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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Cidades

Pai é preso por ameaçar, perseguir e abusar da própria filha de 19 anos

Um homem foi detido sob investigação pelos crimes de ameaça e perseguição contra a filha de 19 anos, em caso enquadrado como violência doméstica. Conforme as apurações, a jovem denunciou abusos e coação psicológica após tentar romper o relacionamento com o pai.

05/03/2026 · 16h32
Pai é preso por ameaçar, perseguir e abusar da própria filha de 19 anos

Um homem foi detido sob investigação pelos crimes de ameaça e perseguição contra a filha de 19 anos, em caso enquadrado como violência doméstica. Conforme as apurações, a jovem denunciou abusos e coação psicológica após tentar romper o relacionamento com o pai.

Segundo o inquérito, a vítima foi criada apenas pela mãe e retomou o convívio com o pai depois que ele reatou o relacionamento com a genitora e voltou a morar na mesma casa. A partir desse retorno, o investigado teria passado a fazer investidas sexuais contra a filha, justificando as atitudes pelo fato de não ter participado da criação dela.

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A jovem relatou às autoridades que foi forçada a manter encontros íntimos sob constantes ameaças. Em vários desses episódios, o suspeito registrou fotos e vídeos, alguns realizados sem o consentimento da vítima. Quando a jovem procurou encerrar os contatos, o homem teria começado a ameaçar de morte a mãe dela e outros familiares e a chantageá-la com o material íntimo produzido.

Diante do risco, a vítima procurou o Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV) e requereu Medidas Protetivas de Urgência. As medidas foram deferidas pelo Judiciário e cumpridas pelas equipes policiais. O suspeito foi autuado com base na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e responderá pelos crimes de ameaça e perseguição, agravados pelo contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

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A prisão aconteceu no âmbito de uma ação integrada relacionada ao enfrentamento da violência contra a mulher. O caso foi atendido dentro da Operação Mulheres 2026, uma mobilização nacional realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março em que as Polícias Civil e Militar, o Corpo de Bombeiros Militar (CBMSE) e a Coordenadoria Geral de Perícias (COGERP) atuaram em força-tarefa.

policiacivil fotossp

A delegada Nalile Castro, coordenadora da operação, destacou que a iniciativa busca responsabilizar rapidamente agressores e oferecer acolhimento às vítimas. Segundo a coordenadora, a ação combina medidas repressivas, como o cumprimento de mandados, com trabalho contínuo de conscientização para que mulheres saibam onde procurar ajuda.

O caso segue em investigação e as autoridades mantêm as medidas protetivas em vigor para resguardar a vítima e seus familiares.

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Um homem foi detido sob investigação pelos crimes de ameaça e perseguição contra a filha de 19 anos, em caso enquadrado como violência doméstica. Conforme as apurações, a jovem denunciou abusos e coação psicológica após tentar romper o relacionamento com o pai.

Segundo o inquérito, a vítima foi criada apenas pela mãe e retomou o convívio com o pai depois que ele reatou o relacionamento com a genitora e voltou a morar na mesma casa. A partir desse retorno, o investigado teria passado a fazer investidas sexuais contra a filha, justificando as atitudes pelo fato de não ter participado da criação dela.

A jovem relatou às autoridades que foi forçada a manter encontros íntimos sob constantes ameaças. Em vários desses episódios, o suspeito registrou fotos e vídeos, alguns realizados sem o consentimento da vítima. Quando a jovem procurou encerrar os contatos, o homem teria começado a ameaçar de morte a mãe dela e outros familiares e a chantageá-la com o material íntimo produzido.

Diante do risco, a vítima procurou o Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV) e requereu Medidas Protetivas de Urgência. As medidas foram deferidas pelo Judiciário e cumpridas pelas equipes policiais. O suspeito foi autuado com base na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e responderá pelos crimes de ameaça e perseguição, agravados pelo contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

A prisão aconteceu no âmbito de uma ação integrada relacionada ao enfrentamento da violência contra a mulher. O caso foi atendido dentro da Operação Mulheres 2026, uma mobilização nacional realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março em que as Polícias Civil e Militar, o Corpo de Bombeiros Militar (CBMSE) e a Coordenadoria Geral de Perícias (COGERP) atuaram em força-tarefa.

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A delegada Nalile Castro, coordenadora da operação, destacou que a iniciativa busca responsabilizar rapidamente agressores e oferecer acolhimento às vítimas. Segundo a coordenadora, a ação combina medidas repressivas, como o cumprimento de mandados, com trabalho contínuo de conscientização para que mulheres saibam onde procurar ajuda.

O caso segue em investigação e as autoridades mantêm as medidas protetivas em vigor para resguardar a vítima e seus familiares.

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