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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Aracaju

Operação Martelo prende três em Aracaju e Justiça bloqueia R$ 270 milhões de suspeitos

A Polícia Civil de Sergipe cumpriu, na manhã desta terça-feira, 10, três mandados de prisão durante a Operação Martelo, desencadeada pela Polícia Civil da Bahia para desarticular um grupo criminoso atuante em vários estados, envolvido com tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

11/02/2026 · 10h40
Operação Martelo prende três em Aracaju e Justiça bloqueia R$ 270 milhões de suspeitos

A Polícia Civil de Sergipe cumpriu, na manhã desta terça-feira, 10, três mandados de prisão durante a Operação Martelo, desencadeada pela Polícia Civil da Bahia para desarticular um grupo criminoso atuante em vários estados, envolvido com tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

Ações na capital sergipana

Equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) localizaram um casal em um condomínio do bairro Atalaia e deram cumprimento a dois mandados de prisão. O terceiro alvo já estava recolhido no Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no bairro Santa Maria.

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Os policiais também executaram dois mandados de busca e apreensão: um no apartamento do casal e outro na cela do detento. Todo o material recolhido será encaminhado para análise e incorporado ao inquérito principal.

Operação interestadual

Conduzida há cerca de um ano pela Polícia Civil da Bahia, a investigação identificou uma organização criminosa com estrutura definida e divisão de funções. A ofensiva foi realizada simultaneamente em municípios do Recôncavo Baiano e nos estados de Sergipe, Alagoas, Paraíba e Paraná.

No total, sete pessoas foram presas: quatro na Bahia, duas em Sergipe e uma em Alagoas – esta última companheira de um líder criminoso recolhido em presídio de segurança máxima.

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Durante as diligências, foram apreendidos celulares, porções de drogas, veículos, documentos e uma maleta com dinheiro falso, além de outros itens considerados relevantes para a investigação.

Bloqueio de bens

Por determinação judicial, foram bloqueados cerca de R$ 270 milhões em ativos financeiros vinculados aos investigados. Relatórios da polícia apontam movimentações incompatíveis com a renda declarada, além de antecedentes criminais para a maioria dos suspeitos.

A integração entre as polícias civis pretende responsabilizar criminalmente os envolvidos e enfraquecer financeiramente a organização, interrompendo o fluxo de recursos obtidos ilicitamente.

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A Polícia Civil de Sergipe cumpriu, na manhã desta terça-feira, 10, três mandados de prisão durante a Operação Martelo, desencadeada pela Polícia Civil da Bahia para desarticular um grupo criminoso atuante em vários estados, envolvido com tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

Ações na capital sergipana

Equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) localizaram um casal em um condomínio do bairro Atalaia e deram cumprimento a dois mandados de prisão. O terceiro alvo já estava recolhido no Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no bairro Santa Maria.

Os policiais também executaram dois mandados de busca e apreensão: um no apartamento do casal e outro na cela do detento. Todo o material recolhido será encaminhado para análise e incorporado ao inquérito principal.

Operação interestadual

Conduzida há cerca de um ano pela Polícia Civil da Bahia, a investigação identificou uma organização criminosa com estrutura definida e divisão de funções. A ofensiva foi realizada simultaneamente em municípios do Recôncavo Baiano e nos estados de Sergipe, Alagoas, Paraíba e Paraná.

No total, sete pessoas foram presas: quatro na Bahia, duas em Sergipe e uma em Alagoas – esta última companheira de um líder criminoso recolhido em presídio de segurança máxima.

Durante as diligências, foram apreendidos celulares, porções de drogas, veículos, documentos e uma maleta com dinheiro falso, além de outros itens considerados relevantes para a investigação.

Bloqueio de bens

Por determinação judicial, foram bloqueados cerca de R$ 270 milhões em ativos financeiros vinculados aos investigados. Relatórios da polícia apontam movimentações incompatíveis com a renda declarada, além de antecedentes criminais para a maioria dos suspeitos.

A integração entre as polícias civis pretende responsabilizar criminalmente os envolvidos e enfraquecer financeiramente a organização, interrompendo o fluxo de recursos obtidos ilicitamente.

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