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Aracaju, Quarta-feira, 1 de julho de 2026
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Paquetá e Raphinha podem não jogar nas quartas de final da Copa

Esporte

Paquetá e Raphinha podem não jogar nas quartas de final da Copa

Paquetá e Raphinha estão lesionados e podem não jogar nas quartas de final da Copa.

01/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h27
Paquetá e Raphinha podem não jogar nas quartas de final da Copa

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Fontes da Seleção Brasileira confirmaram que Lucas Paquetá e Raphinha não estão garantidos para as quartas de final da Copa do Mundo. Ambos os jogadores estão enfrentando lesões e seguem um rigoroso protocolo de tratamento.

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Na última segunda-feira, dia 29, o meia Lucas Paquetá deixou a partida contra o Japão por conta de uma lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou o problema, que requer atenção especial. Raphinha, por sua vez, não atuou desde o dia 19 de junho, na fase de grupos, quando jogou contra o Haiti.

A CBF adotou uma postura de cautela e silêncio em relação à situação dos jogadores lesionados. O recente período de especulações sobre o retorno de Neymar aos gramados serviu como parâmetro para evitar divulgações sobre a evolução do tratamento de Paquetá e Raphinha. Atualmente, ambos realizam sessões diárias de fisioterapia e exames médicos.

Se o Brasil vencer a Noruega nas oitavas de final, a equipe jogará as quartas no dia 11 de julho. Entretanto, a partida pode ocorrer sem a presença de Paquetá e Raphinha, que eram considerados titulares pelo técnico Carlo Ancelotti.

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“O tempo de recuperação de uma lesão grau 1, a mais leve, é estimado em até dez dias”, explicou o doutor Ari Zekcer, ortopedista e médico esportivo. Raphinha já está lesionado há 12 dias e não participou das partidas contra a Escócia e o Japão.

Lesões mais graves podem significar o fim da Copa do Mundo para um atleta. Segundo Zekcer, lesões de grau dois comprometem de 5 a 50% do músculo e exigem de três a seis semanas para recuperação. Já as lesões de grau três, que são rupturas totais, demandam meses de tratamento.

O médico detalhou que a lesão de Paquetá ocorreu devido a um movimento brusco, comum para atletas de alto rendimento. “É uma condição frequente no futebol, especialmente em jogadores que realizam movimentos explosivos”, comentou. Ele citou ainda outros casos na Seleção, como o do atacante Estêvão, cortado por uma lesão mais severa, e do zagueiro Militão, que também enfrentou problema semelhante antes do início da Copa.

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A CBF informou que Lucas Paquetá passou por exames de imagem que confirmaram a lesão e que o jogador seguirá um protocolo intensivo de tratamento, com o objetivo de retornar às atividades o mais rápido possível.

Em meio a esse momento desafiador, Paquetá utilizou suas redes sociais para transmitir uma mensagem de esperança aos seguidores, afirmando: “Fé… eu já vivi isso antes”.

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Fontes da Seleção Brasileira confirmaram que Lucas Paquetá e Raphinha não estão garantidos para as quartas de final da Copa do Mundo. Ambos os jogadores estão enfrentando lesões e seguem um rigoroso protocolo de tratamento.

Na última segunda-feira, dia 29, o meia Lucas Paquetá deixou a partida contra o Japão por conta de uma lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou o problema, que requer atenção especial. Raphinha, por sua vez, não atuou desde o dia 19 de junho, na fase de grupos, quando jogou contra o Haiti.

A CBF adotou uma postura de cautela e silêncio em relação à situação dos jogadores lesionados. O recente período de especulações sobre o retorno de Neymar aos gramados serviu como parâmetro para evitar divulgações sobre a evolução do tratamento de Paquetá e Raphinha. Atualmente, ambos realizam sessões diárias de fisioterapia e exames médicos.

Se o Brasil vencer a Noruega nas oitavas de final, a equipe jogará as quartas no dia 11 de julho. Entretanto, a partida pode ocorrer sem a presença de Paquetá e Raphinha, que eram considerados titulares pelo técnico Carlo Ancelotti.

“O tempo de recuperação de uma lesão grau 1, a mais leve, é estimado em até dez dias”, explicou o doutor Ari Zekcer, ortopedista e médico esportivo. Raphinha já está lesionado há 12 dias e não participou das partidas contra a Escócia e o Japão.

Lesões mais graves podem significar o fim da Copa do Mundo para um atleta. Segundo Zekcer, lesões de grau dois comprometem de 5 a 50% do músculo e exigem de três a seis semanas para recuperação. Já as lesões de grau três, que são rupturas totais, demandam meses de tratamento.

O médico detalhou que a lesão de Paquetá ocorreu devido a um movimento brusco, comum para atletas de alto rendimento. “É uma condição frequente no futebol, especialmente em jogadores que realizam movimentos explosivos”, comentou. Ele citou ainda outros casos na Seleção, como o do atacante Estêvão, cortado por uma lesão mais severa, e do zagueiro Militão, que também enfrentou problema semelhante antes do início da Copa.

A CBF informou que Lucas Paquetá passou por exames de imagem que confirmaram a lesão e que o jogador seguirá um protocolo intensivo de tratamento, com o objetivo de retornar às atividades o mais rápido possível.

Em meio a esse momento desafiador, Paquetá utilizou suas redes sociais para transmitir uma mensagem de esperança aos seguidores, afirmando: “Fé… eu já vivi isso antes”.

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