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Cidades

PF cumpre mandados e investiga desvio de mais de R$ 1 milhão em obra escolar em Sergipe

Operação Warren apura fraudes em reforma e ampliação de escola estadual A Polícia Federal em Sergipe cumpriu, nesta terça-feira, 14, cinco mandados...

14/04/2026 · 11h25 · Atualizado às 19h03
PF cumpre mandados e investiga desvio de mais de R$ 1 milhão em obra escolar em Sergipe

Operação Warren apura fraudes em reforma e ampliação de escola estadual

A Polícia Federal em Sergipe cumpriu, nesta terça-feira, 14, cinco mandados de busca e apreensão com o objetivo de desarticular um grupo suspeito de desviar mais de R$ 1 milhão em recursos federais destinados à reforma e ampliação de uma escola estadual.

A apuração teve início após auditoria técnica da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP), que apontou divergências entre os valores pagos e o efetivo avanço dos serviços na obra. Segundo a investigação, essas inconsistências motivaram a abertura do procedimento policial.

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De acordo com os investigadores, os responsáveis pelo esquema fraudavam medições e adulteravam documentos para aparentar a execução de trabalho que não ocorreu na prática. Com a apresentação dessas medições falsas, foram liberados pagamentos indevidos que, em seguida, teriam sido repassados a pessoas físicas e jurídicas relacionadas ao grupo, em manobras para ocultar a origem ilícita dos recursos.

O prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa R$ 1 milhão, segundo a Polícia Federal. A apuração aponta a participação de empresários, de um servidor público encarregado da fiscalização da obra e de interpostos utilizados para movimentações financeiras que teriam servido ao esquema.

A iniciativa policial recebeu o nome de Operação Warren e contou com o emprego de 16 policiais federais para o cumprimento dos mandados na capital, Aracaju.

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Os investigados poderão ser indiciados por diversos crimes, entre eles organização criminosa, desvio de recursos públicos, fraude na execução de contrato administrativo, corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

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As diligências visaram reunir provas documentais e digitais que subsidiem a responsabilização criminal dos envolvidos e o esclarecimento do montante efetivamente desviado.

O caso permanece sob investigação da Polícia Federal em Sergipe, que continuará as apurações para identificar todos os participantes e os fluxos financeiros utilizados no suposto esquema.

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Operação Warren apura fraudes em reforma e ampliação de escola estadual

A Polícia Federal em Sergipe cumpriu, nesta terça-feira, 14, cinco mandados de busca e apreensão com o objetivo de desarticular um grupo suspeito de desviar mais de R$ 1 milhão em recursos federais destinados à reforma e ampliação de uma escola estadual.

A apuração teve início após auditoria técnica da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP), que apontou divergências entre os valores pagos e o efetivo avanço dos serviços na obra. Segundo a investigação, essas inconsistências motivaram a abertura do procedimento policial.

De acordo com os investigadores, os responsáveis pelo esquema fraudavam medições e adulteravam documentos para aparentar a execução de trabalho que não ocorreu na prática. Com a apresentação dessas medições falsas, foram liberados pagamentos indevidos que, em seguida, teriam sido repassados a pessoas físicas e jurídicas relacionadas ao grupo, em manobras para ocultar a origem ilícita dos recursos.

O prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa R$ 1 milhão, segundo a Polícia Federal. A apuração aponta a participação de empresários, de um servidor público encarregado da fiscalização da obra e de interpostos utilizados para movimentações financeiras que teriam servido ao esquema.

A iniciativa policial recebeu o nome de Operação Warren e contou com o emprego de 16 policiais federais para o cumprimento dos mandados na capital, Aracaju.

Os investigados poderão ser indiciados por diversos crimes, entre eles organização criminosa, desvio de recursos públicos, fraude na execução de contrato administrativo, corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

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As diligências visaram reunir provas documentais e digitais que subsidiem a responsabilização criminal dos envolvidos e o esclarecimento do montante efetivamente desviado.

O caso permanece sob investigação da Polícia Federal em Sergipe, que continuará as apurações para identificar todos os participantes e os fluxos financeiros utilizados no suposto esquema.

 

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