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Participantes acusam produção do “Immigrant Reality” de calote, ameaças e descumprimento de promessas nos EUA

Transmissão: Globo | YouTube Ex-participantes do reality show “Immigrant Reality”, realizado nos Estados Unidos e recentemente concluído, procuraram...

27/05/2026 · 22h53
Participantes acusam produção do “Immigrant Reality” de calote, ameaças e descumprimento de promessas nos EUA

Ex-participantes do reality show “Immigrant Reality”, realizado nos Estados Unidos e recentemente concluído, procuraram o portal Portalleodias para relatar supostas irregularidades envolvendo a produção. Segundo os concorrentes, o projeto que prometia visibilidade e oportunidades se transformou em problemas financeiros, quebra de acordos e ameaças contratuais.

De acordo com Arthur, um dos competidores, a proposta inicial divulgada pela equipe do programa não se confirmou. A produção havia anunciado transmissão em pay-per-view 24 horas, contratos publicitários e ampla cobertura na imprensa brasileira, mas, na prática, nada disso teria sido entregue. O reality chamou atenção inicialmente pela participação de Mile Moreira, irmã gêmea de Tia Milena, ex-BBB26.

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Arthur afirmou ainda que os organizadores apresentaram o projeto como uma oportunidade de negócio: segundo ele, o objetivo final seria a venda de um aplicativo e de e-books, que gerariam receita para a produção nos Estados Unidos. O ex-participante relatou também que havia cláusula contratual prevendo multa de US$ 50 mil para quem falasse mal do programa, o que, segundo ele, serviu para intimidar os envolvidos.

Os participantes também questionaram a estrutura de segurança e assistência médica do confinamento. Segundo o relato, um competidor se feriu durante as gravações e teve de arcar com o próprio seguro de saúde para receber atendimento. As provas e dinâmicas do jogo teriam gerado insatisfação: desafios de resistência, diz Arthur, foram gravados, mas não exibidos.

Em uma das provas, grupos receberam US$ 20 para “multiplicar” o valor nas ruas. Arthur afirma que o grupo dele converteu a quantia inicial em US$ 6 mil, mas que a produção se recusou a pagar o montante ganho durante a dinâmica, deixando os participantes sem receber os valores obtidos.

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Participantes-no-Immigrant-Reality

Posição da produção

Procurados pelo portal, os responsáveis pelo reality reconheceram problemas, mas divergiram quanto às responsabilidades. Tiago Alves, investidor do projeto, afirmou que o contrato prevê prazo de 90 dias para o pagamento à vencedora, Eliane Farmer, e que os valores estão sendo quitados gradualmente. Já a sócia Helenn Cristine declarou que, conforme o acordo comercial assinado, todos os custos de execução e estrutura seriam de responsabilidade exclusiva de Tiago.

Os relatos apresentados pelos ex-participantes e as respostas dos produtores marcam um impasse sobre repasses financeiros e cumprimento de obrigações contratuais.

 

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Ex-participantes do reality show “Immigrant Reality”, realizado nos Estados Unidos e recentemente concluído, procuraram o portal Portalleodias para relatar supostas irregularidades envolvendo a produção. Segundo os concorrentes, o projeto que prometia visibilidade e oportunidades se transformou em problemas financeiros, quebra de acordos e ameaças contratuais.

De acordo com Arthur, um dos competidores, a proposta inicial divulgada pela equipe do programa não se confirmou. A produção havia anunciado transmissão em pay-per-view 24 horas, contratos publicitários e ampla cobertura na imprensa brasileira, mas, na prática, nada disso teria sido entregue. O reality chamou atenção inicialmente pela participação de Mile Moreira, irmã gêmea de Tia Milena, ex-BBB26.

Arthur afirmou ainda que os organizadores apresentaram o projeto como uma oportunidade de negócio: segundo ele, o objetivo final seria a venda de um aplicativo e de e-books, que gerariam receita para a produção nos Estados Unidos. O ex-participante relatou também que havia cláusula contratual prevendo multa de US$ 50 mil para quem falasse mal do programa, o que, segundo ele, serviu para intimidar os envolvidos.

Os participantes também questionaram a estrutura de segurança e assistência médica do confinamento. Segundo o relato, um competidor se feriu durante as gravações e teve de arcar com o próprio seguro de saúde para receber atendimento. As provas e dinâmicas do jogo teriam gerado insatisfação: desafios de resistência, diz Arthur, foram gravados, mas não exibidos.

Em uma das provas, grupos receberam US$ 20 para “multiplicar” o valor nas ruas. Arthur afirma que o grupo dele converteu a quantia inicial em US$ 6 mil, mas que a produção se recusou a pagar o montante ganho durante a dinâmica, deixando os participantes sem receber os valores obtidos.

Participantes-no-Immigrant-Reality

Posição da produção

Procurados pelo portal, os responsáveis pelo reality reconheceram problemas, mas divergiram quanto às responsabilidades. Tiago Alves, investidor do projeto, afirmou que o contrato prevê prazo de 90 dias para o pagamento à vencedora, Eliane Farmer, e que os valores estão sendo quitados gradualmente. Já a sócia Helenn Cristine declarou que, conforme o acordo comercial assinado, todos os custos de execução e estrutura seriam de responsabilidade exclusiva de Tiago.

Os relatos apresentados pelos ex-participantes e as respostas dos produtores marcam um impasse sobre repasses financeiros e cumprimento de obrigações contratuais.

 

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