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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Tecnologia

ONU alerta: risco de guerra global e avanço descontrolado da IA

Relatório da ONU, divulgado em 15/09/2026, aponta alta no risco de guerra, avanço da IA e falta de ação climática como ameaças globais.

16/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h58
ONU alerta: risco de guerra global e avanço descontrolado da IA

Relatório (15/09/2026) ouviu 1,3 mil especialistas e aponta salto no risco de guerra em escala global, avanço da IA fora de controle e concentração de poder tecnológico. Mais de um terço prevê conflito de grande porte.

Um relatório da Organização das Nações Unidas, divulgado em 15/09/2026, alerta para o aumento do risco de guerras em larga escala, para o avanço descontrolado da inteligência artificial e para a concentração de poder tecnológico nas mãos de poucos. O estudo ouviu mais de 1,3 mil especialistas de governos, empresas e sociedade civil.

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Segundo o documento, o risco de um conflito armado mundial mais amplo deu o maior salto no ranking de perigos avaliados, subindo 16 posições na comparação com edições anteriores. Mais de um terço dos entrevistados acreditam que uma guerra de grande porte pode ocorrer em até um ano, e três em cada quatro preveem essa possibilidade dentro dos próximos sete anos.

Ao mesmo tempo, a falta de ação sobre as mudanças climáticas continua avaliada como o maior risco global. Especialistas indicaram que a inércia climática está ligada a outros problemas sistêmicos, como a escassez de recursos naturais e a intensificação de eventos ambientais extremos.

No campo tecnológico, a circulação de conteúdos falsos aparece como o risco mais iminente. O relatório também chama atenção para a concentração de poder impulsionada pela tecnologia, um fenômeno que, segundo o estudo, agrava vulnerabilidades políticas, sociais e econômicas ao concentrar capacidades estratégicas em poucas mãos.

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Para enfrentar esse conjunto de ameaças, os especialistas consideram a ação conjunta de vários governos, de longe, como a medida mais eficaz. Ao mesmo tempo, o sistema multilateral atual foi avaliado como pouco preparado para a resposta necessária. Entre os obstáculos destacados pelo relatório estão a falta de consenso político e a escassez de dados confiáveis.

Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram que os recursos destinados à redução de riscos são inadequados. Essa percepção de financiamento insuficiente aparece como um entrave relevante para medidas preventivas e para a coordenação internacional.

Outra novidade do Relatório sobre Risco Global é que, pela primeira vez desde o surgimento da covid-19, há seis anos, o risco de novas pandemias saiu da lista dos dez principais problemas apontados no mundo. A mudança reflete uma reordenação das prioridades percepcionadas pelos especialistas, com segurança geopolítica, tecnologia e clima ganhando maior destaque.

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O documento, divulgado em 15 de setembro de 2026, reforça a necessidade de respostas integradas e cooperação internacional para mitigar riscos que se sobrepõem e se retroalimentam, segundo a avaliação apresentada pelos participantes do levantamento.

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Relatório (15/09/2026) ouviu 1,3 mil especialistas e aponta salto no risco de guerra em escala global, avanço da IA fora de controle e concentração de poder tecnológico. Mais de um terço prevê conflito de grande porte.

Um relatório da Organização das Nações Unidas, divulgado em 15/09/2026, alerta para o aumento do risco de guerras em larga escala, para o avanço descontrolado da inteligência artificial e para a concentração de poder tecnológico nas mãos de poucos. O estudo ouviu mais de 1,3 mil especialistas de governos, empresas e sociedade civil.

Segundo o documento, o risco de um conflito armado mundial mais amplo deu o maior salto no ranking de perigos avaliados, subindo 16 posições na comparação com edições anteriores. Mais de um terço dos entrevistados acreditam que uma guerra de grande porte pode ocorrer em até um ano, e três em cada quatro preveem essa possibilidade dentro dos próximos sete anos.

Ao mesmo tempo, a falta de ação sobre as mudanças climáticas continua avaliada como o maior risco global. Especialistas indicaram que a inércia climática está ligada a outros problemas sistêmicos, como a escassez de recursos naturais e a intensificação de eventos ambientais extremos.

No campo tecnológico, a circulação de conteúdos falsos aparece como o risco mais iminente. O relatório também chama atenção para a concentração de poder impulsionada pela tecnologia, um fenômeno que, segundo o estudo, agrava vulnerabilidades políticas, sociais e econômicas ao concentrar capacidades estratégicas em poucas mãos.

Para enfrentar esse conjunto de ameaças, os especialistas consideram a ação conjunta de vários governos, de longe, como a medida mais eficaz. Ao mesmo tempo, o sistema multilateral atual foi avaliado como pouco preparado para a resposta necessária. Entre os obstáculos destacados pelo relatório estão a falta de consenso político e a escassez de dados confiáveis.

Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram que os recursos destinados à redução de riscos são inadequados. Essa percepção de financiamento insuficiente aparece como um entrave relevante para medidas preventivas e para a coordenação internacional.

Outra novidade do Relatório sobre Risco Global é que, pela primeira vez desde o surgimento da covid-19, há seis anos, o risco de novas pandemias saiu da lista dos dez principais problemas apontados no mundo. A mudança reflete uma reordenação das prioridades percepcionadas pelos especialistas, com segurança geopolítica, tecnologia e clima ganhando maior destaque.

O documento, divulgado em 15 de setembro de 2026, reforça a necessidade de respostas integradas e cooperação internacional para mitigar riscos que se sobrepõem e se retroalimentam, segundo a avaliação apresentada pelos participantes do levantamento.

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