Perito Cassiano Mozar explicou os procedimentos adotados para identificar as cinco vítimas da queda do helicóptero em Urubici. Foram feitas necropsias e papiloscopia; os corpos foram liberados pelo IML de Florianópolis.
O perito Cassiano Mozar detalhou os procedimentos adotados para identificar as cinco pessoas que morreram na queda do helicóptero em Urubici, na Serra Catarinense. Entre as técnicas utilizadas está a papiloscopia, que permite confirmar a identidade das vítimas por meio das impressões digitais. Nesta quarta-feira (23/9), os corpos foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis.
Segundo o perito da Superintendência Regional de Polícia Científica em Florianópolis, foram realizados dois procedimentos principais, começando pela necropsia. Ele explicou que o exame é importante para esclarecer a causa das mortes e pode contribuir com as investigações em curso.
A papiloscopia foi apontada como método chave para a identificação das vítimas quando as características externas não permitem reconhecimento imediato. Esse procedimento compara as impressões digitais coletadas nos corpos com bases de dados e registros disponibilizados por órgãos competentes, o que possibilita a confirmação da identidade mesmo em casos de maior gravidade traumática.
O perito detalhou ainda a sequência técnica adotada pela equipe científica: a necropsia para determinação da causa da morte e a coleta de elementos que subsidiaram os exames complementares, entre eles a análise papiloscópica. De acordo com as explicações, os laudos periciais e os resultados desses exames serão entregues às autoridades responsáveis para os procedimentos legais e investigativos subsequentes.
Imagens vinculadas ao caso identificaram nomes relacionados à ocorrência. Entre os nomes associados estavam Bruno Avelar e Rick Sollo. Equipes de resgate e investigação atuaram na Serra Catarinense desde o acidente, e os trabalhos periciais seguiram protocolos destinados a preservar evidências e garantir a identificação correta dos corpos.
A liberação dos corpos pelo IML de Florianópolis nesta quarta-feira (23/9) permitiu que as famílias das vítimas avancem com os trâmites funerários. As autoridades locais mantiveram as investigações sobre as causas do acidente e disseram que os resultados periciais serão parte importante para a conclusão dos inquéritos administrativos e criminais que possam surgir.
O uso combinado da necropsia e da papiloscopia é rotina em casos de acidentes aéreos com vítimas em que a identificação visual não é possível. Segundo o perito, a integração entre as equipes médicas, periciais e policiais é fundamental para acelerar o processo de identificação e fornecer respostas às famílias e às autoridades.



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