor-geral, o surto está se propagando rapidamente. A OMS havia classificado anteriormente o risco como alto em níveis nacional e regional e como baixo em nível global. Após nova análise, a organização passou a considerar o risco como muito alto no âmbito nacional, alto no âmbito regional e ainda baixo em escala mundial.

Dados fornecidos pela OMS indicam que, até o momento, foram confirmados 82 casos de ebola na RDC, com sete óbitos entre esses casos confirmados. No entanto, as autoridades sanitárias reconhecem que o episódio é mais amplo: há cerca de 750 casos suspeitos em investigação e 177 óbitos considerados suspeitos relacionados ao surto.

O diretor-geral informou também que, na última quinta-feira (21), ocorreu um “incidente de segurança” em um hospital da província de Ituri, onde tendas e suprimentos de saúde foram incendiados. O episódio prejudica as operações de resposta e evidencia desafios de segurança na região afetada.

Tedros ressaltou a importância de restabelecer e fortalecer a confiança das comunidades locais como ação crucial para o sucesso da resposta ao surto. Segundo ele, essa reconstrução de confiança está entre as prioridades da OMS na atuação frente ao ebola na RDC.

2026-05-21t154559z_2109890655_rc2ndlardsut_rtrmadp_3_health-ebola-drc-1

A revisão do nível de risco reflete a avaliação mais recente sobre a dinâmica de transmissão e as dificuldades operacionais encontradas pelas equipes de saúde no terreno. As medidas de vigilância, detecção e resposta permanecem em curso, com foco na contenção dos casos confirmados e na investigação dos suspeitos.

As informações oficiais sobre números de casos e óbitos e sobre os eventos de segurança foram divulgadas pela OMS por meio de pronunciamentos do seu diretor-geral, que alertou para a necessidade de ações reforçadas junto às comunidades afetadas.

 

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